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sábado, 26 de outubro de 2019

Epica + Eder Jofre

Eu já tenho um monte de fotos com o Epica, mas como ficar em casa quieto quando Simone Simons está vindo aí?! Há muito fã de Epica que diz que Simone é chata, e eu discordo completamente. Chatos são os fãs de Epica, que andam em bando (apenas lembrando, por exemplo, de 2016 no Epica Fest: estava eu, o Carlos e a Jessica em frente ao hotel quando, de repente, chegou de uma vez cerca de 20 fãs. Que banda que gosta de ver multidão em frente ao hotel?!) e gostam de pegar no artista (como esquecer das inúmeras vezes que já ouvi Simone dizer a algum fã "don't touch my hair"?!). Então, com o Epica, vindo ao país mais uma vez, lá estava eu novamente.

Desta vez, fui com o amigo Roberto. Ele ainda não tinha fotos com a banda e adoraria ter conhecer Simone (quem não?!). Ele passou na minha casa de carro e fomos ao aeroporto. Quando chegamos, encontramos o mesmo pessoal de sempre. Corre de Epica é atemporal, pois em todas as oportunidades aparecem os mesmos fãs. Mas reparei algo que me chamou atenção: havia um grupo de torcedores com a camisa do São Paulo, incluindo um mascote fantasiado. Quem seria o são paulino ilustre prestes a desembarcar? Uma das meninas que estava conosco perguntou para eles, e a resposta foi sensacional: Eder Jofre, tri-campeão mundial de boxe. Sensancional! Com certeza o abordaríamos também.

Quando a banda desembarcou, todos atenderam na área onde as vans pegam as bandas. A primeira a atender foi justamente Simone. Em seguida consegui com os sempre gente finíssima Mark Jansen e Ariën van Weesenbeek, e com Isaac Delahaye. Por algum motivo, não vi Rob van der Loo e Coen Janssen, mas alguns de meus amigos tiraram fotos com eles. Provavelmente eles entraram na van enquanto eu estava tirando as fotos de Roberto e de outros amigos presentes, ou enquanto Roberto tirava as minhas fotos com os quatro que citei. Sem problemas, já tenho com todos mais de uma vez. O importante é que consegui mais uma foto com Simone, o resto sempre será bônus.

Simone Simons, vocalista do Epica
Mark Jansen, guitarrista e vocalista do Epica
Ariën van Weesenbeek, baterista do Epica
Isaac Delahaye, guitarrista do Epica

Quando a van partiu, todos os fãs se dissiparam e foram embora. Apenas eu, Roberto, Juliana e Luh retornamos ao terminal para esperar por Eder Jofre, que também não demorou a desembarcar. Neste dia, ele tinha 83 anos e eram notórios seus problemas de saúde que os anos de boxe lhe trouxeram. Após a recepção do grupo que o esperava, o abordamos assim que percebemos uma oportunidade. Sinceramente?! Deu dó! Quando o abordei, percebi que ele prestou atenção ao que falei, mas simplesmente não conseguiu reagir. Não me disse nem sim nem não. Sua reação foi próxima de zero. Triste demais!

Eder Jofre, a maior lenda do boxe brasileiro. Infelizmente, talvez ele mal pudesse compreender porque eu estava ali


quinta-feira, 8 de março de 2018

Epica + Jon Secada

Na véspera de nosso voo para Londres, eu e Ysabella nos hospedamos no hotel Pulmann, localizado a menos de 3 quilômetros do aeroporto de Guarulhos. No ano anterior, tive a traumática experiência de quase perder o voo para Belém, no dia em que mudei para a cidade, mesmo saindo de casa com quatro horas de antecedência, devido a um trânsito insano e totalmente não previsto. Desta vez preferi não correr riscos desnecessários. Já imaginou ter a realização de um sonho tão legal arruínada pelo trânsito?! Melhor não dar sorte ao azar...

Eu sabia que nesse dia os integrantes do Epica passariam pelo aeroporto de Guarulhos, vindos da Argentina, e que daria para ve-los na conexão, mas não me preocupei, já que não faria o corre. Pelo contrário: eu usava um app de paquera chamado Hapnn e tinha um encontro essa noite. Não, encontro não... Aventura mesmo!

Uma mulher, que tem mais ou menos a minha idade, trabalhava como corretora de imóveis em São Paulo e morava em Francisco Morato. Ela sugeriu que eu a acompanhasse de trem até sua cidade, para que pudéssemos conversar e nos conhecer. Como não bato bem da cabeça, aceitei. Então, deixei Ysabella no hotel, retornei a São Paulo, a encontrei na Barra Funda, e acompanhei-a em um trem lotado como lata de sardinha até Francisco Morato. Nos despedimos e fiz todo o caminho de volta até o hotel de Guarulhos.

