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sábado, 11 de novembro de 2017

Satyricon

Sabe aquele corre em que se faz alguma merda e perde-se a chance de conhecer a banda, ou ao menos algum integrante importante? Pois é, foi esse. Eu estava injuriado com tudo o que aconteceu na minha passagem por Porto Alegre (ainda não escrevi sobre isso, mas escreverei), então estava a fim de pegar a primeira tonta que aparecesse na minha frente, não importava quem fosse. 

Me inscrevi em um aplicativo de relacionamento chamado Hapnn, e logo nas primeiras horas já tinha um encontro agendado. Marcamos de nos conhecer pessoalmente no Burdog da Avenida Dr. Arnaldo na mesma noite. O problema é que também era a noite de corre do Satyricon, mas acreditei que se gerenciasse o tempo direitinho, daria para fazer tudo. A ideia era comer, me despedir da menina, e seguir para o hotel onde estava a banda, para conhecer os integrantes do Satyricon, após o show.

O que eu não contava é que, após o encontro, ela decidisse retornar a pé para casa, distante 1.5 quilômetro, na Rua Heitor Penteado. Pareceu uma boa ideia acompanha-la na caminhada, enquanto conversávamos mais um pouco. Eu a deixaria no prédio em que ela mora, chamaria um táxi, e seguiria para o corre. O problema é que, com a caminhada inesperada, cheguei atrasado ao hotel. A banda já tinha chegado e Satyr subiu para o quarto após atender Carlos e Jessica que, diferentemente de mim, não se atrasaram. Como consolação, consegui conhecer Frost, um dos dois integrantes oficiais da banda - todos os outros são apenas músicos de turnê.

Frost, baterista do Satyricon

Satyricon é uma banda rara em São Paulo, só veio duas vezes, a primeira em 2011, quando eu ainda não era bom o bastante nos corres, e a segunda em 2017, quando fiz essa bobagem. Não é o tipo de banda que se deve perder, pois demora muito para retornar, se retornar. No planejamento inicial estava incluso assistir ao show, mas como a doida do sul surtou e desistiu de vir a São Paulo, perdi completamente o tesão de ir, optando por fazer somente o corre. Fiz tudo errado.

Acompanhando os músicos, estava Dewindson Wolfheart, vocalista do Wolfheart and the Ravens e ex Ravenland. Tommy Lindal, guitarrista original da banda norueguesa Theatre of Tragedy, o acompanhava. Dewindson, que é meu amigo, nos apresentou, anunciando que Lindal era o novo guitarrista de sua banda atual. Só fui entender quando cheguei em casa, postei as fotos no Facebook e marquei Tommy Lindal. Nos minutos seguintes, ele me adicionou, e começamos a trocar ideia no Messenger. Descobri que ele estava morando no Brasil porque tem filhos com uma brasileira. Quem diria?! Eu jamais imaginaria...

Juliana Novo, baterista do Crucifixion BR, também minha amiga, estava no hotel como convidada de Dewindson para, como eu, conhecer os integrantes do Satyricon.

Tommy Lindal, guitarrista da formação original do Theatre of Tragedy, e Frost
Juliana Novo, baterista do Crucifixion BR

Fim de corre. Mas o pior ainda estava por vir... No dia seguinte fiz uma bobagem ainda maior (que contarei em outra oportunidade).

sábado, 21 de julho de 2012

The Agonist

Em 2011, eu e Alvaro fomos ao show do The Agonist, mas não conseguimos localizar o hotel, então não foi possível fazer o corre. Um ano se passou, e desde antes do corre começar, eu e Léo já sabíamos que tratava-se uma banda série C com vocalista mala, Alissa White-Gluz, hoje no Arch Enemy. Antes do show, quando a maior parte da galera já estava dentro do Carioca Club, o baterista Simon McKay saiu para fumar um cigarro, então já aproveitamos para aborda-lo.

Entre os que quase chegaram atrasados para o show, houve um bônus: os então vocalistas do Ravenland. Dewindson Wolfheart e Juliana Rossi, que na época formavam um casal. Eu já os havia conhecido há alguns meses, eles tornaram-se meus amigos, mas ainda assim é sempre uma foto legal.

Simon McKay, baterista do The Agonist
Juliana Rossi e Dewindson Wolfheart, então vocalistas do Ravenland

Após o show, eu e Léo seguimos para o hotel. Quando a banda chegou, Alissa usava um capuz que escondia seus cabelos coloridos  característicos. Fazer o que, né? A abordamos e ela aceitou tirar uma foto, mas não tirou o capuz. Nem encostei muito, pois sabia que é mala. Em seguida abordamos o resto da banda, que não se importou em tirar fotos. Simpáticos, se organizaram para rolar uma foto com a banda toda, ao menos com os integrantes que estavam ali. Eu prefiro fotos individuais, mas ok.

Marcio e Fernando também chegaram ao hotel. Com eles e nós, éramos apenas 4 interessados em tirar fotos com a banda. Enquanto eles abordavam os integrantes que ainda estavam por ali, Alissa, que já havia subido para o quarto, desceu, dessa vez sem o capuz. Eles a abordaram, que aceitou tirar foto com eles. Eu e Léo queríamos outra, pois estava muito mais bonita sem o capuz, mas ela não aceitou. Naba!

Alissa White-Gluz, a vocalista mala do The Agonist, que saiu para entrar no Arch Enemy em 2014
Pascal "Paco" Jobin, guitarrista do The Agonist
The Agonist: Pascal "Paco" Jobin, guitarrista, Danny Marino, guitarrista e Chris Kells, baixista