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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Metal Singers

A segunda edição do projeto Metal Singers trouxe ao Brasil Blaze Bayley, Udo Dirkschneider, e Doogie White, contando também com a participação de um grande nome nacional: André Matos. Após passar por Chile (somente Udo e Doogie White), Peru (dois shows, o primeiro apenas com Udo e Blaze), Paraguai e novamente Chile, era a hora de vir ao Brasil para duas apresentações, sendo a primeira delas em Limeira.

Como envolvia um nome nacional que residia em São Paulo e certamente não ficaria em hotel, não foi difícil optar pelo corre no aeroporto. Quando chegamos, entretanto, o desembarque estava meio esquisito: uma girafa estava à espera de algum passageiro. De vez em quando, era solicitada a tirar fotos com alguns curiosos...


Algum tempo após o voo pousar, o primeiro a sair foi Udo. Mal deu dois ou três passos depois de passar pelo portão de desembarque e o enxame dos "hunters do bem" o cercou. Um dos grandes problemas deles é exatamente isso: não dão nem tempo para o cara respirar, não cumprimentam, não perguntam se fez boa viagem, é apenas um bando de zumbis pedindo "foto, foto, foto", chega a ser ridículo. Tanto que o sempre gente-fina Udo correu para fora do saguão, visivelmente irritado. Como já tenho com ele (na verdade, já tinha com todos, mas o grande alvo era Andre Matos, que a Arianne ainda não conhecia pessoalmente), o deixei em paz.

O próximo a sair foi o sempre gente-fina Blaze Bayley, que na maior calma e paciência atendeu a todos. Tirou algumas selfies com a galera e publicou em seu Instagram na hora.


Doug White foi o terceiro a sair. Mais uma vez, o enxame dos "hunters do bem" o cercou, mas ele não se irritou como Udo, então quando terminou de atender, me aproximei e consegui minha foto também.


Andre Matos não desembarcou, mas havia algo errado, porque ele cantou no show na noite anterior no Chile. Será que decidiu passar mais um dia no Chile, já que havia mais um day-off até o próximo show? Felizmente encontrei meu amigo Silvio, dono da Open The Road, produtora responsável pela turnê. Perguntei sobre Andre, ele respondeu que viria no próximo voo. Graças a Deus os hunters do bem foram embora, então ao menos sabíamos que o Andre não seria incomodado pelo enxame. 

Depois de cerca de uma hora e meia, o voo seguinte vindo de Santiago pousou. Após algum tempo, Andre saiu, acompanhado de sua companheira. Logo que nos viu, percebeu que o abordaríamos, então já veio falar conosco. Para Arianne, foi uma grande emoção, pois era a primeira vez que ela ficava frente a frente com um de seus vocalistas prediletos. Eu estou acostumado a fazer corres mas, para ela, ainda era "coisa do outro mundo" conhecer e interagir com os ídolos, ainda que fosse um vocalista brasileiro. 

Arianne tem uma amiga russa que sempre perguntava quando Andre faria um show em seu país. Toda sem graça, pediu permissão para gravar um vídeo com ela perguntando e ele respondendo. Depois de legendar em inglês, enviou o vídeo para a amiga. Obs: a versão abaixo não contém legenda.



Andre queria esticar a conversa, pelo visto gostou de encontrar conosco, mas percebemos que sua companheira estava ansiosa para sair de lá, o que é compreensível depois de uma viagem relativamente longa, então não esticamos o papo. Ele ficou bons cinco minutos com a gente, e provavelmente eu tivesse esticado mais um pouco se soubesse que aquela era a última vez que o veria 😔

Ou penúltima, já que fomos ao show e pudemos vê-lo em cima do palco. Quando finalizou, perguntei a Arianne se ela gostaria de esperar para tentar falar novamente com Matos, mas ela preferiu ir para casa. Ok, critério dela. Mais uma vez: eu teria ficado se soubesse que era a última vez que o veria...

Uma curiosidade: Carlos foi o único a esperar por Andre conosco. Ele encontrou o vocalista muitas e muitas vezes no decorrer dos anos, mas nunca tirou uma foto. Aquela foi a primeira... e última 😭


quarta-feira, 18 de novembro de 2015

U.D.O.

Quando Udo Dirkschneider retornou a São Paulo com sua banda U.D.O., eu e Carlos fomos ao hotel, onde conseguimos as fotos com muita facilidade. Antes de encontrar com Carlos, eu me encontrei com Daniela*, uma amiga de 15 anos que queria tirar fotos com a banda, na estação Barra Funda. O hotel era perto, então fomos caminhando.

Quando foi tirar foto com Udo, Daniela não se conteve: "você é muito parecido com meu avô". Que triste fim para o senhor Dirkschneider!

