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sábado, 21 de abril de 2018

Glenn Hughes

Dois anos se passaram desde a última tentativa frustrada de conseguir uma nova foto com Glenn Hughes. Desta vez, eu estava bem melhor financeiramente e em começo de namoro com Arianne, então - embora não fosse necessário - decidi me hospedar e chama-la para passar a noite comigo. Cheguei ao hotel por volta das 14:00hs, e ela chegaria mais no final da tarde.

Logo que fiz o check-in, notei que Lizandra e um casal de amigos estavam dentro do hotel, estrategicamente posicionados em uma área meio isolada, próxima aos elevadores. Se Glenn passasse, teriam tempo para fazer a abordagem. Fiquei conversando com eles por algum tempo, mas decidi subir para deixar minhas coisas no quarto. Isso foi uma decisão ruim: embora tenha subido e descido em menos de 5 minutos, nesse intervalo, Glenn Hughes saiu para o show e os atendeu. Eles apenas me esperaram para contar, pois logo foram embora felizes.

Subi novamente, deitei um pouco, e algumas horas depois decidi ir a uma loja de conveniência nas proximidades para comprar coca-cola e alguma coisa para beliscar mais tarde. Tão logo coloquei os pés na rua, alguém correu atrás de mim, berrando. Era Anebelle, perguntando onde eu iria, e se poderia me acompanhar. Ok, podemos ser civilizados e conversar de vez em quando, isso não é um grande problema. O que me irrita de verdade é quando ela berra, causa e estraga o corre.

Quando retornamos, ela ficou na recepção, e eu subi com as coisas. Algum tempo depois, Arianne chegou. Ainda mais tarde, Jessica também apareceu. Ok, seria nós 4 - ou 3, já que Arianne não estava interessada em tirar uma foto com Glenn, então foi automaticamente eleita para ser a fotógrafa. Ficou eu, Jessica e Arianne em um canto, Anebelle em outro. Sempre rola um clima pesado quando Jessica e Anebelle estão no mesmo ambiente, as duas realmente se odeiam.

Quando Glenn retornou do show, estava amigável, bem diferente do mala sem alça de 2016. Ele não se importou em atender, tirar fotos e autografar. Enfim consegui minha segunda foto com ele, e provavelmente não farei mais corres dele no futuro, já que fiquei satisfeito com o que consegui - apesar da proximidade de Anebelle. Como desta vez ela se comportou e soube esperar a vez, não nos importamos em tirar a foto dela, já que estava sozinha e não sabe tirar selfie. Se causasse, ficaria sem.

3 anos ou 3 tentativas para conseguir esse autógrafo 

sábado, 17 de setembro de 2016

Glenn Hughes + Circus Maximus

Um ano se passou desde que perdi a oportunidade de ver Glenn Hughes no aeroporto. Ele retornou a São Paulo e era hora de tentar novamente. No dia do show, eu e Marcelo Zava fomos ao hotel, mas Glenn estava insuportavelmente mala. Havia somente duas pessoas esperando, nós. Quando retornou da passagem de som, passou com cara de poucos amigos, escoltado pelo produtor.

Na saída para o show, a palhaçada foi ainda maior, com todo um esquema para que ele entrasse na van sem ser incomodado, envolvendo até mesmo os seguranças do hotel, que ficaram incumbidos em preencher os espaços entre a porta do hotel e a van. Que ridículo, totalmente desnecessário! Somos educados, apenas o chamaríamos. Se não quisesse atender, paciência, poderíamos fazer o que?! Quem invade hotel e força a barra são os teens e os hunters do bem.

Na ocasião, Zava quase enfiou a mão na cara de um segurança folgado do hotel. Se isso acontecesse, embora não precisasse de minha ajuda - já que Zava é maior que eu - eu o ajudaria, seria um quebra pau da porra! Quando chegamos ao hotel, até conversamos numa boa com ele, que foi bastante educado. Porém, logo quis mostrar serviço e começou a falar besteira, por exemplo, "que jamais sairia de sua casa para perder tempo atrás desses caras de banda". É nosso hobby e ele não tem nada com isso, mas ainda assim tentamos levar numa boa, simplesmente ignorando-o. Ele decidiu passar ao próximo nível.

