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quinta-feira, 14 de abril de 2022

Tarja

A última vez que tirei uma foto com a Tarja foi em 2012. Nos anos seguintes a vi diversas vezes, mas em quase todas levei naba. Em uma das ocasiões ela ofereceu a possibilidade de tirar uma porcaria de uma foto coletiva da qual, é claro, recusei-me a participar. Na última vez, em 2018, era final da madrugada quando eu, Arianne e mais seis fãs a vimos sair do hotel, mas ela recusou-se a tirar fotos. No entanto, chegou em Belo Horizonte e tirou fotos sem problemas com os fãs que a aguardavam no aeroporto. Eu a acho chata. Como será que estaria quando voltasse a fazer shows, pós pandemia?

Para nossa sorte (?), o primeiro show da turnê era em Limeira e o segundo em São Paulo. O humor dela não estaria afetado pela má atitude de outros fãs em outras cidades. Pelo contrário: ela postou um vídeo já no avião, anunciando que estava vindo ao Brasil, e parecia animada. Restava saber se seria ou não pandêmica. Fizemos um esforço extra para vê-la, já que seu vôo chegaria às 04:55hs, ou seja, teríamos que passar a noite no aeroporto, já que não havia outra maneira de chegar, exceto pelos caríssimos táxis, Ubers, 99 etc.

Combinei com a Jess e fomos, acompanhados pela namorada dela, Carla. Pegamos o trem expresso da meia noite na Luz. Sabíamos que haveria outros fãs no aeroporto, com certeza a galera de sempre, mas não combinamos ou assuntamos com mais ninguém. Tão logo chegamos, já encontramos Hanna e Guilherme. Mais próximo da hora do pouso, encontramos Kléber, Letícia e Allan. Todos figurinhas carimbadas de corre da Tarja. A Carla era a única novidade - e mesmo assim foi porque namorava a Jess, não porque é fã de Tarja.

Quando Tarja enfim passou pelo portão de desembarque, continuou em frente rumo às conexões. Fez alguns gestos estranhos - na hora não entendi nada, mas depois descobri que o Renatão da Top Link a esperava um pouco mais à frente, já gravando um vídeo, que ela utilizou no Instagram para promover a turnê.

Todos nos aproximamos, mas mantivemos a distância necessária e o bom corportamento, enquanto ela conversava com o Renatão. Quando, enfim, finalizaram a conversa e caminharam para o carro que já a esperava, nos aproximamos. Foi aí que as coisas começaram a dar errado: Renatão nos disse que ela estava com medo de pegar COVID, e pediu para colocarmos as máscaras, que não são obrigatórias em São Paulo em ambientes externos e internos. Contrariado, coloquei, mas não gostei nada disso. Os autógrafos rolaram numa boa, ela autografou tudo o que levamos sem chiar, mas não queria tirar fotos. 

Renatão sugeriu que tirássemos uma foto coletiva. Geralmente eu não participo de uma patifaria dessas, mas como fiquei de pegar autógrafos para dois amigos, era melhor participar.

Kleber foi o único que não aceitou participar de uma patifaria dessas, mas ele pode ser visto ao fundo conversando

Jess ficou especialmente indignada, disse que mais tarde iria ao hotel para conseguir uma foto "decente". Mesmo que fosse uma foto pandêmica, ao menos seria uma foto somente ela e Tarja. Eu a aconselhei a não ir, mas vocês sabem como é a Jess. Eu, ela e Carla tomamos o trem expresso das 06hs e nos separamos na Barra Funda. Fui para casa, mas a coitada da Carla ainda teria que trabalhar o dia todo, e Jess foi leva-la ao serviço. 

Quando cheguei em casa, vi que a Tarja postou uma foto da janela do hotel, o que me fez ter a certeza que ela estava no Gran Estamplaza da rua Arizona. Um pouco mais tarde, ainda fui ao CT do Palmeiras conseguir algumas assinaturas. Só depois disso dormi um pouco. Quando acordei, me enviaram o vídeo que o Renatão fez no aeroporto - e eu apareço no final.

Jess enviou uma mensagem dizendo que a Tarja foi na Kiss FM. Geralmente eu saberia disso, mas estava cansado demais para saber. É claro que Tarja, que morre de medo de pegar vírus, não se importou nem um pouco em tirar a máscara na Kiss. Nós podemos passar vírus para ela, mas os locutores e outros funcionários da rádio não, pois são imunes. Hipócrita do caralho, como qualquer pandeminion!