Sim, você entendeu bem: eu estava em um hotel 5 estrelas, viajaria para Londres no dia seguinte, mas atravessei a cidade para literalmente ser espremido em um trem até Francisco Morato. Para ser sincero, gostei muito dela, e acredito que ela de mim. Se eu a tivesse beijado, seria correspondido. Em outra situação, poderíamos viver um romance que talvez durasse muito tempo, mas eu estava na melhor fase da minha vida, super bem de grana, viajando o tempo todo, não tinha como encarar estar com alguém morasse tão longe, o que me obrigaria a ir e voltar o tempo todo.

Já fiz muitos sacrifícios por mulheres nesta vida, mas desta vez não estava a fim, por mais que tenha ficado interessado em encontra-la novamente. Eu a vi duas vezes quando retornei de Londres, mas apenas como corretora, já que ela tentou vender o apartamento de meu avô. Nunca ficamos, e provavelmente foi melhor assim. 

Durante o retorno para Guarulhos, recebi algumas mensagens de Hana, totalmente surpresa, dizendo que o Epica ficou em São Paulo, não seguindo imediatamente para Belo Horizonte, como eu havia calculado. Isso também me pegou de surpresa, é claro. Ela soube porque um dos técnicos de guitarra postou uma foto de cerveja e foi possível ver o nome do lugar impresso no guardanapo embaixo do copo. Era o bar do Bristol International Airport Hotel. Se eu já estivesse na cidade, a teria acompanhado, mas ainda estava distante. Hana foi e conseguiu encontrar os músicos, as fotos rolaram numa boa. 

Jess me chamou para acompanha-la no dia seguinte, mas achei arriscado tentar; mais uma vez, minha preocupação eram os imprevistos no trânsito. Em tese seria totalmente possível mas e se não fosse?! Preferi não arriscar.

Quando cheguei, Ysabella estava totalmente sem graça devido a um pequeno acidente: "Quando você saiu, eu fiquei no bar do hotel bebendo, bebi umas cinco piña coladas. Voltei pro quarto, tomei banho de banheira. Mais tarde pensei em pedir comida no quarto, mas era muito caro, pois tinha taxas de serviço, então desci para comer no restaurante, onde provavelmente seria mais barato. Quando peguei a bandeja para começar a me servir, eu caí que nem merda. Eu estava muito bêbada, de salto, e todo mundo parou para me olhar, foi uma situação totalmente constrangedora".

Não demoramos a dormir e nosso plano era acordar tarde para estarmos totalmente dispostos para a viagem. Na manhã seguinte, quando descemos para tomar café da manhã, que estava incluso na diária, recebi uma mensagem do Carlos, comunicando que Jon Secada estava vindo em um voo que pousaria às 11:15hs no terminal 2. Ele sabia disso graças a um bug no app da Gol, que explorávamos para saber o voo exato em que determinado artista viria. Ele não faria esse corre, mas estava ajudando o Japonês a determinar em qual voo e aeroporto viria Secada.

Com uma oportunidade dessas, dane-se os planos de curtir o hotel. Avisei Ysabella que iríamos mais cedo ao aeroporto, então terminamos o café, subimos para o quarto, recolhemos nossas coisas, descemos, fizemos o check-out e embarcamos no transfer gratuito para o aeroporto. Quando chegamos ao terminal 2, o Japonês já estava por lá. Ainda assim, quase o perdemos. Eu não o reconheci quando ele desembarcou acompanhado por alguém da produção. Não me chamou atenção. Quando o Japonês alertou, ele já estava passando por nós. Demos uma corrida, o abordamos, e as fotos aconteceram fácil, na maior tranquilidade.

Depois do fiasco de 2014, finalmente eu e Jon Secada

Eu e Ysabella enrolamos quase 7 horas no aeroporto até embarcar, mas ao menos valeu a pena.


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Congonhas + Epica

Eu e Jonas decidimos passar o dia no aeroporto de Congonhas. A tarde teríamos que ir para Guarulhos, pois o Epica chegaria, mas poderíamos congonhar um pouco antes de seguir para lá. Não foi um dia de muitas fotos, consegui apenas 3. A primeira, curiosamente, foi logo depois que retornei de algumas tragadas para o pulmão. Jonas tirava uma foto com alguém que não reconheci, disse pra eu tirar também e acabei tirando. Quando ela foi embora, perguntei quem era. Ele respondeu "Deborah Secco". Olhei a foto e mais uma vez não reconheci. A Deborah que eu conhecia era a que interpretou Marlene em Celebridade: loira, cabelos longos. Mulher é foda mesmo, se muda um detalhe eu já não reconheço mais. Quando digo que sou péssimo fisionomista, ninguém acredita, mas sou. A segunda foi uma que eu já tinha: Giovanna Antonelli, mas agora de cabelo solto.
Deborah Secco: para mim, irreconhecível
Giovanna Antonelli, sempre simpática e sorridente

O terceiro foi o cantor Oswaldo Montenegro. Quando criança, minha mãe sempre tocava um álbum dele, então quando o encontrei, disse algo como "Tudo bom, Oswaldo? Posso tirar uma foto com você? Minha mãe é muito sua fã". Pela cara que ele fez, acho que não gostou muito, mas ainda assim a foto rolou. 


