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sábado, 27 de maio de 2023

Paula Toller, a maior mala do Brasil

A ex vocalista do Kid Abelha sempre foi conhecida por ser uma das maiores malas do Brasil. No passado, Marcelo Zava fez o corre dela ao menos duas vezes, sempre resultando em uma má experiência. Na primeira, levou diversos LPs e ficou à espera no aeroporto de Congonhas. Claro que ele não esperava que todos fossem assinados de uma vez, mas ao menos alguns. Ao desembarcar, Paula não se animou ao ver aquela quantidade de material oficial aguardando por sua assinatura. Disse que assinaria apenas um. E assim foi. Inconformado, ele aguardou uma nova oportunidade e levou apenas dois compactos raros Novamente, respondeu que só assinaria um, e que ele teria que escolher em qual deles queria. No fim assinou os dois, mas apenas porque Zé Congonhas, que não levou nada para assinar, tirou o outro CD da mão de Zava e deu para ela assinar.

Desta vez eu tinha duas fotos e um LP do Kid Abelha e sabia que seria jogo duro. Só não era capaz de imaginar quanto. Sem certeza do hotel, pareceu uma boa ideia arriscar o Hilton, já que ela ficou lá na última vez que tentei. Luh Rossi, Américo e Eric também estavam no corre. O carro que trouxe Paula do aeroporto parou exatamente em frente onde estávamos. Rapidamente, Luh a abordou e conseguiu uma selfie. Eric pediu uma foto e ela, percebendo que o Américo estava próximo, disse que tiraria uma com os dois.


Após a foto, nem houve tempo para que ao menos eu pedisse o autógrafo, pois ela já entrou apressada. O motorista que a trouxe, muito gente boa, se aproximou e conversou conosco, dizendo que era uma artista complicada, que não trata ninguém bem.

Aguardamos por algumas horas até que ela desceu para ir ao show. Como agora sabia que havia fãs à sua espera, já apareceu na palhaçada, com máscara e óculos escuros. Eu a abordei pedindo o autógrafo, mas recebi como resposta:

- Deixa na recepção do hotel, eu assino quando voltar.

Fala sério! Não pode dar uma porra de um autógrafo?! Se for para dar naba, que dê, mas não foi mulher o bastante nem mesmo para isso. Sem esperança nenhuma de que fosse verdade, desanimei. Eric e Luh, no entanto, me incentivaram a deixar as coisas lá. Eles mesmos foram até a recepção e deixaram em meu nome. Demorei quase um mês para retirar. Obviamente, nada estava assinado.

Paula Toller provavelmente jamais lerá, eu não sou conhecido nem tenho alcance. Mas é uma vaca, ela que vá tomar no cu! Nâo merece sucesso nem merece ter fãs. Lixo de gente!


sábado, 7 de novembro de 2020

Paula Toller

Eu sempre soube que Paula Toller é mala. Muitos amigos tem foto com ela, mas todos, sem exceção, dizem que é chata. Marcelo Zava, por exemplo, contou que uma vez sabia que ela desembarcaria em Congonhas, e que aproveitou para levar dois CDs para autografar. Ela disse que só assinaria um, e que ele teria que escolher em qual deles queria. No fim ela assinou os dois, mas apenas porque Zé Congonhas, que não levou nada para assinar, tirou o outro CD da mão de Zava e deu para ela assinar. Sem alternativa, assinou. Mas que estresse desnecessário, né não?!

Carlos diz que, quando a encontrou, também no aeroporto, estava à espera de outra banda, mas havia dois fãs de Paula que queriam tirar foto com ela e, claro, ele também tiraria, como bônus. Os fãs fizeram a abordagem assim que ela passou pelo portão de desembarque, mas ela sugeriu que fosse uma foto coletiva. "Mas estamos só nós dois aqui", retrucaram. "Pois é, mas depois o fotógrafo também vai querer tirar, então serão 3 fotos". Puto da cara com a atitude imbecil, Carlos respondeu "Não, eu nem sei quem é você, só vou tirar as fotos deles, mas não quero foto com você".