Não representávamos nenhuma ameaça, não tentamos entrar nenhuma vez, mas ainda assim ele ativou o fechamento automático da porta, apenas para tirar nossa visão do que acontecia dentro do hotel. Até então, a porta estava aberta o tempo todo. Revoltado, Zava decidiu ficar passando de um lado para o outro, apenas para ativar o sensor, fazendo a porta abrir, nos possibilitando ver o que rolava.

O segurança pediu para ele parar, e Zava perguntou se ele não tinha nada melhor pra fazer, além de encher nosso saco. Ele, então, pediu para Zava se retirar da área do hotel, e esperar na calçada. Zava se recusou, dizendo que ali era uma área pública, e que se quisesse que ele saísse, era só tentar tira-lo. Baixinho, o segurança arregou.

Mais tarde, um senhor saiu com um cachorro, permitindo que ele "se aliviasse" no jardim do hotel. O mesmo segurança foi reclamar, mas o senhor o mandou tomar no cu, alegando que era dono de dois apartamentos e que, desta maneira, também o pagava, inclusive para limpar a sujeira do cachorro dele. Hahaha, chupa! Adoro quando segurança folgado se fode!

Mais uma vez a foto com Glenn Hughes não rolou, mas como sempre, os músicos que o acompanharam nos atenderam. Eu e Zava desistimos quando a van saiu, levando a banda para o show. Poderíamos retornar ao término da apresentação, mas julgamos que seria perda de tempo. Por outro lado, um amigo nosso, Zé, que fez parte da equipe de produção que trouxe Glenn Hughes ao Brasil em 2010, foi e conseguiu a foto com Glenn, unicamente porque Pontus o reconheceu e o levou até ele. Não fosse o fato de produzir o show em 2010, não teria conseguido. Não consegui entender porque ele estava tão chato neste ano.

Soren Andersen (guitarrista) e Pontus Engborg (baterista) do Glenn Hughes
Nesta oportunidade, consegui os autógrafos de Soren e Pontus. Glenn assinou somente em 2018

Como bônus, consegui duas fotos com integrantes do Circus Maximus, que também estavam no hotel, já que vieram ao Brasil pela mesma produtora.

Lasse Finbråten, tecladista do Circus Maximus
Truls Haugen, baterista do Circus Maximus

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Glenn Hughes

Minha vida financeira com Sheila não atravessava seus melhores momentos, por isso, combinamos que eu só faria corres inéditos, de bandas e artistas com quem eu ainda não tinha fotos. Todo corre gera gastos: a condução, a foto que levo para autografar, muitas vezes um lanche... Então, eventualmente, eu fazia o que chamava de "corre secreto", ou seja, fazia o corre, mas não a deixava saber, pois se soubesse eu teria que ouvir bastante.

Nunca gostei da foto que tirei com Glenn Hughes em 2010, e estava injuriado pois, no ano anterior, ele permaneceu praticamente um mês no Rio de Janeiro, durante a Copa do Mundo, sem ser "incomodado" por ninguém. Exceto Vitor, nenhum carioca se dispôs a conhece-lo. Por isso, quando Gleen enfim veio a São Paulo, era hora de reencontra-lo. Nada poderia dar errado: o voo pousaria às 15:30 em Guarulhos, até as 16:00 hs eu já teria a foto, e chegaria em casa antes da Sheila, então não ouviria bronca nenhuma. Saí de casa e fui à Guarulhos.

