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segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Glenn Hughes

Minha vida financeira com Sheila não atravessava seus melhores momentos, por isso, combinamos que eu só faria corres inéditos, de bandas e artistas com quem eu ainda não tinha fotos. Todo corre gera gastos: a condução, a foto que levo para autografar, muitas vezes um lanche... Então, eventualmente, eu fazia o que chamava de "corre secreto", ou seja, fazia o corre, mas não a deixava saber, pois se soubesse eu teria que ouvir bastante.

Nunca gostei da foto que tirei com Glenn Hughes em 2010, e estava injuriado pois, no ano anterior, ele permaneceu praticamente um mês no Rio de Janeiro, durante a Copa do Mundo, sem ser "incomodado" por ninguém. Exceto Vitor, nenhum carioca se dispôs a conhece-lo. Por isso, quando Gleen enfim veio a São Paulo, era hora de reencontra-lo. Nada poderia dar errado: o voo pousaria às 15:30 em Guarulhos, até as 16:00 hs eu já teria a foto, e chegaria em casa antes da Sheila, então não ouviria bronca nenhuma. Saí de casa e fui à Guarulhos.

O problema é que o voo atrasou muito - com nova previsão de chegada para 19:30hs. Nesse horário, Sheila já estaria em casa há quase uma hora. Por isso, com dor no coração, abandonei o corre, deixei meus amigos no aeroporto e retornei para casa. Mais tarde, Ellen disse que, quando ele desembarcou, atendeu e foi bacana. Menos mal que eu ainda poderia tentar no hotel.

Descobrir o hotel nem foi tarefa tão difícil, pois Doug Aldrich fez uma postagem no Instagram, então rapidamente reconhecemos o local. Após o show, no hotel, Glenn entrou sem atender ninguém, o que é compreensível: estava cansado, havia muitos fãs. Sem problemas, eu sabia mesmo que havia perdido a melhor chance ao abandonar o aeroporto.

Os músicos que o acompanharam não se importaram em atender, incluindo Doug Aldrich. O problema, mais uma vez, foi Jonas. Ele estava no aeroporto e conseguiu fotos com Glenn e Doug. Que diabos fazia no hotel?! Já não conseguiu?! Fica sempre cercando, sempre enchendo o saco. Nem parece que estava à beira de fazer 50 anos, sempre agindo como menininha, como fãzete apaixonada.

Quando Doug parou para atender, Jonas foi o primeiro a falar com ele. Elogiou seus trabalhos com o Dio, com o Whitesnake, tirou foto, pegou autógrafos. Porém, quando passou a vez para outro fã, nem assim saiu de perto, sempre cercando. Na minha vez, lá estava ele de papagaio de pirata. Que filho da puta! Fode vários corres e ainda estraga a foto dos outros!

Jonas fazendo o que faz de melhor: fodendo a foto dos outros
Pontus Engborg é um cara legal. Jonas não quis foto com ele, já que ele nunca tocou em uma banda grande

domingo, 8 de dezembro de 2013

Steve Vai

Outro corre que teve tudo para ser simples, mas não foi. Logo cedo, Leo passou em casa e eu e Sheila fomos com ele ao aeroporto de Congonhas para tentar conhecer Steve Vai. Sem a ajuda dos Congonheiros, reconhecemos apenas dois famosos que desembarcaram: o jogador Edmundo, ex Palmeiras e Vasco, e o apresentador Marcelo Rezende.

Edmundo, o Animal, foi seco, mas pelo menos parou para a foto
Marcelo Rezende alegou estar com pressa, mas também parou para uma foto

Após passar toda a manhã e boa parte da tarde no aeroporto, admitimos que algo deu muito errado: Vai não passou por lá. O jeito foi seguir para o Credicard Hall, onde o show aconteceria, para tentar descobrir se seria possível aborda-lo lá. Após observar por algum tempo, concluímos: seria impossível, pois onde entram e saem os artistas é completamente isolado, com acesso proibido. Não lembro exatamente quem, mas alguém descobriu o hotel e nos avisou: Blue Tree Berrini. Seguimos para lá.