Enquanto o metal raíz, representado pelo Exciter - tira fotos sem máscara numa boa, no metal Nutella querem te obrigar a usar máscara mesmo sem ser obrigatório pelos governos locais. Agora entendo porque o Tuomas a demitiu do Nightwish, eu faria a mesma coisa se fosse chefe dessa pandêmica hipócrita.

Jess contou que sete fãs foram ao hotel e levaram naba. Tem coisas que nunca mudam, a chatisse da Tarja é uma delas!

A bem da verdade, se você completou a vacinação e continua usando máscara, você é um imbecil. Se vacinou por que, se não confia na vacina?


É claro, também, que Paulo Baron e o Rafael Bittencourt são imunes ao vírus. Somente os fãs podem transmiti-lo.

domingo, 2 de setembro de 2018

Tarja

Diga o que quiser, não mudo a minha opinião: a Tarja é chata! Eu a encontrei em 2011, no Rock in Rio, e em 2012, em São Paulo, quando consegui as duas fotos que tenho com ela. Depois a vi em 2013, quando ela veio a São Paulo para participar do show do Angra. Vi quando ela desembarcou em frente ao Manifesto Bar, carregando Naomi, a filha quase recém-nascida, no colo. É claro que não a abordei, seria pedir para tomar naba!

Em 2014, não fui ao aeroporto, pois o risco dela trazer Naomi e não atender ninguém seria imenso. Foi exatamente o que aconteceu, quem foi se deu mal. No hotel, atendeu apenas Myla, uma fã realmente fanática, que a acompanhava em diversas cidades e até mesmo outros países, e que Tarja já conhecia e tratava como amiga.

Em 2015, deixou Naomi em casa. Quem foi ao aeroporto de Guarulhos na chegada se deu bem, mas na saída, 8 fãs a aguardavam no aeroporto de Congonhas. Ela aceitou tirar somente foto coletiva. É claro que eu e Carlos nos recusamos a participar. 

Aliás, que merda é essa de foto coletiva?! Será que Tarja se incomodaria de vender ingresso coletivo (um compra, mas 8 vão show)? Que tal álbum coletivo? Um compra, 8 recebem. Em minha opinião, salvo raras exceções, foto coletiva é coisa de artista que não respeita seus fãs. Ela espera que cada um de nós compre seus materiais oficiais (CDs, DVDs, etc), vá ao show, mas na hora da foto, é foto coletiva?! Vai se fuder! 

Em 2017, mais uma vez ela atendeu na chegada à São Paulo, no aeroporto. Eu tentei somente em outra ocasião, e estava no hotel quando ela chegou após o show em Piedade. Apenas 8 fãs a aguardavam, ela entrou sem atender ninguém.

Em 2018, era hora de tentar novamente. Dois dias antes, eu estava com Arianne em Santiago, no Chile, mas retornamos a São Paulo. No dia seguinte, fiz o corre do Paradise Lost. Quanto à Tarja, o jeito seria tentar na saída do hotel para o aeroporto. Como Arianne também queria conhece-la, madrugamos, chegamos ao hotel às 06:00hs. Novamente, apenas 8 fãs a aguardavam. O pessoal da banda atendeu numa boa. Eu só tirei com Timm Schreiner, o baterista que substituiu Mike Terrana. Ele era o único com quem eu ainda não tinha foto.


Quando Tarja saiu do hotel para entrar na van que a levaria ao aeroporto, os fãs chamaram por ela, que olhou, pensou e desculpou-se, alegando que não estava bonita para tirar fotos. No entanto, poucas horas depois, tirou com todos os fãs que a aguardavam no aeroporto de Confins, em Belo Horizonte. Até parece que foi ficando mais bonita no caminho...

Para mim, essa negativa beirou o desrespeito. Ela deveria por a mão na consciência e entender que muitos ali passaram a noite em frente ao hotel, sem dormir, apenas para ter uma oportunidade de conhece-la. Eu tenho mais respeito por um artista mala que jamais tira foto com ninguém, do que por artistas como a Tarja, que tiram fotos quando querem, então acabam tirando com uns, e com outros não. Fala sério, essa foi a quarta vez consecutiva que saí de minha casa para ve-la e voltei de mãos vazias... Chata do caralho!

domingo, 21 de maio de 2017

Tarja

Conheci Cassandra em 2013, durante o corre do Alcatrazz. Na ocasião, ela integrava a equipe que trabalhou no evento. Alguns meses depois, eu estava sem dinheiro para prestigiar o show "Super Peso Brasil", que contou com as bandas Stress, Taurus, Salário Mínimo, Metalmorphose e Centúrias, então fui com Sheila para a frente do Carioca Club, para tentar conseguir fotos na chegada/saída das bandas.