Nosso tempo acabou, então seguimos para Guarulhos. O corre foi um sucesso absoluto: todos os 6 atenderam e foram simpáticos. Apenas Simone Simons se irritou com os mosquitos que rodeiam o aeroporto, quando saiu do terminal.

Coen Janssen
Simone Simons
Isaac Delahaye
Rob van der Loo
Mark Jansen
Ariën van Weesenbeek
Simone irritou-se com os mosquitos, bem visíveis e próximos ao rosto dela

sábado, 9 de abril de 2011

Kamelot (sem Kamelot)

É claro que interessava conseguir uma foto com os músicos do Kamelot, mas interessava ainda mais conseguir uma foto com os vocalistas que acompanharam o Kamelot nesta turnê: Simone Simons (Epica), Fabio Lione (Rhapsody of Fire) e Elize Ryd (Amaranthe). Dos 3, eu só não tinha foto com Elize. Portanto, quando a banda desembarcou, fui nela. Que mulher absurdamente linda e simpática!

Até Simone Simons estava mega boazinha neste dia. Fabio também atendeu de boa. O problema é que todos os fãs que estavam no aeroporto estavam pelos bônus, não pela banda principal. Somente os bônus foram abordados, então os músicos do Kamelot entraram na van, e não foi possível conseguir com nenhum deles.

Elize se surpreendeu ao perceber que eu tinha uma foto para ela autografar. Ela me contou sobre o dia em que a tirou
Linda demais, simpática demais! Elize Ryd é simplesmente perfeita!
De todas as vezes que encontrei Simone Simons, esta foi a que ela estava mais simpática, até rolou uma conversa
Nem mesmo Simone Simons consegue ser bonita quando Elize Ryd está por perto
Fabio Lione, sempre buona gente

Alvaro sabia em qual hotel a banda estava hospedada em São Bernardo do Campo. Na verdade, a cidade só tinha um hotel com estrutura para receber as bandas que tocaram no Espaço Lux no começo da década de 2010: o Mercure. Fomos para lá, mas estávamos em Guarulhos. Tivemos que tomar o ônibus até o Tatuapé, metrô para o Brás, trem para São Caetano e, finalmente, o trólebus.

O problema foi que, quando chegamos, a banda já estava quase toda na van, pronta para seguir ao espaço Lux. A única que não embarcara ainda era Simone Simons. Com ela já tínhamos foto, então finalizamos. Foi o corre do Kamelot onde não abordei nenhum integrante do Kamelot.


sábado, 10 de abril de 2010

W.A.S.P. e Epica

Kevin sabia quais eram os hotéis, mas preferimos tentar algo diferente: esperar as bandas no aeroporto. Eu já havia pensado nessa possibilidade no ano anterior, quando o Stratovarius tocou no Rio de Janeiro em um dia e em São Paulo no outro. Pareceu lógico esperar pela banda em Congonhas, mas como eu e Natália acordamos tarde, não tivemos a oportunidade de tentar.

Naquele dia, mais uma vez minha casa estava com hóspedes. Alessandra e Lenice vieram de Manaus para assistir o Epica. Eu as convidei para me acompanhar ao aeroporto, mas preferiram continuar dormindo. Quando cheguei, havia uma galera por lá, incluindo Carlos e Kevin.

Eu estava com uma camiseta do W.A.S.P., e a primeira banda a desembarcar foi o Epica. Era a primeira vez que vi Simone Simons frente a frente, ela é muito mais bonita pessoalmente. Nessa época, eu ainda tinha o péssimo costume de abraçar os artistas no momento da foto. Eu a abracei, e ela não se importou. Em corres posteriores do Epica, Simone ficou conhecida por evitar o excesso de proximidade com os fãs, muitas vezes repetindo a já clássica frase "don't touch my hair" (não toque no meu cabelo). Observe que, na foto, meus dedos estavam um pouco entrelaçados no cabelo dela. Totalmente sem querer, mas estavam.

