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domingo, 11 de março de 2018

Londres: Skid Row

Em 2009, logo após o corre do AC/DC, Kevin me chamou para acompanha-lo até a porta do Manifesto Bar para tentar tirar fotos com os caras do Skid Row. Havia, entretanto, muitos problemas: eu estava realmente exausto, pois dormi o mínimo possível nos últimos dois dias. Ficava no bar até altas horas, na esperança que alguém da banda aparecesse para beber, o que não aconteceu, e era o primeiro a levantar, para ficar no restaurante, sempre com a esperança de que algum músico aparecesse para tomar café, o que também não aconteceu.

Além disso, eu tinha visitas em casa: uma amiga de Manaus e dois amigos do Rio de Janeiro. Eles também estavam no hotel, e como eu, tiraram fotos com Angus Young e Cliff Williams. Simplesmente não fazia sentido querer leva-los para mais um corre. Sheila poderia leva-los para casa, mas eram mais amigos meus do que dela. Deixa-los com ela e partir para o corre seria pedir para arrumar confusão. Além disso, mais cedo ou mais tarde o Skid Row retornaria ao Brasil. Melhor deixar essa chance para lá e tentar numa próxima vez.

Com efeito, em 2012, uma produtora anunciou a intenção de trazer a banda ao país, em sua página no Facebook, mas pouco tempo depois anunciou que as negociações não deram certo e não tocou mais no assunto. No ano seguinte, outra produtora chegou a anunciar data, local e até mesmo um flyer mas, mais uma vez, o evento foi cancelado.

De 2014 a 2017, nenhuma produtora manifestou a intenção de trazer a banda, então cheguei a pensar que jamais teria a chance de ve-los novamente, o que me deixava chateado pela decisão estúpida de não ve-los em 2009. Eu deveria ter deixado as visitas com a Sheila, e aguentar a bronca depois. Se tivesse feito isso, ao menos teria fotos com os caras.

Em 2017 agendei minha viagem para Londres, então procurei um site que informasse quais seriam os shows que aconteceriam na cidade enquanto eu estivesse por lá. É claro que comemorei bastante ao constatar que o Skid Row se apresentaria dois dias após a minha chegada. O show aconteceria no O2 Shepherds Bush Empire, então fui dar uma espiada no lugar com o auxílio do Google Street View. Havia somente duas entradas, uma frontal e uma lateral.

2 Shepherds Bush Empire

Concluí que seria possível fazer o corre no "hard mode", ou seja, esperar pela banda na entrada do local e tentar a sorte. Mas... e se não desse?! Valeria a pena me deslocar até lá, perdendo tempo precioso da viagem, para passar a tarde toda plantado na frente do lugar e correr o risco de voltar de mãos vazias? Eu estaria na "easy London", provavelmente rolaria, mas certamente os "poderes" que adquiri e uso tão bem em São Paulo seriam praticamente inúteis lá.

Aeroportos de Londres
Se com certeza eu não seria capaz de descobrir o hotel, aeroporto muito menos. Londres é servida por 6 aeroportos: Heathrow, Gatwick, Luton, Stansted, London City e Southend!!!! O aeroporto de London City é o único que está na área urbana da cidade, os demais estão entre 25 e 58 km fora dos limites urbanos. Eu que não me arriscaria a adivinhar estando há apenas dois dias na cidade. Em Londres pela primeira vez, eu seria apenas stranger in a strange land.

Resolvi garantir e comprei o meet & greet por ‎£75 (R$339,00 no câmbio de 23 de fevereiro de 2018, data da compra). O melhor: era possível comprar o meet sem ter ingresso para o show - não é como no Brasil, onde as produtoras fazem venda casada, ou seja, você só pode comprar o meet se tiver ingresso para o show.

Não, eu não estava interessado em ver o show. Show eu veria na véspera, quando assistiria ao Burr Fest 2018. Prevendo que estaria beirando a exaustão, pois até então a programação seria só correria, conseguir apenas as fotos estaria de ótimo tamanho. Eu não sou muito fã de Skid Row, apenas estava injuriado por perder as fotos em 2009, foram 9 anos para ter uma segunda chance.