Para nossa surpresa, Cassandra era a responsável por controlar o acesso, ela conferia os ingressos e liberava a entrada. Conversamos por um tempo, e ela questionou se iríamos entrar. Quando dissemos que não estávamos muito bem de grana, ela liberou nossa entrada ainda assim, mesmo sabendo que não tínhamos ingresso. Surpresos, agradecemos e entramos, assistimos umas duas músicas somente, mas conseguimos a maioria das fotos que eu queria.

Em 2017, Cassandra me chamou para acompanha-la a Piedade-SP para ver o show gratuito que Tarja faria na cidade. Pra dizer a verdade eu não estava muito interessado, mas a coisa mudou quando ela disse que estava na produção e que me colocaria dentro do camarim da Tarja, o que facilitaria muito conseguir fotos e autógrafos, então aceitei.

No dia do show, seguimos com mais dois amigos para a cidade. Quando atravessávamos a área urbana, a caminho do local, uma van passou por nós, em sentido contrário, em uma rua de mão dupla. Como reconheço certos padrões com facilidade, não foi difícil saber que aquela era a van da banda, provavelmente retornando com a vocalista para o hotel após a passagem de som. Cassandra fez o retorno e a seguimos até o hotel JWF. Ao chegar, entretanto, o motorista apenas estacionou em frente ao hotel: a van estava vazia. Confusos, esperamos por algum tempo mas, como nada aconteceu, e com a proximidade do horário do show, concluímos que a banda provavelmente já estava no local, então seguimos para lá.

Quando chegamos, paramos em uma cancela com guarita, onde Cassandra identificou-se ao responsável como integrante da equipe da produção. Ele conferiu o crachá "all access" e liberou o acesso. Mas havia uma surpresa: Cassandra não fazia parte da produção. De fato, ela realmente já trabalhou em produções da Tarja em São Paulo, mas não fazia parte da equipe naquela noite. O crachá era verdadeiro, mas antigo. O cara na guarita não saberia diferenciar.

Fiquei chocado com a mentira, pois significou que não haveria nenhum acesso facilitado ao camarim. Eu deixei de fazer o corre da Tarja em São Paulo apenas porque Cassandra disse que conseguir acesso à vocalista em Piedade seria garantido. No entanto, como conhecia todo mundo no universo das produções, Cassandra logo identificou o verdadeiro responsável pela produção local e foi falar com ele, para tentar facilitar o meu lado. Ele respondeu que não seria possível, pois Tarja estava com péssimo humor. Ela reclamou da estrutura do local e quase que o show não aconteceu.


Ok, teríamos que tentar no hard mode. Menos mal que já sabíamos para onde ir quando o show terminasse. Quando acabou, retornamos para a frente do hotel e aguardamos. Outros fãs seguiram a van. Então, quando Tarja chegou, éramos ao todo 8 pessoas. Marcelo, o marido, a escoltou para o interior do hotel, não permitindo qualquer interação entre ela e os fãs. Claro que chamamos, sem resultado. A bem da verdade: se ela quisesse atender, não seria Marcelo quem conseguiria impedir. Ela que é chata mesmo.

O retorno para casa foi complicado. Cassandra não usou GPS, se perdeu, e a viagem que duraria duas horas durou o dobro. Pra dizer a verdade, já estava quase amanhecendo quando chegamos em São Paulo. Ainda era possível tentar no aeroporto, pois aquele foi o último show de Tarja no país, e haveria voos prováveis logo cedo.

Entretanto, não achei uma boa ideia, pois eu e Sheila estávamos nos divorciando. Não parecia certo chegar em casa na hora do almoço, mesmo sabendo que em poucos dias não seríamos mais casados. Eu deveria estar em casa desde o começo da madrugada, então desisti de tentar mais uma vez para evitar stress.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Sonata Arctica

Logo após o corre bem sucedido do Peppino di Capri no aeroporto de Guarulhos, eu e Carlos atravessamos a cidade rumo ao hotel Golden Tower, onde estava hospedada a banda Sonata Arctica, que se apresentava a noite no Aquarius Rock Bar. Não me recordo ao certo como sabíamos o hotel, mas o fato é que a banda estava muito longe do local do show.

