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domingo, 7 de janeiro de 2018

Rhapsody Reunion

No dia em que desembarquei do navio havia o primeiro corre do ano: Rhapsody Reunion. Sou fã e todos os integrantes são amigáveis, o corre mais parece reunião de amigos, então provavelmente sempre estarei quando a banda vier ao Brasil, não importa se tenho ou não fotos com todos os integrantes. Neste dia, quando cheguei ao hotel, estava apenas eu, Wesley e Maria Claudia.

Foi um dos corres mais especiais que fiz, pois quando a banda retornou da passagem de som, Fabio Lione, que também era vocalista do Angra há cinco anos, já falava português com perfeição, então parou para conversar conosco. As frases fluíam muito bem e eram raras as vezes onde ele tinha dúvida sobre qual palavra utilizar em português. Quando isso acontecia, ele dizia a palavra que queria usar em inglês e eu e Wesley o ajudávamos a encontrar a equivalente em português. Foi uma das conversas mais longas e divertidas da minha vida com um integrante de banda. Fabio é um cara realmente sensacional. 

Quando o encontrei pela primeira vez, pouco mais de sete anos antes, ele ainda não falava uma palavra sequer no idioma. Quando o abordei, perguntei se poderia tirar uma foto com ele, que respondeu "sim, mas antes vou fumar um cigarro". Eu o conduzi à àrea de fumantes do aeroporto de Guarulhos, acendi um também e ficamos fumando, mas não houve muita conversa, já que não sou fluente em inglês.

Voltando a 2018, neste dia falamos sobre tudo, como se fosse mesmo uma reunião de amigos. Quando perguntei como eles faziam para excursionar sem tecladista, ele me disse que o som dos teclados ao vivo era gravado e que Alex Staropoli foi convidado para participar da turnê. Fabio telefonou para convida-lo dizendo "ei, vamos sair no mundo, como nos velhos tempos, vamos ganhar dinheiro", mas a resposta foi negativa.

Perguntei se era realmente a turnê de despedida, como fora anunciado pela mídia especializada, e ele respondeu que "provavelmente não, já que a resposta dos fãs foi muito positiva". Ao final da turnê, ainda em 2018, foi fundada a banda Turilli/Lione Rhapsody, mais uma entre tantas versões do Rhapsody que já existiram mas que, em minha opinião, será provavelmente a melhor.

Houve um momento onde ele começou a comentar suas opiniões sobre os ex vocalistas do Angra. Elogiou a capacidade vocal do André e desceu o pau na de Edu Falaschi, com gosto: "O Falaschi entrou no Angra por minha causa. Quando o André saiu, eu já era amigo do Rafael e do Kiko, então eles me consultaram sobre alguns candidatos e eu o aprovei. Ele não tem técnica vocal muito apurada, mas era, entre os candidatos que escutei, o que provavelmente se encaixaria melhor ao som da banda".

Ele demonstrou algumas técnicas vocais, mostrando como ele, André e Falaschi cantariam a mesma música. Foi hilário e surreal. Em minha opinião, Falaschi é um cara legal, mas realmente não é um grande vocalista. Gravou grandes álbuns com o Angra, é verdade, mas não é bom o suficiente ao vivo, sua voz sempre funcionou melhor no estúdio. É um grande frontman, agita pra caramba, mas não tem uma grande voz.

Por outro lado também não acredito que Fabio seja o nome ideal para a função. Tem voz poderosíssima, mas que não parece se encaixar nas canções do Angra, especialmente nas mais antigas. O ideal era André, que nesse dia ainda era vivo. Mais uma vez, essa é a minha opinião, e opinião é como cu, cada um tem a sua.

Se em 2010 achei surreal fumar com Fabio Lione, que poderei dizer de 2018, quando estávamos no hall do hotel com ele cantando a plenos pulmões?! São momentos como esse que fazem os corres valer a pena! Nesse dia quase todos atenderam e foram incrivelmente amigáveis, como sempre. Dominique Leurquin foi o único que não parou, entrou apressado no elevador quando Fabio começou a falar conosco. Dominique sempre foi um cara bacana, se eu tivesse que apostar, diria que ele correu para o banheiro. Embora às vezes não pareça, esses caras são exatamente iguais a nós, com as mesmas necessidades, se é que me entende...