Após o show, Vai chegou acompanhado por um segurança, e atendeu a todos, com fotos e autógrafos. Todo corre que dá certo é um corre que vale a pena, só não precisava ter durado 14 horas. Como dizem por aí... que sorte!

Sempre ouvi dizer que Steve Vai é legal com os fãs, mas agora pude confirmar por mim mesmo

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Monsters of Rock 2013 - Dia 4

Após um day-off, era hora da única banda que ainda estava em São Paulo deixar a cidade, o Whitesnake. David Coverdale seria impossível, então nem ao menos tentei ve-lo embarcar. Às vezes, não é necessário estar presente para saber o que acontece. Como eu e Marcio conseguimos fotos com ele em Congonhas em 2011, os imitadores fizeram exatamente o que fizemos na ocasião, ou seja, estar em Congonhas. Todos eles! Logo, era óbvio que não valeria nem ao menos tentar. Quando se quer uma foto difícil é necessário fazer algo diferente. Imitar o que foi feito no passado simplesmente não é opção, pois todos farão o mesmo. Essa, enfim, é a diferença de quem sabe fazer corre e de quem não sabe.

Ainda cedo, eu e Sheila fomos ao aeroporto. Tão logo chegamos, surpresa: Ney Matogrosso, que eu tinha visto na tarde anterior, fazia check-in no balcão de uma companhia aérea. Sheila ficou um pouco chateada ao saber que consegui foto com ele e ela não, mas quis o destino que esse sentimento durasse pouco, quase nada. Assim que finalizou o procedimento, o abordamos. Ele ainda lembrava-se de mim, pois comentou alguma coisa sobre, só não recordo as palavras exatas. Coincidência incrível, nunca mais o encontrei ao acaso, nem antes nem depois.

Sheila nem conseguiu me invejar por muito tempo, pois quando chegamos ao aeroporto parecia que Ney estava esperando por ela

Quando a banda enfim apareceu, mirei somente nos músicos com quem ainda não tinha foto: o baterista Tommy Aldridge, o baixista Michael Devin e o tecladista Brian Ruedy. Missão cumprida, corre do Monsters of Rock finalizado, eu enfim poderia descansar, após sete dias consecutivos de corres diários.

Michael Devin foi baixista do Whitesnake de 2010 a 2021
Tommy Aldridge foi baterista do Whitesnake de 1987 a 1990, 2003 a 2007, e agora estava de volta à banda
Brian Ruedy, tecladista que tocou no Whitesnake de 2011 a 2014
Faltou apenas o autógrafo principal: David Coverdale, é claro

Apenas para constar: conforme previ, quando Coverdale deu as caras, o batalhão inteiro foi para cima dele, que correu e passou pelo portão de embarque o mais rápido que conseguiu. Quem sabe, sabe... 😉

sábado, 19 de outubro de 2013

Monsters of Rock 2013 - Dia 1

Após três dias de corre (Sharon Corr, Eddie Trunk e Viper), era hora de descansar, certo?! Errado! Enfim era hora de preocupar-se com as bandas que vieram ao Monsters of Rock 2013. As atrações de sábado não me atraíam tanto, decidi ignorar todas. Já as bandas que se apresentariam no domingo mereciam a minha atenção. Como gente como Jonas, cuidadora de idosos etc. estariam atrás do Aerosmith, preferi me concentrar em Whitesnake, Ratt, Dokken e Geoff Tate's Queensrÿche. Buckcherry e as bandas do primeiro dia do festival seriam tratadas como bônus: se conseguir consegui, se não conseguir dane-se!