O Golden Tower já foi o hotel padrão para as bandas que se apresentavam no Carioca Club. Quando os produtores passaram a hospeda-las lá, por volta de 2011, era uma maravilha. Entrávamos e aguardávamos em uma sala em frente aos elevadores, sentados confortavelmente nos sofás e navegando no wi-fi, que não é cobrado e não tem senha. Quando fazíamos isso, estávamos em no máximo 4 ou 5 pessoas, e todos sabíamos como nos comportar.

Com o passar do tempo, a informação se espalhou entre os fãs comuns, então tornou-se normal que grandes grupos de fãs saíssem do show diretamente para o hotel. Entravam e se comportavam como se ainda estivessem no show, falando alto, com latas de cerveja na mão, sentando nos sofás que eram destinados aos hóspedes. Quando há poucos fãs e muitos lugares para sentar, não há problema, mas quando hóspedes começam a ficar de pé porque os sofás estão todos tomados pelos fãs, a história muda. É claro que mais cedo ou mais tarde daria problema, e deu. Depois de três ou quatro anos, a entrada de fãs foi proibida.

Eu e Carlos, no entanto, nunca vimos problema em aguardar fora do hotel, então quando chegamos, foi o que fizemos. Estéfano logo se juntou a nós. Não demorou muito para que Tommy Portimo saísse falando ao celular. Sem perceber nossa presença, sentou em um canto e continuou a conversar. É claro que não o abordamos, não era a hora certa. 

Quando ele desligou, olhou para nós e veio falar conosco, sem que fosse necessário chama-lo. Assinou tudo o que tínhamos e tiramos fotos com ele. O segundo a aparecer foi Henrik Klingenberg, que também nos atendeu numa boa, mas minha foto com ele ficou totalmente tremida. Na hora não percebi, então ele retornou ao hotel. Sem problemas, quando a banda saísse para o show eu o abordaria novamente.

Tommy Portimo, baterista do Sonata Arctica
A primeira foto com Henrik não ficou boa, então essa foi uma das raras ocasiões em que abordei o mesmo músico 2 vezes

Os caras do Sonata, se abordados em uma boa hora (no relato de 2010, há um ótimo exemplo do que é uma abordagem em hora ruim), não se importam de interagir com os fãs. Exceto Tommy, todos são mais na deles, caladões, especialmente Tony Kakko. Isso não é problema, para nós o importante é conseguir fotos e autógrafos. Algum tempo depois, começou a anoitecer e todos os integrantes, um a um, saíram e nos atenderam de boa.

Abordei Henrik novamente, expliquei que a foto ficou ruim, e ele não se importou em tirar outra
Como não fiz o corre do Sonata em 2014, esta foi a primeira vez que encontrei o baixista Pasi Kauppinen
Elias Viljanen, guitarrista do Sonata Arctica
Tony Kakko é um gigante no palco, grande front man, mas fora dele é calado até demais

Nosso dia, em tese, ainda não havia terminado, pois havia um terceiro corre. A vocalista Tarja Turunen, ex Nightwish, também estava na cidade. Infelizmente a foto que mandei fazer para ela autografar ainda não estava pronta. Carlos seguiu para o Hilton, e eu retornei para a loja onde revelo as fotos, próxima de casa. Ao saber que ainda não estava pronta, desisti de encontrar com Carlos e Jessica.

Não deveria ser um problema, já que eu tinha uma amiga que jurava que era da produção da Tarja e que me colocaria em frente à vocalista se eu a acompanhasse ao show em Piedade (SP). Esse foi um dos grandes arrependimentos da minha vida, porque a foto de Carlos com Tarja foi a mais linda que já vi. Ela estava feliz, sorridente, bem diferente da mala que encontrei diversas vezes a partir de 2012 e jamais consegui tirar uma foto com ela novamente.

Tarja com Carlos, em um dia onde Carlos fez 3 corres bem sucedidos: Peppino di Capri, Sonata Arctica e Tarja

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Tarja

Assim que cheguei ao aeroporto de Congonhas para fazer o corre da Tarja, observei algo interessante: de costas, parecia que a Floor Jansen estava esperando por ela. É claro que não era a Floor, aliás na época Floor nem ao menos era cotada para substituir Anette no Nightwish. Era apenas uma mulher alta com cabelo que lembrava um pouco, mas ainda assim foi engraçado.