Em nosso terceiro dia em Londres, ainda não sabíamos nos locomover direito pela cidade. Ysabella disse que sabia chegar, mas tomamos um trem e fomos parar bem longe de onde deveríamos, então o jeito foi tomar um táxi, ou não chegaríamos a tempo. Na verdade, quando chegamos, todos os participantes do meet - que incluia assistir a passagem de som - já estavam dentro do lugar. Ysabella, que tem o inglês muito melhor que o meu, falou com alguém da produção, e me colocaram para dentro. Ela esperou nas proximidades, do lado de fora.

Não assisti ao show, mas vi boa parte da passagem de som. Para mim, está ótimo!

Após a passagem de som, fotos e autógrafos. O problema é que a produção insistia na manjada foto onde é você com todos os integrantes da banda. Eu gosto, mas sempre preferi fotos individuais. Sozinho, fiz o que pude, só na selfie, várias FOTASSAS. Todos foram gente boa, exceto Rachel Bolan, que após tirar as fotos da banda com os fãs, logo retornou para o camarim, então não consegui a foto individual com ele.

Certamente o fato de eu ser do Brasil despertou maior atenção dos integrantes, principalmente do ZP Theart, que vi alguns anos antes com o Tank, em São Paulo. Embora meu inglês fosse limitado, conseguimos conversar um pouco, e eu lhe disse que já o tinha visto pessoalmente há alguns anos.

Skid Row: Dave "The Snake" Sabo, Scotti Hill, ZP Theart, Rachel Bolan e Rob Hammersmith
ZP Theart, vocalista do Skid Row
Dave "The Snake" Sabo, guitarrista do Skid Row, ex Bon Jovi
Scotti Hill, guitarrista do Skid Row
Rob Hammersmith, baterista do Skid Row
Levei essa foto do Brasil, não é porque estava em Londres que virou bagunça, os padrões continuavam os mesmos

sábado, 23 de setembro de 2017

Bon Jovi

O certo é certo e é necessário reconhecer: enquanto estive casado, Sheila me acompanhou em dezenas de corres, onde muitas vezes nem ao menos sabia quem era o artista ou a banda. Ela é fã de MPB, mais especificamente de Marisa Monte, e conhecia poucas bandas de rock - a maioria pelo nome, não pelo som.

Claro que isso a fez ter fotos que são o sonho de muitos, tais como Iron Maiden, AC/DC, Kiss, Queen, Aerosmith, Motörhead, Roger Waters, Deep Purple, Saxon, Dream Theater, Queensrÿche, Anthrax, Blind Guardian, Scorpions, Europe, Whitesnake, Doro, Epica, entre outras, além de artistas de outros gêneros e atores hollywoodianos. Ela conseguiu foto até mesmo com Michael Schumacher, que eu não consegui.

Houve duas ocasiões onde a iniciativa de fazer o corre partiu exclusivamente dela: Marillion e Air Supply. Além disso, ela sempre deixou claro que gostaria de conhecer os Irmãos à Obra, Josh Holloway (ator de Lost que nunca veio ao Brasil) e, principalmente, Jon Bon Jovi.

O casamento acabou, mas a amizade permaneceu intacta. Em 2017, Bon Jovi foi uma das atrações confirmadas no festival São Paulo Trip. Na data em que a banda se apresentaria em São Paulo, eu estaria em Curitiba para tentar conhecer Alice Cooper, mas incentivei Sheila a se hospedar e tentar conhecer Bon Jovi - era o típico corre que não dá para fazer no modo fácil, apenas esperando na frente do hotel. Ela recusou, alegando não poder pagar pela diária, que é cara.

De fato, em um dia normal, a diária do Fasano ficava em torno de R$1.300,00. Com a lotação quase esgotada, o preço beirava o dobro. Como eu sabia que Ellen também queria se hospedar e dividir a diária, eu disse que pagaria a metade dela. Sendo assim, ela topou.