Este corre consumiu quatro dias de minha vida. No primeiro deles fui de manhã ao aeroporto de Congonhas para tentar acompanhar o desembarque do Whitesnake e do Aerosmith. Infelizmente houve um congestionamento na Av. Washington Luís, o que me fez atrasar um pouco e perder o horário do desembarque. Não perdi muita coisa, pois David Coverdale correu o mais que pôde até a van, sem atender nenhum dos fãs que o esperavam. Broxado pelo atraso, sentei em um dos bancos do aeroporto e vi quando Nicole Bahls passou mais linda do que nunca, em um maravilhoso vestido branco, cercada por fãs que a acompanhavam. Apesar de ainda não ter foto com ela, não me animei a levantar para fazer a tentativa.

De noite fui atrás dos guitarristas do Whitesnake, Doug Aldrich e Reb Beach, que participaram de um workshop com bate papo no EM&T. É claro, foi fácil como tirar doce de criança. Muito acessíveis, tiraram fotos com qualquer um que quisesse, após o término do evento, já em frente ao local.


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Blue Öyster Cult

O que mais nos interessou quando o show do Blue Öyster Cult foi anunciado em São Paulo nem foi a banda propriamente dita, mas a presença do ex baixista do Quiet Riot, Rudy Sarzo. Rudy passou pela banda em quatro oportunidades, entre 1978 e 1979, 1982 a 1985, 1987 e de 1997 a 2003.

Na noite anterior ao show, eu e Sheila fomos ao Blue Tree Morumbi, onde nos encontramos com Breno. Foi quando começamos a perceber quem ele era de verdade. Toda a banda estava no hotel, menos Rudy, que tinha ido dar uma entrevista na rádio, se não me engano, na Kiss FM. Conseguimos todas as fotos, fácil, menos com o baterista, Jules Radino. Breno nos disse que, pouco antes de chegarmos, ele abordou Jules, que foi completamente grosso. Por isso, propôs que ninguém pedisse foto para ele. Meio a contragosto, aceitamos. Queríamos fechar a banda como sempre, mas pareceu ok nos solidarizar, se ele realmente foi tratado assim.

Houve uma hora em que estávamos todos sentados em um sofá, aguardando pela chegada de Rudy, quando Jules sentou-se na poltrona em frente e puxou papo conosco. Queria saber onde havia um bar de samba, para que ele pudesse ir. Respondemos que aqui é São Paulo, não é como no Rio de Janeiro, onde há samba em cada esquina; que aqui até tem samba, mas são eventos isolados, e que seria difícil saber onde haveria um naquela noite, era plena quinta-feira.

A conversa se estendeu por pelo menos meia hora, e ele mostrou-se muito gente boa, mas estávamos irredutíveis em não pedir para tirar fotos com ele. O problema é que, no dia seguinte, o moleque e vagabundo do Breno voltou ao hotel e tirou fotos novamente com todos, incluindo Jules. Ou seja: perdemos uma foto para ajuda-lo, e ele deu uma mancada dessas... A banda nunca retornou ao Brasil para que eu pudesse consertar esse erro.

Eric Bloom, vocalista e guitarrista do Blue Öyster Cult
Donald "Buck Dharma" Roeser, guitarrista do Blue Öyster Cult
Richie Castellano, tecladista e guitarrista do Blue Öyster Cult
Rudy Sarzo, baixista do Blue Öyster Cult de 2007 a 2012



sexta-feira, 11 de janeiro de 1985

Rock in Rio 1 (1985)


O primeiro Rock In Rio foi muito especial, pois colocou o Brasil na rota dos shows internacionais, que até então eram raríssimos e esporádicos, somente de bandas gigantes, como Queen (1981), Van Halen (1983) e Kiss (1983). Um show de uma banda internacional em uma cidade como São Paulo ou Rio de Janeiro era um evento tão raro, que tornava-se o assunto do ano, só se falava nele.

Imagine como foi para mim, com 12 anos, saber que minha banda favorita viria ao país, apenas dois meses depois de ouvi-la pela primeira vez. Conhecer o som do Iron Maiden foi quase como conhecer o amor de minha vida. Tanto que, 36 anos depois, aqui estou eu, mais fã do que nunca. Desde então tive todas as mulheres da minha vida - coincidentemente meu primeiro beijo foi em 1985.