Havia uma movimentação anormal de repórteres, todos com câmeras e luzes prontas para alguém que estava prestes a desembarcar. Só descobri porquê quando o Santos desembarcou. A maioria dos jogadores deu entrevistas e/ou atendeu os fãs. Apenas Neymar passou que nem um raio, correndo com um monte de repórter atrás. Bizarro!
Foi o melhor que pude fazer, ele passou correndo, muito rápido. Nem parece o morto que é dentro de campo

Quando Tarja Turunen finalmente desembarcou, não me preocupei muito, pois já tinha conseguido a foto com ela no ano anterior, então fui direto no Mike Terrana. Eu ainda não havia engolido o fato de ter perdido a foto quando ele já estava posando comigo, no ano anterior. Ele disse que atenderia, mas somente quando chegássemos na van. Ok, fomos andando e conversando, atravessamos todo o aeroporto, foi um longo percurso.

Marcelo Cabuli, o marido de Tarja, que é conhecido por ser chato com os fãs, estava bonzinho nesse dia, ele mesmo tirou minha foto com sua esposa. Eu deveria ter pedido para tirar uma foto com ele também. Bem ou mal, faz parte da história, assim como Yoko Ono, que separou os Beatles, ou Gloria Cavalera, responsável pela treta que praticamente acabou com a maior banda brasileira de todos os tempos, o Sepultura. Cabuli foi o principal responsável pela demissão de Tarja do Nightwish, então merece uma foto também. Ficou pra próxima.

Tarja, a segunda maior mala entre as vocalistas femininas, também estava boazinha nesse dia
Mike Terrana, então baterista da Tarja. Saiu da banda em 2014
Alex Scholpp, guitarrista da Tarja
Kevin Chown, baixista da Tarja
Max Lilja, violoncelista conhecido por seu trabalho com o Apocalyptica, é músico de turnê de Tarja desde 2007

sábado, 12 de março de 2011

Tarja

A ex vocalista do Nightwish, Tarja Turunen, se apresentou em São Paulo. Embora fosse uma foto interessante, eu estava mais interessado em conhecer o baterista, Mike Terrana. A banda estava hospedada no Blue Tree Berrini (que posteriormente passou a ser Prodigy e, em nova mudança de nome, Transamerica). Conforme os músicos deixavam o hotel e entravam na van que os levaria ao show, ignorei a todos, mantendo o foco em Terrana. Quando ele saiu, Jonas o abordou.

Eu tirei a foto dele, mas na minha vez, um segurança da produtora impediu. Já estávamos posando, mas Jonas se enrolou com a câmera, então o segurança disse que estavam atrasados e praticamente arrastou Terrana para a van. Durante muito tempo fiquei puto com esse cara. Não precisava daquilo, apenas mais 3 segundos e a foto rolaria. No entanto, o reencontrei em diversas oportunidades depois disso e ele sempre foi legal. Acho que estava em um dia ruim, sei lá.

Tarja não saiu com a banda. Talvez tivesse ido antes ao local do show. De qualquer modo, fiquei inconformado que um corre aparentemente tão fácil teria que durar bem mais que o esperado, então decidi me hospedar, já que seria necessário esperar pela banda após o show. Mais tarde, Sheila chegou para passar a noite comigo no hotel.

Após o término do show, muitos fãs apareceram e estavam esperando pela banda na porta do hotel. Eu estava hospedado e poderia aguardar dentro, mas havia muitos amigos e conhecidos fora, então fiquei ali, conversando com eles e fumando.

Quando a van chegou, houve um esquema especial. Não vi nada parecido nem mesmo com artistas muito maiores, como Paul McCartney ou Iron Maiden. O motorista praticamente colou a van na porta, impedindo que os fãs tivessem acesso aos músicos. Sobraram pequenos espaços laterais, que foram preenchidos por seguranças do hotel. Eles não permitiram a entrada de ninguém, nem mesmo de quem estava hospedado. A van permaneceu ali por alguns minutos, até que Tarja tomasse o elevador, após atender poucos fãs dentro do hotel. Quando consegui entrar, todos já haviam subido.

Já era duas e meia da manhã e eu estava cansado, então decidi subir para dormir um pouco. Imaginei que nada aconteceria antes das sete horas, então configurei um alarme para acordar nesse horário. Kevin que, como eu, não conseguiu nada, passou a noite na frente do hotel, já que não estava hospedado desta vez.

Quando acordei, tomei banho, me vesti e desci. Estava tudo quieto demais. Nenhum fã aguardava pela banda. Então, verifiquei o celular, que estava repleto de mensagens e chamadas não atendidas. A banda saiu as 05:30hs e Kevin tentou me avisar, mas não conseguiu, porque meu celular estava no silencioso. Ele entrou e pediu para um funcionário da recepção ligar no meu quarto, mas ele se recusou devido ao horário. Infelizmente, este corre foi apenas perda de tempo e dinheiro.