O plano era reservar somente uma diária, na data do show, quando deveriam tentar na saída da banda para o show, ou no retorno. Sabíamos que seria difícil, mas Sheila era experiente e Ellen sempre foi minha melhor "aluna" - em muitos pontos, me superou, pois desenvolveu técnicas de corre que eu não utilizava. Uma delas era, com artistas considerados difíceis, levar um presente para tentar fazer faze-los parar. Na maioria das vezes, mandava fazer uma camisa oficial da seleção brasileira, com o nome do artista em questão às costas.

Ainda houve um problema adicional: quando tentaram fazer a reserva, descobriram que a lotação foi atingida: não havia mais quartos disponíveis. Entretanto, assim como consegui, em 2011, um quarto de última hora no hotel do Iron Maiden em Brasília, devido à desistência de um hóspede, elas também poderiam ter essa sorte. E tiveram: no dia em que planejaram se hospedar, Ellen telefonou ao hotel logo cedo e foi informada de que houve desistência, portanto havia um único quarto disponível, por R$2.500,00. Ellen pagou tudo no cartão e quando retornei a São Paulo a reembolsei com a metade desse valor.

Quando o dia chegou, eu estava em Curitiba, acompanhando tudo à distância em tempo real. As duas sempre me enviavam mensagens contando o que estava acontecendo. De noite, recebi a confirmação: conseguiram! Fantástico! Questionei sobre a dificuldade, e a resposta foi que tudo aconteceu na saída para o show. Bon Jovi não parecia interessado em atender ninguém, passava por todos ignorando e dando naba. Havia alguns outros fãs que também se hospedaram, mas escoltado por seguranças, ele não parava. De fato, a única coisa que o fez parar foi o presente de Ellen.

Claro que Jon aceitou tirar uma foto com ela, mas houve algum problema com a câmera, que se recusava a disparar. Quase não rolou, mas Sheila conseguiu arrumar e as fotos aconteceram, tanto com ela, como com Ellen. Bon Jovi não atendeu mais ninguém, nem mesmo Lizandra, que também estava no hotel como convidada de um casal de amigos. Essa foi uma grana que valeu a pena gastar, fiquei realmente feliz, como se fosse eu mesmo conseguindo uma foto difícil.

A partir de agora eu e Sheila tínhamos as fotos com os artistas que mais queríamos, eu com o Iron Maiden, ela com Bon Jovi

Esse foi o penúltimo corre de Sheila. Depois desse, ela só fez o dos Irmãos à Obra, em 2019. Provavelmente só faça outro se Josh Holloway aparecer pelo Brasil.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Richie Sambora + Orianthi

Sheila não estava em São Paulo, pois viajou para passar um tempo com sua família que reside em outro estado. Sem ela, o corre do Richie Sambora começou na quinta-feira, um dia antes da chegada do ex guitarrista do Bon Jovi, pois os integrantes vieram ao Brasil separadamente. A banda não estava em turnê, logo cada músico estava em um local diferente do planeta e o ponto de encontro seria já no Brasil. Não me recordo exatamente como, mas a Jessica sabia que Glen Sobel, o baterista do Alice Cooper, chegaria ao país um dia antes que Sambora. Fomos ao aeroporto e conseguimos fácil. Muito gente boa!

Como o Alice Cooper não estava em turnê, Glen Sobe aproveitou para participar dos shows de Richie Sambora no Brasil

O corre pra valer só começava no dia seguinte, sexta-feira. Como praticamente ninguém que faz corres tinha foto com o Sambora, sabíamos que muitos tentariam encontra-lo já no aeroporto, portanto achamos que seria mais adequado tentar no hotel. Marcio tirou muitas FOTASSAS épicas no desembarque do guitarrista.

O que realmente não contávamos era com a presença de fãs comuns no hotel. A bem da verdade: fã é uma merda. Poderia ir no hotel quieto e conseguir uma foto, um autógrafo, uma conversa, um momento especial, mas faz questão de espalhar a informação para o máximo de pessoas possível. Muitas vezes posta o nome do hotel onde o artista está em uma fã page no Facebook, disseminando a informação. E mesmo que passe apenas para um amigo, esse amigo passará para outro, que passará para outro, que passará para outro... E foi exatamente o que aconteceu. Como eu sempre digo "amigos unidos levam naba juntos!".