O Brasil ainda vivia o regime militar, a moeda era o desvalorizado cruzeiro. Uma ligação internacional não era direta: era necessário falar com a telefonista, que seria capaz de completar a chamada. Em um mundo muito diferente do que existe hoje, dominado pelas gravadoras, o Brasil não era um mercado atrativo nem rota obrigatória na turnê de qualquer banda. O Rock In Rio não mudou isso imediatamente. Em 1985, excluindo o Rock In Rio, o show do ano foi Quiet Riot. Em 1986, Venom/Exciter. Apenas em 1989, quando o Motörhead e o Metallica vieram, a coisa começou a caminhar, mas com certeza quem abriu essa porta foi o festival de 4 anos antes.

Por essas e por outras, o primeiro Rock In Rio foi tão importante para mim. Quando desenvolvi a habilidade para fazer corres, decidi que conheceria o máximo possível das bandas e artistas que tocaram no festival, não importa se sou fã ou não. Foram 29 atrações, 14 internacionais, 15 nacionais - mas conto como se fosse 16 pois, embora fosse contado como um só, o show de Baby Consuelo e Pepeu Gomes contou com apresentações individuais, primeiro Baby, depois Pepeu; portanto considerei que foram dois shows.

Das 30 atrações, conheci ao menos um integrante de 22. Duas bandas completas com a formação da época: Iron Maiden e Scorpions. Provavelmente, no futuro, eu ainda conheça Ivan Lins, Lulu Santos e Rita Lee e consiga fotos com outros integrantes que tocaram no festival com Kid Abelha (Paula Toller), Paralamas do Sucesso (Herbert Vianna) e Blitz (Fernanda Abreu). Entre as internacionais, talvez acabe conhecendo Rod Stewart e integrantes do The B-52's, além de AC/DC (Brian Johnson) e Yes (Jon Anderson). Mais do que isso é difícil, muito difícil. Al Jarreau faleceu em 2017, Nina Hagen e The Go-Go's nunca vieram ao Brasil desde que comecei a fazer corres, em 2008.
  1. AC/DC - conheci 3 integrantes que tocaram no festival, Angus Young, Cliff Willims e Simon Wright. Levei naba de Brian Johnson. Não tive chance com Malcom Young
  2. Al Jarreau 
  3. Alceu Valença - conheci 
  4. Baby Consuelo - conheci
  5. Barão Vermelho - conheci um integrante que tocou no festival, Frejat
  6. Blitz - conheci dois integrantes que tocaram no festival, Evandro Mesquita e Juba
  7. Eduardo Dusek - conheci
  8. Elba Ramalho - conheci
  9. Erasmo Carlos - conheci
  10. George Benson - conheci
  11. Gilberto Gil - conheci
  12. Iron Maiden - conheci a formação completa que tocou no festival
  13. Ivan Lins 
  14. James Taylor - conheci
  15. Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens - conheci um integrante que tocou no festival, George Israel
  16. Lulu Santos 
  17. Moraes Moreira - conheci
  18. Ney Matogrosso - conheci
  19. Nina Hagen
  20. Os Paralamas do Sucesso - conheci um integrante que tocou no festival, João Barone
  21. Ozzy Osbourne - conheci 3 integrantes da formação que tocou no festival, incluindo Ozzy Osbourne, Tommy Aldridge e Don Airey (tecladista do Deep Purple, que excursionou com Ozzy em 1984 e 1985)
  22. Pepeu Gomes - conheci
  23. Queen - conheci 2 integrantes que tocaram no festival, Brian May e Roger Taylor
  24. Rita Lee
  25. Rod Stewart
  26. Scorpions - conheci a formação completa que tocou no festival
  27. The B-52's
  28. The Go-Go's
  29. Whitesnake - da formação que tocou no festival, conheci apenas o principal integrante de todas as formações: David Coverdale 
  30. Yes - conheci 3 integrantes da formação que tocou no festival: Tony Kaye, Chris Squire e Alan White. Levei naba de Jon Anderson
Todas as bandas internacionais se apresentaram duas vezes, exceto o Iron Maiden, que abriu uma brecha na World Slavery Tour para encaixar a apresentação no primeiro dia do Rock In Rio, mas no dia seguinte já voou para New York. Entre as nacionais, todas se apresentaram duas vezes, exceto Ney Matogrosso, Ivan Lins e Rita Lee.