O problema é que o voo atrasou muito - com nova previsão de chegada para 19:30hs. Nesse horário, Sheila já estaria em casa há quase uma hora. Por isso, com dor no coração, abandonei o corre, deixei meus amigos no aeroporto e retornei para casa. Mais tarde, Ellen disse que, quando ele desembarcou, atendeu e foi bacana. Menos mal que eu ainda poderia tentar no hotel.

Descobrir o hotel nem foi tarefa tão difícil, pois Doug Aldrich fez uma postagem no Instagram, então rapidamente reconhecemos o local. Após o show, no hotel, Glenn entrou sem atender ninguém, o que é compreensível: estava cansado, havia muitos fãs. Sem problemas, eu sabia mesmo que havia perdido a melhor chance ao abandonar o aeroporto.

Os músicos que o acompanharam não se importaram em atender, incluindo Doug Aldrich. O problema, mais uma vez, foi Jonas. Ele estava no aeroporto e conseguiu fotos com Glenn e Doug. Que diabos fazia no hotel?! Já não conseguiu?! Fica sempre cercando, sempre enchendo o saco. Nem parece que estava à beira de fazer 50 anos, sempre agindo como menininha, como fãzete apaixonada.

Quando Doug parou para atender, Jonas foi o primeiro a falar com ele. Elogiou seus trabalhos com o Dio, com o Whitesnake, tirou foto, pegou autógrafos. Porém, quando passou a vez para outro fã, nem assim saiu de perto, sempre cercando. Na minha vez, lá estava ele de papagaio de pirata. Que filho da puta! Fode vários corres e ainda estraga a foto dos outros!

Jonas fazendo o que faz de melhor: fodendo a foto dos outros
Pontus Engborg é um cara legal. Jonas não quis foto com ele, já que ele nunca tocou em uma banda grande

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

G3

Enquanto o G3 não chegava, eu, Sheila, Jonas e Estéfano tirávamos fotos com os bônus que desembarcavam em Congonhas. O primeiro deles foi a sempre simpaticíssima atriz Deborah Evelyn. Já a encontrei ao menos 3 vezes, ela sempre foi absurdamente legal, muito acima da média. Nesse dia, quando Jonas a abordou, ela disse "Você fica sempre aqui tirando foto com famosos, né? Eu me lembro de você!".

Na verdade, tínhamos conseguido fotos com ela duas semanas antes, quando realmente estávamos congonhando a toa, mas agora estávamos ali esperando pelo G3. De qualquer forma, ela zuou o Jonas, adorei! Eu mesmo só participei da abordagem porque tinha revelado a foto tirada na primeira ocasião, então queria o autógrafo.

Já encontrei Deborah Evelyn ao menos 3 vezes, ela sempre foi absurdamente legal, muito acima da média

Na sequência, passou a atriz Tânia Alves, o cantor Jair Rodrigues e a atriz Flávia Monteiro, do eterno "A Menina do Lado" (nem venha falar de pedofilia, pois eu e ela temos a mesma idade; logo, quando ela estava nua na telona com 14 anos, eu também tinha 14). Jair, que morreu menos de dois anos depois, foi mega gente boa. Estava bem claro que eu não era fã dele, mas mesmo assim já chegou brincando, naquele jeitão que todo mundo via na TV, era um cara autêntico, bem diferente daquele que diz no palco que somos uma família, blood brothers, mas fora dele foge dos fãs como o diabo foge da cruz.

Tania Alves
Fiquei chateado quando soube que Jair Rodrigues faleceu, era um cara legal
Flavia Monteiro, a eterna Menina do Lado

Em seguida, desembarcou o ator Thiago Lacerda. Não foi a primeira nem a última vez que eu vi. Ele é enorme (de acordo com o Google, tem 1,96m) e passa que nem um touro brabo, é difícil faze-lo parar. Não interage, apenas balança a cabeça, tira uma foto e já sai correndo, é bizarro. Nesse dia, Sheila e Léo conseguiram uma foto com ele, eu nem fiz questão, tanto que não tenho até hoje.

