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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Eros Ramazzotti

Após o fiasco do corre de 2016 e do cancelamento dos shows de 2019, eu deveria estar com sangue nos olhos para me encontrar com Eros Ramazzotti, certo?! Errado! Eu simplesmente esqueci da vinda dele ao Brasil. Em janeiro, montei uma planilha com todos os shows do ano mas, por alguma falha, não anotei esse, então passou completamente batido. Não fosse Marcelo Zava perguntar "E o Eros, quando vamos?", teríamos perdido o dia. Após consultar as datas no site oficial do artista, minha resposta foi algo como "fodeu, é hoje!". 

Rapidamente fizemos o planejamento, e concluímos que o melhor seria tentar após o show. A dúvida é se tentaríamos no hotel ou na saída do evento. Outros hunters nos contaram como foi quando ele saiu do hotel para o show - atendeu, mas apenas tirou foto coletiva - e também sabíamos que haveria gente demais esperando por ele no hotel, então pareceu uma boa ideia tentar no Espaço das Américas. 

Quando chegamos, identificamos logo que teríamos problemas, pois o carro estava estrategicamente pronto para partir, já com a porta aberta. Ouvimos uma menina da produção dizer que ele sairia direto, sem parar. A mesma menina solicitou que o local fosse gradeado para impedir qualquer contato com os fãs. Se Eros quisesse atender, nada disso seria problema, mas sabíamos que ele não foi tão legal de tarde, quando aceitou apenas a foto coletiva. 

Concluímos que era melhor tentar na chegada ao hotel. Lá, conosco, havia nove pessoas - e uma delas era Anebelle* que, pra variar, estava nervosa e surtadinha. Ela sempre pode estragar qualquer corre, mas aquele, felizmente, não era o dia. Quando o carro chegou, Eros atendeu a todos com fotos e autógrafos. Meio doido, ele dava um gritos "do nada" de vez em quando. Se recusou a retirar outra foto com Anebelle que, pra variar, achou que a foto ficou ruim e queria outra - ela nunca se contenta com apenas uma.


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Eros Ramazzotti

Eu, Carlos e Marcelo Zava estávamos na área de desembarque do aeroporto de Congonhas, esperando por Eros Ramazzotti, que chegaria de Curitiba. Na época, se somasse todo o nosso tempo de corre, teríamos, arredondando, mais ou menos 60 anos, 30 do Carlos, 20 do Zava e 10 meus.

O tráfego de pessoas no desembarque estava intenso demais. Procurávamos monitorar todos os passageiros, mas era difícil. De repente, um deles nos chamou atenção: alto demais, cara de gringo, jeito de músico: não era Eros, mas poderia ser alguém da banda dele. Quando passou por nós, virei a cabeça por um instante e reconheci uma amiga que trabalha em uma grande produtora de São Paulo. Fui falar com ela, que disse que Eros também passou, meio disfarçado com um capuz. Perguntei se ainda estava no aeroporto, mas ela disse que ele entrou na van e seguiu para o hotel.

60 anos de experiência em corre e o cara simplesmente passou na nossa frente e não vimos nada!!!  Um não ver é ok, mas os três não verem nada é um pouco demais para minha cabeça. Mas aconteceu... Não me recordo exatamente o porquê, mas desistimos, não fomos no hotel. Outra oportunidade surgiria três anos depois. No entanto, os shows agendados para São Paulo e Rio de Janeiro foram cancelados pouco antes de acontecer, pois o cantor se submeteu a uma cirurgia.