Após tirar foto com a Simone e Yves Huts dentro do saguão, abordei Mark Jansen já do lado de fora, que perguntou se esperávamos o Epica ou o W.A.S.P. Ao menos no meu caso, a resposta correta foi “as duas bandas”. Eu iria ao show de ambas, inclusive. Como era fã há pouco tempo e ainda não conhecia bem a formação, demorei para reconhecer e não consegui fotos com Coen Janssen e Isaac Delahaye. Quando retornei para casa com as fotos, minhas hóspedes dorminhocas arrependeram-se de não me acompanhar.

Simone Simons no auge de seus 25 anos
Yves Huts já saiu da sala de desembarque com o cigarro na mão. Observe que eu estava segurando um álbum do W.A.S.P.
Ariën van Weesenbeek, baterista do Epica
Todos no Epica são legais, mas Mark Jansen é absurdamente legal, sempre!

Quanto ao W.A.S.P., a banda demorou mais algumas horas para desembarcar. Não pude esperar, pois havia combinado algumas coisas com minhas hóspedes. Kevin me disse, entretanto, que todos os músicos foram chatos e não quiseram interação com os fãs que os aguardavam.

O show do W.A.S.P. estava marcado para as 18:00 hs no Santana Hall e o do Epica seria as 22:00 hs no Via Funchal. Acreditando que seria possível assistir aos dois, comprei os ingressos, mas assisti somente o do Epica pois, até às 20:00 hs, o show do W.A.S.P. nem ao menos havia começado, devido a um ataque de estrelismo do Blackie Lawless, que só apareceu para tocar após esse horário. Sei disso porque Kevin descobriu que, no estacionamento ao lado do local, havia uma passagem para os camarins da casa de shows. Então, como era por ali que a banda entraria, era ali que ficaríamos. Mais uma vez, ele não atendeu ninguém.

Um dos rockstars mais insuportáveis, Blackie Lawless não quis nem saber de papo e entrou sem atender ninguém

Desisti de assistir o W.A.S.P., encontrei uma amiga e fomos ao Via Funchal, onde assistimos a um show memorável. Após, fomos ao Hilton, onde a banda estava hospedada, mas parece que todos que estavam no show tiveram a mesma ideia, pois estava lotado de fãs em frente ao hotel. É claro que, desse modo, a banda entrou por alguma entrada alternativa e não atendeu ninguém, totalmente compreensível.

No dia seguinte, bem cedo, voltei ao Hilton com minhas hóspedes preguiçosas para tentar as fotos que faltaram com o Epica. Elas levaram suas câmeras e tiravam foto de tudo e todos. Antes que fossem embora de minha casa, copiei seus cartões de memória. Abaixo algumas das imagens que elas conseguiram:

Yves bebendo e fumando logo cedo. Pode acreditar, isso era 07:00 hs da manhã 
Coen e Simone saindo do hotel
Simone toda feliz ao ser presenteada com uma caixa de Ferrero Rocher por um fã
Yves não parava de fumar
Mark foi o último a entrar na van

Tirei apenas com o Coen e mais uma com a Simone - não costumo tirar duas fotos com o mesmo artista na mesma turnê, a menos que a foto não tenha ficado boa, mas foi irresistível. Isaac demorou demais para aparecer. Os demais integrantes da banda e o pessoal da produção já demonstravam uma clara preocupação com o horário do voo. Então, quando ele apareceu, entrou na van correndo, sem atender ninguém.

Simone é muito linda e estava de ótimo humor
Coen Janssen não se importou de atender a galera

Uma curiosidade sobre este dia é que sempre observei que Kevin levava, além da discografia completa, uma foto para a banda autografar. Todas as vezes em que eu fazia um corre e não tinha um CD ou vinil da banda, tinha o cuidado de comprar um CD para autografar, mas isso era custoso e trabalhoso. Com o MP3 em alta e a venda de CDs em declínio, muitas vezes eu simplesmente não encontrava, quando encontrava não era com a formação atual. Foi o que aconteceu nesse caso: tentei comprar na Galeria do Rock, mas não encontrei nenhum com aquela formação.

Decidi adotar como padrão sempre levar uma foto. Monta-la dava um pouco de trabalho, mas ao menos era barato. Sheila abraçou essa ideia comigo, e como entendia bem mais que eu de Photoshop, criou modelos que utilizo até hoje. Basta uma imagem da banda em alta resolução, uma imagem do logo, e o nome e respectivo instrumento de cada integrante, que o arquivo fica pronto rapidinho. Para ter mais qualidade, mando revelar.


Kevin ainda me chamou para ir ao Hollyday Inn naquela tarde para tentar novamente o W.A.S.P. mas, devido a tudo que aconteceu, não fui. Me arrependi pois eles, incluindo Blackie Lawless, atenderam os fãs, embora de má vontade. A banda demorou 9 anos para retornar ao Brasil. Em 2012 e em 2015 foram anunciados shows no país, que acabaram cancelados pelo mesmo motivo: falta de profissionalismo de Blackie Lawless.