Enquanto a conversa rolava entre eu, Wesley e Fabio, Maria Claudia estava em outro canto, no bar do hotel, tomando coca-cola e conversando com Patrice. Quando a conversa finalizou, Patrice se levantou para devolver os copos no bar e ela foi para o show, mas esqueceu o guarda-chuva pendurado na cadeira. Patrice percebeu, o pegou e saiu correndo atrás dela. Foi uma cena engraçada!

Fabio Lione, vocalista do Rhapsody Reunion
Luca Turilli, guitarrista do Rhapsody Reunion
Patrice Guers, baixista do Rhapsody Reunion
Alex Holzwarth, baterista do Rhapsody Reunion

Não permaneci muito tempo mais, pois combinei que visitaria uma ex namorada assim que o cruzeiro terminasse, então saí do hotel direto para a casa dela. Minha ideia era retomar o namoro, e até demos uns beijos nesse dia, mas ela não estava passando por uma fase boa, sua mãe falecera há pouco tempo, então acabou não dando certo, ficou sem clima. Quando, 5 dias depois, viajei para a praia com Mel, e postei fotos no Facebook, essa ex ficou puta da cara e me excluiu. Não retomamos contato até hoje.

domingo, 7 de maio de 2017

Rhapsody Reunion

Após passar o dia inteiro no aeroporto de Congonhas sem encontrar os integrantes do Rhapsody Reunion, joguei a toalha e saí, com Carlos, à procura do hotel. A lógica dizia que a banda ficaria no Estanplaza International. Como era a única pista que tínhamos, fomos investigar. Após algum tempo sem sinal algum, fomos alertados por Samii que a banda estava no Hilton, então seguimos direto para lá. Quando chegamos, ainda conseguimos ver a porta da van se fechar, logo após Luca Turilli embarcar. Chegamos tarde... agora seria necessário esperar a banda voltar do show.

Esse é mais um show que eu iria fácil, gosto da banda, e os integrantes são o mais amigáveis possível, mas estava completamente sem dinheiro. O jeito, então, foi permanecer na frente do hotel até a chegada da banda. Quando retornou, descobrimos o porquê do aeroporto ter dado tão terrivelmente errado: a banda estava de tour bus.

Fabio Lione, vocalista do Rhapsody Reunion
Luca Turilli, guitarrista do Rhapsody Reunion
Dominique Leurquin, guitarrista do Rhapsody Reunion
Patrice Guers, baixista do Rhapsody Reunion
Alex Holzwarth, baterista do Rhapsody Reunion

Éramos apenas 5 pessoas (eu, Carlos, Kevin, Samii e mais uma). 5 pessoas não seguram 5 músicos, é impossível. Portanto, enquanto fazíamos as abordagens, o baterista Alex Holzwarth entrou no hotel. Carlos perguntou "faltou alguém?", e respondi "sim, o batera". Fabio Lione, que já começava a arranhar as primeiras palavras em português, entendeu, e fez o favor de busca-lo para nós (observe Alex dentro do hotel em minha foto com Patrice).

Mas a maior surpresa veio alguns meses depois, quando foi lançado o vídeo oficial. Aos 03:45 lá estávamos Carlos e eu, abordando Fabio Lione e Alex Holzwarth. Na hora nem percebemos que foi gravado. Que surpresa agradável desta banda que nem considero mais banda, para mim, são amigos! 



sexta-feira, 29 de junho de 2012

Rhapsody of Fire

No dia anterior ao show do Rhapsody of Fire, eu, Leo e Ellen fomos ao Blue Tree Berrini para conseguir as fotos. Todos os músicos estavam de saída para jantar, mas nem todos foram para o mesmo restaurante.

O primeiro a aparecer foi o guitarrista Tom Hess, novato na banda. Quando o abordamos, ele se recusou a tirar fotos, disse que não estava arrumado, e seguiu para a van da churrascaria. ̶B̶a̶i̶t̶o̶l̶a̶g̶e̶m̶ ̶d̶a̶ ̶p̶o̶r̶r̶a̶. Quando retornou, Leo o abordou mais uma vez, e novamente ele negou, dizendo que ainda vestia as mesmas roupas, que continuava não arrumado, mas prometeu que voltaria em 20 minutos para falar conosco. Duvidamos, mas fazer o que, era nossa única alternativa.