O cantor do Biquíni Cavadão, Bruno Gouveia, desembarcou e veio direto falar conosco. Ele não nos conhecia, mas percebeu o óbvio, disse que quem estávamos esperando já estava desembarcando, e mostrou no celular a foto que tirou com Joe Satriani. Sheila aproveitou o gancho e pediu para tirar uma foto com ele segurando o celular com a foto com Joe. Não sei porque não fiz o mesmo, não curto Biquini Cavadão, mas ele foi tão gente boa, que realmente não sei porque não. 

Bruno Gouveia do Biquíni Cavadão e Sheila

Na sequência, o G3 desembarcou. Para nossa surpresa, apenas os músicos, nenhum segurança os acompanhava, e não havia nenhuma van esperando por eles. Então, todos foram para a área externa, próxima ao desembarque - nessa época era permitido que vans parassem para embarcar bandas, hoje é proibido. Sendo assim, o corre em si foi mega tranquilo, todos os músicos atenderam de boa. Finalmente completei o Dream Theater - faltava o Mike Mangini, que não consegui dois meses antes.

Enfim conheci Joe Satriani, sou muito fã
Steve Morse, do Deep Purple, era um dos guitarristas dessa formação do G3
John Petrucci, do Dream Theater, era o guitarrista que finalizava esta formação do G3
Os músicos não estavam fazendo nada mesmo, aproveitei para tirar mais uma foto
Dave LaRue foi o baixista que excursionou com o G3
Mike Mangini, baterista do Dream Theater, completava a banda de apoio

O corre acabou, mas ficamos por perto. Queríamos poder ajudar se o transporte deles não aparecesse. Incrivelmente, realmente ajudamos. Uma molecada aleatória desembarcou, eram fãs que reconheceram Joe Satriani, foram "voando" para cima dele, prontos para cerca-lo. Quando vimos, eu e Léo nos colocamos na frente, impedindo. Pedimos para eles se acalmarem e ir um de cada vez. Só então permitimos. Acredite se quiser, mas nesse dia os seguranças fomos nós! Logo depois a van chegou, e os músicos seguiram seu caminho até o hotel.

sábado, 16 de outubro de 2010

Doogie White e Nick Simper

Kevin me convidou para ir atrás de Doogie White e Nick Simper, que fariam uma apresentação no Blackmore. Simper foi o baixista da formação original do Deep Purple. White passou por muitas bandas importantes, incluindo, entre outras, Rainbow, Yngwie Malmsteen, Praying Mantis, Rata Blanca e Michael Schenker Group.

Chegamos ao hotel, mas eles já haviam saído para o show, então caminhamos algumas quadras e conseguimos as fotos em frente ao local. Kevin viu o produtor, Milton (da AWO Production) e foi falar com ele. Que cara legal! Ainda que não precisasse, nos ajudou com as fotos. Ele sabia que não ficaríamos para o show, mas ainda assim nos ofereceu um par de ingressos. Eu tinha algum compromisso, não pude aceitar. Pelo que lembro, Kevin também tinha algo para fazer.

Na volta para casa, conversamos sobre sobre o comportamento de Milton, quase que legal demais para ser verdade. Kevin me disse que era um ótimo produtor, mas possuía um defeito: não trazia bandas para ganhar dinheiro, trazia as que ele era fã e queria assistir ao show ou conhecer os integrantes. Desta forma, trazia artistas com pouco interesse do público, o que resultava em shows quase intimistas, de tão poucas testemunhas que se dispunham a pagar por eles. Isso era bom para nós, pois trazia artistas que outros produtores sequer cogitavam, mas ele, com certeza, amargou grandes prejuízos.

Foi a quarta vez consecutiva que fiz o corre sem ir ao show (antes houve Scorpions, Lacrimosa e Rush), mas também não era grande fã de nenhum desses artistas. Até assistiria de boa um show do Scorpions, mas não fazia muita questão.

Doogie White 
Nick Simper