Fui com Marcelo Zava ao Sheraton, onde constatamos a presença de vários rostos conhecidos de outros corres. Mas pior, muito pior, o hotel também estava cheio de fãs. E não deu outra: quando Richie e Orianthi chegaram, foram imediatamente cercados por um bando de animais que não sabem fazer corre. Gente como eu sabe respeitar, aguardar a vez. Fã não, parte pra cima, não quer nem saber. E é claro que isso assusta os músicos que, se param para atender, logo desistem e entram correndo o máximo que podem. Eu até consegui tirar uma foto de Marcelo Zava com a Orianthi em meio à confusão, mas foi só. Ele não conseguiu tirar minha foto com ela e muito menos conseguimos alguma coisa com Richie Sambora.

Na manhã seguinte, logo cedo, ele passou em minha casa e retornamos ao hotel. Esse seria um longo dia e completamente épico, mas ainda não sabíamos disso. De manhã, a única movimentação foi quando Wesley Safadão passou por nós. O hotel tem um heliponto, que ele utilizou para se deslocar. Viu aquele monte de cabeludo e passou por nós com a certeza de que não seria reconhecido. Mas foi, nós o chamamos e conseguimos a foto. Por mais que não faça música que gostamos, ainda assim foi gente boa e nos atendeu sem problemas.

Diz a lenda que quando dois safadões se encontram, é necessário tirar uma foto para registrar o momento

A tarde foi morta, sem sinal nenhum de que algo fosse acontecer. Nem parecia que algum artista estava hospedado no hotel. Com a chegada da noite, Anebelle, a doida dos corres, enfim apareceu. Zava sentou-se próximo a ela e ficaram conversando. De saco cheio após um dia de espera totalmente improdutivo, eu, Carlos, Jéssica, alguns outros amigos e até mesmo alguns aleatórios que também aguardavam pelo Sambora, resolvemos ir ao shopping para comer alguma coisa. Fomos ao McDonalds, onde comemos e conversamos. Inevitável alguém reclamar da chegada de Anebelle.

Carlos relembrou um certo corre do Slipknot, que eu não fiz: "um dos músicos desceu e a Anebelle foi a primeira a aborda-lo. Como sempre, achou que a foto ficou feia e pediu mais uma. Ainda não contente, pediu outra. Quando me dei conta, ela já tinha tirado cinco fotos com o cara e eu ainda estava no zero. Neste momento a porta do elevador se abriu e desceu um hóspede aleatório. Para me livrar dela, eu apontei para ele e disse "olha, é o guitarrista". Deu certo! Ela "voou" até ele e ficou pedindo para tirar foto com ele, que não estava entendendo nada. Só assim que consegui minha foto com o cara".

Uma das meninas que tinha se sentado à mesa conosco era uma loirinha muito bonita, daquelas que chamam atenção naturalmente. Ela não estava acreditando no que ouvia. Nós garantíamos que a doida ia aos corres, mas não sabia nem quem eram os artistas com quem tirava foto - tanto que bastou dizer que um hóspede era famoso para querer tirar uma foto com o cara. Ela continuava incrédula que alguém realmente fizesse isso, então decidimos provar na prática, desde que topasse nos ajudar. Nós a disfarçaríamos com chapéu e óculos escuros e a faríamos entrar no hotel, então a abordaríamos como se fosse a Orianthi. Ela, é claro, nos atenderia em inglês, como se realmente fosse.