Enquanto ele não descia, tiramos fotos com os outros integrantes. Fabio Lione olhou para minha camiseta e berrou "yes!".

Fabio Lione, então vocalista do Rhapsody Of Fire. Ele saiu da banda em 2016
Roberto de Micheli, guitarrista do Rhapsody Of Fire
Oliver Holzwarth, então baixista do Rhapsody Of Fire. Ele saiu da banda em 2014
Alex Holzwarth, então baterista do Rhapsody of Fire. Ele saiu da banda em 2016
Alex Staropoli, tecladista e Roberto de Micheli, guitarrista do Rhapsody Of Fire

Tom Hess é um homem de palavra. Após 30 minutos, ele desceu, todo arrumado, cheirando a perfume. Veio até nós e disse "agora podemos tirar fotos". Tivemos com ele ao menos meia hora de boa conversa. Quem diria que aquele  ̶f̶r̶e̶s̶c̶o̶ é um cara legal?!

Tom Hess, então guitarrista do Rhapsody of Fire. Saiu da banda em 2013

sábado, 9 de abril de 2011

Kamelot (sem Kamelot)

É claro que interessava conseguir uma foto com os músicos do Kamelot, mas interessava ainda mais conseguir uma foto com os vocalistas que acompanharam o Kamelot nesta turnê: Simone Simons (Epica), Fabio Lione (Rhapsody of Fire) e Elize Ryd (Amaranthe). Dos 3, eu só não tinha foto com Elize. Portanto, quando a banda desembarcou, fui nela. Que mulher absurdamente linda e simpática!

Até Simone Simons estava mega boazinha neste dia. Fabio também atendeu de boa. O problema é que todos os fãs que estavam no aeroporto estavam pelos bônus, não pela banda principal. Somente os bônus foram abordados, então os músicos do Kamelot entraram na van, e não foi possível conseguir com nenhum deles.

Elize se surpreendeu ao perceber que eu tinha uma foto para ela autografar. Ela me contou sobre o dia em que a tirou
Linda demais, simpática demais! Elize Ryd é simplesmente perfeita!
De todas as vezes que encontrei Simone Simons, esta foi a que ela estava mais simpática, até rolou uma conversa
Nem mesmo Simone Simons consegue ser bonita quando Elize Ryd está por perto
Fabio Lione, sempre buona gente

Alvaro sabia em qual hotel a banda estava hospedada em São Bernardo do Campo. Na verdade, a cidade só tinha um hotel com estrutura para receber as bandas que tocaram no Espaço Lux no começo da década de 2010: o Mercure. Fomos para lá, mas estávamos em Guarulhos. Tivemos que tomar o ônibus até o Tatuapé, metrô para o Brás, trem para São Caetano e, finalmente, o trólebus.

O problema foi que, quando chegamos, a banda já estava quase toda na van, pronta para seguir ao espaço Lux. A única que não embarcara ainda era Simone Simons. Com ela já tínhamos foto, então finalizamos. Foi o corre do Kamelot onde não abordei nenhum integrante do Kamelot.


sábado, 4 de dezembro de 2010

Rhapsody of Fire

Era a vez do Rhapsody of Fire, que se apresentaria no Santana Hall. Esse era um show que eu queria assistir, mas estava sem dinheiro. Fui ao aeroporto de Guarulhos e, quando a banda desembarcou, abordei Fabio Lione. Ele disse que atenderia, mas somente depois de fumar um cigarro. Levei-o então à área de fumantes, onde fumamos e conversamos um pouco. Hoje ele fala português quase perfeitamente, mas nesse dia a comunicação foi em inglês.

Fabio Lione, então vocalista do Rhapsody of Fire

Eu já abordei o Rhapsody of Fire e algumas de suas variantes – Luca Turilli’s Rhapsody e Rhapsody Reunion – algumas vezes, e sempre todos foram legais, especialmente os que integraram a formação do Rhapsody Reunion, então não foi difícil conseguir as fotos e os autógrafos.

Luca Turilli, então guitarrista do Rhapsody of Fire 
Nesta ocasião, Dominique Leurquin era o guitarrista convidado que excursionava com o Rhapsody of Fire
Patrice Guers, então baixista do Rhapsody of Fire
Alex Holzwarth, então baterista do Rhapsody of Fire
Alex Staropoli, tecladista do Rhapsody of Fire