Udo Dirkschneider, sempre um cara bacana 
Kasperi Heikkinen era guitarrista do U.D.O., mas saiu da banda em 2017
Andrey Smirnov, guitarrista do U.D.O.
Fitty Wienhold era baixista do U.D.O., mas saiu da banda em 2018
Sven Dirkschneider, filho de Udo, era o novo baterista da banda. Era a primeira vez que veio ao Brasil
Harrison Young, tecladista de turnê que tocou ao vivo com o U.D.O. entre 2015 e 2018


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Metal Singers

O produtor responsável pela Open the Road, Sílvio, tinha há tempos o sonho de fazer o Metal Singers, ou seja, um show que reunisse no mesmo palco ao menos quatro grandes vocalistas de metal. Em 2015, conseguiu tirar do papel a primeira edição do evento, com Blaze Bayley, Tim "Ripper" Owens, Udo Dirkschneider e Mike Vescera.

Apesar do show em São Paulo ser apenas no dia 24, eu, Sheila e Ellen fizemos do jeito fácil. No dia 14, aguardamos pelos músicos na recepção do edifício onde fica a Kiss FM, na Avenida Paulista. Logo que chegamos encontramos o baterista Ivan Busic, do Dr. Sin. A princípio não entendi o que ele estava fazendo ali; se estava, como nós, fazendo corre. Simplesmente esqueci que Mike Vescera já foi vocalista do Dr. Sin e ele, é claro, foi rever o amigo. Claro que aproveitamos para tirar uma foto com Ivan também. Por que não?!

Ivan Busic é um cara muito gente boa, além de ter no curriculum grandes bandas nacionais, como Platina, Banda Taffo e Dr. Sin

Quando os músicos chegaram, Ivan e Mike Vescera se abraçaram e ficaram conversando. Vimos quando Ivan tirou uma selfie com o celular e nos oferecemos para tirar uma foto de verdade com a câmera, o que prontamente foi aceito. Rapidamente, conseguimos as fotos com todos os músicos presentes.

Eu e Blaze Bayley. De novo e de novo e de novo!
Eu e Tim "Ripper" Owens. De novo!
Eu e Udo Dirchneider de novo. Ele atende de boa e é um cara legal quando os hunters do bem não estão cercando-o, como em 2018
Mike Vescera foi "a única figurinha nova" neste dia para mim

Missão cumprida, era hora de retornar para casa. Antes, Ivan quis saber como conseguiria a foto que tiramos dele com Vescera, sugerindo que Sheila cadastrasse seu whatsapp. Você não tem ideia de quanto Sheila me "encheu" com isso nos dias a seguir: "eu tenho o whatsapp do Ivan Busic e você não". Claro que foi só uma brincadeira, mas a graça do negócio é que ela nem sabia que Ivan existia até o dia que fizemos o corre no evento Dr. Sin's Help, no Manifesto, em 2012. O vimos novamente em 2013, com o Platina. Ou seja, eu que o apresentei para ela.

Mas afinal, onde está a foto de Ivan com Vescera?! Assim que chegou em casa, Sheila transferiu a foto para o celular e a apagou do cartão da câmera. Não sei porque fez isso, mas ok.

domingo, 15 de maio de 2011

Accept

Uma semana antes do primeiro show do Accept em terras brasileiras, o guitarrista Herman Frank sofreu um acidente: caiu no palco, fraturou algumas costelas e teve perfuração pulmonar. Desta forma, a banda veio desfalcada ao país. Isso foi uma notícia chata, principalmente quando se leva em consideração de que era a primeira vez que a banda se apresentava no Brasil, e que Herman era um integrante importante, pois gravou alguns dos principais álbuns.

Desta vezes decidimos fazer o corre no aeroporto, e a banda não decepcionou: quando percebeu que havia fãs à espera, os integrantes já vieram falar conosco. 

Curioso como as bandas alemãs são sempre legais. Exceto o Rammstein, que geralmente atrai mais público, todas as outras são legais, incluindo nomes como Sodom, Tankard, Destruction, U.D.O., Edguy, Masterplan, Grave Digger, Lacrimosa, Gamma Ray, Doro, Kreator, Blind Guardian, Helloween e Scorpions. Pelo visto malas estão em falta na Alemanha.

Wolf Hoffmann sempre foi um dos músicos mais amigáveis. Com ele não é só foto, sempre rola conversa
Mark Tornillo nunca se nega a atender seus fãs
Peter Baltes, que saiu da banda em 2019, era mais quietão, mas sempre atendia todo mundo
Stefan Schwarzmann também era mais quieto mas, como todos na banda, atendeu de boa

Durante o corre, Kevin recebeu uma ligação e ficou sabendo do falecimento de um amigo de Taubaté, vítima de acidente automobilístico. Chorando, foi ao banheiro para se lavar e recompor. Quando retornou, disse que havia encontrado com os integrantes do The Platters, que estava em turnê pelo Brasil. Desta forma, aproveitou para conseguir algumas fotos de bônus.