11 de janeiro

Ney Matogrosso, o encontrei sem querer em duas oportunidades, ambas em 2013
Fiz o corre do Erasmo Carlos em 2017
Fiz o corre do Pepeu Gomes em 2015, e o reencontrei em 2016, com os Novos Baianos
Fiz o corre dos Novos Baianos em 2016, ocasião em que conheci Baby Consuelo
Encontrei duas vezes com David Coverdale, vocalista do Whitesnake, em 2011 e 2016
Felizmente estou perdendo a conta de quantas vezes me encontrei com Steve Harris, baixista do Iron Maiden
Fiz o corre do Queen em 2015, quando conheci o guitarrista Brian May
12 de janeiro

Ivan Lins, nunca o encontrei
Fiz o corre do Grande Encontro em 2016, ocasião em que conheci Elba Ramalho
No corre do M. Night Shyamalan, em 2017, FOTASSA (pingo d'agua na lente) com Gilberto Gil
Al Jarreau. Tentei encontra-lo em 2014, mas não tive sorte. Faleceu em 2017, então não tive segunda chance
Fiz o corre do James Taylor em 2017
Fiz o corre do George Benson em 2016
13 de janeiro

Fiz o corre do Call The Police em 2017, ocasião em que conheci João Barone, baterista do Paralamas do Sucesso (2017)
Lulu Santos. Nunca o encontrei
Fiz o corre da Blitz em 2012, quando conheci Evandro Mesquita (voz, guitarra e violão)
The Gogo's, nunca vieram ao Brasil desde que comecei a fazer corres
Nina Hagen, nunca veio ao Brasil desde que comecei a fazer corres
Rod Stewart. Nunca fiz o corre, mas hunters mais experientes dizem que é mala

14 de janeiro 


O quarto dia de festival teve apenas 4 atrações, duas nacionais inéditas e duas internacionais que faziam a segunda apresentação, George Benson e James Taylor.

Fiz o corre dos Novos Baianos em 2016, ocasião em que conheci Moraes Moreira, que faleceu em 2020
Fiz o corre do Grande Encontro em 2016, ocasião em que conheci Alceu Valença

15 de janeiro

Durante o corre do A-ha, em 2015, encontrei George Israel, saxofonista do Kid Abelha e os Abóboras Selvagens
Encontrei Eduardo Dusek aleatoriamente no Aeroporto de Congonhas, em 2018
Encontrei Frejat, do Barão Vermelho, aleatoriamente no Aeroporto de Congonhas, em 2017
Encontrei duas vezes com Klaus Meine, vocalista do Scorpions, em 2012 e 2019
Fiz o corre do AC/DC em 2009, quando conheci o guitarrista Angus Young

16 de janeiro

O sexto dia de festival teve 5 atrações: uma nacional e uma internacional inéditas, duas nacionais  e uma internacional que faziam a segunda apresentação, Os Paralamas do Sucesso, Moraes Moreira e Rod Stewart.

Nos últimos anos, todo ano Rita Lee lança um livro. Sempre falo que vou conhece-la, mas nunca vou
Em 2018, participei do meet & greet do Ozzy Osbourne

17 de janeiro

Com uma semana de festival, restavam apenas duas apresentações inéditas, uma delas da banda Yes, a única inédita do dia.

Fiz o corre do Yes em 2013, quando conheci o baixista  Chris Squire

18 de janeiro

Enfim a última inédita.

Ao menos conscientemente, jamais fiz um corre do The B52's