Felizmente, o hotel tem muitas entradas, então foi relativamente fácil manda-la para fora sem ser percebida. Sem ela, retornamos ao hall, onde estavam Zava e Anebelle, e aguardamos. Quando a menina entrou na maior pose de rockstar, nos comportamos como se realmente fosse a Orianthi. Nos levantamos, a abordamos e fingimos que tiramos fotos com ela. Zava já chegou abraçando e pediu para eu tirar uma foto dela com ele. Depois disse que sabia que não era a Orianthi, mas não sabia quem era, então tirou e depois nos perguntaria quem era. Claro que acreditamos (só que não), assim como acreditamos (só que não) que ele conseguiu tirar uma foto com Michael Jackson, mas a câmera caiu em um bueiro e a foto foi perdida. Totalmente verídico HAHAHAHA

Anebelle, por sua vez, estava totalmente desesperada, pois não conseguia se aproximar da menina, já que propositalmente a cercamos, então ficou berrando "Orionthi! Orionthi!". Seria uma pena se o nome  fosse Orianthi, não?! Ela só sossegou quando também conseguiu a foto, o que comprovou a tese de que pessoas como ela, que abordam alguém que nem sabe quem é, realmente existem. A cena foi tão patética que até mesmo os seguranças do hotel deram risada.

Marcelo Zava e Orionthe

Não dava mais para ficar ali, todo mundo estava "rachando o bico por dentro". Precisávamos sair de lá e dar risada até cansar. Retornamos ao shopping. Lembro de ter até mesmo deitado no chão de tanto rir. 

Mais algumas horas se passaram e a meia noite se aproximava. Muitos já tinham desistido. Cansado, desisti também. Fora o Safadão e a Orionthi, era um corre que se arrastava por quinze horas sem nenhum resultado. Zava disse para ficar um pouco mais, mas eu estava de saco cheio. Respondi que iria caminhar até o carro, onde o esperaria. Isso seria uma forma de pressiona-lo para abandonar o corre também. Entretanto, quando cheguei no carro, estacionado algumas quadras distantes do hotel, Zava me ligou dizendo "mano, volta rápido, o cara vai atender!". Sem entender nada, retornei.

Quando cheguei havia uma fila organizada em frente ao hotel. Zava guardou meu lugar, e explicou que o casal retornou da rua e prometeu atender a todos, desde que fosse de maneira organizada. Sambora estava negociando com o hotel por um espaço onde pudesse atender sem a confusão do dia anterior. De fato, após alguns minutos, o tal evento se iniciou. Foi praticamente um meet & greet totalmente gratuito, coisa fina mesmo!

Richie Sambora não se importou em nos atender, ele só queria que fosse organizado e sem confusão
Como seu namorado, Orianthi foi bastante simpática com os fãs
Por mim, da melhor maneira possível, o corre tinha definitivamente acabado. Alguém me explica por que diabos Zava retornou ao hotel no dia seguinte, se conseguiu fotos tão boas quanto as minhas?! No entanto, não conseguiu mais nada. Neste dia, domingo, Sheila retornou da viagem.

Após o show em São Paulo, a banda seguiu para Porto Alegre, onde tinha mais uma apresentação agendada. Fazer o corre de conexão era a opção para quem não tinha conseguido, incluindo Sheila, Carlos e Jéssica (que desistiram antes dele antender no sábado). Eu não fui ao aeroporto para tentar, mas Sheila foi e ficou me avisando em tempo real sobre o que estava acontecendo. Mas não foi tão fácil quanto pensávamos que seria.

"Quando Sambora e Orianthi desembarcaram, havia poucos fãs no terminal 2, mas eles não pararam para atender ninguém. No máximo, permitiram selfies sem parar de caminhar, enquanto arrastavam seus carrinhos de bagagem. Alegaram que estavam com pressa para não perder o voo de saída do Brasil. Havia uma van esperando, que os levou ao terminal 3. Corremos como doidos e conseguimos chegar antes. Como eu já tinha conseguido as selfies, deixei que quem não conseguiu (por exemplo, Jessica) os abordasse. Quando entraram no terminal, o caos estava formado. Havia muitos fãs, incluindo Anebelle. Até onde pudemos ver, ninguém mais conseguiu nada. Eles embarcaram o mais rápido que puderam."


Como já se tornou tradicional desde o corre de Lionel Richie, o sucesso no aeroporto foi comemorado com Stella Artois.

Carlos, Jonny, Estéfano, Jessica e Sheila comemoram o sucesso do corre com a tradicional Stella Artois