Por isso, torci o nariz quando Anebelle me chamou para acompanha-la no corre da Paula Toller, que se apresentou no Teatro Santander, em show com isolamento social. Porém, como ela me ajudou no corre do Salt Bae, pareceu justo retribuir, embora eu soubesse que a naba seria certa. Se Paula já é chata em situações normais, imagine tendo a desculpa do COVID. Ah, dane-se, pelo menos eu sairia de casa... Bora!

Nossa experiência dizia que Paula ficaria no Hilton ou no Hyatt. Combinamos que tentaríamos antes do show no Hilton. Se não fosse lá, tentaríamos depois do show no Hyatt. Quando chegamos, ficamos de boa em frente ao hotel, quando fomos abordados por um segurança que não conhecíamos: "Posso ajudar?". Para não entregar nossa intenção, enrolei, dizendo que já me hospedei diversas vezes no hotel (o que é verdade) e estava com saudade, então vim dar uma volta por ali.

Algum tempo depois, Paula saiu do hotel e embarcou em um veículo. Anebelle nem a viu, pois estava desatenta, olhando para outro lado. Eu demorei demais para reconhece-la de máscara, pois já tinha visto diversas loiras mascaradas e todas pareciam mais ou menos iguais. Quando tive certeza que era ela, não havia mais tempo, pois já estava entrando no carro. Decidimos, então, ir ao Mc Donald's, já que teríamos longas horas de espera pela frente. Ao passarmos pelo tal segurança, ele disse "eu sabia que vocês estavam aqui pela Paula Toller", o que confirmou que era ela mesmo. Conversamos um pouco com ele, que se mostrou gente boa e não disposto a nos atrapalhar.

Comemos, retornamos e, de fato, foram longas horas de espera. Nesse meio tempo, conversei com um dos seguranças antigos, que me confirmou que entre os funcionários, nenhum morreu, embora ele conheça outras pessoas vitimadas pela doença. Então, ao menos no mundo dos corres, o COVID não trouxe mudança alguma: ninguém morreu. Eu soube do falecimento de alguns seguranças que trabalham com bandas, mas nenhum trabalhava com as bandas que costumo conhecer.

Quando Paula chegou já era quase uma hora da manhã. Anebelle fez a abordagem, mas Paula não reagiu. Ficou olhando para ela, sem dizer nada. A mulher que a acompanhava (assessora? empresária?) falou por ela, dizendo que se Anebelle quisesse uma foto, teria que ser com distanciamento social. Eu tirei a foto dela, quase um metro distante da Paula. Depois ela tirou a minha, unicamente para eu ter uma prova de que realmente estava fazendo corre, já que passei quase 12 horas fora de casa, e isso evitaria confusão com a Arianne. Porém, nada neste mundo me fará postar a foto real. Postarei essa com efeito de transformação em desenho, porque assim sempre poderei negar que fiz esse corre. Que ridículo, foto com distanciamento social!

terça-feira, 13 de outubro de 2015

A-ha

Thaís, vizinha e amiga de Facebook, sempre via minhas fotos com as bandas. Às vezes comentava alguma coisa, geralmente pessoalmente. Até então nunca me pediu nada, mas desta vez pediu-me para ajuda-la a conhecer o A-ha. De acordo com ela, Morten Harket era seu amor platônico há pelo menos 30 anos. Morten é conhecido por ser absurdamente legal com os fãs. Carlos sempre conta que em 2012 ele veio ao país com um show solo e centenas de fãs decidiram esperar por ele no aeroporto. "Eu contei, era mais de cento e trinta. Pensei logo que seria impossível rolar alguma coisa, mas ele fez questão de atender um por um, foto e autógrafo, nunca vi nada assim".

Por isso, mesmo o A-ha sendo um nome grande, julguei que não haveria problemas em levar Thaís. Ela foi com seu filho Carlos, o mesmo que levei poucos meses antes ao corre do Sílvio Santos. O bom é que eu e Sheila ganhamos carona na ida e na volta. Fomos ao hotel Unique, mas somente o tecladista Magne Furuholmen saiu para encontrar os fãs. Todos conseguimos fotos, mas não houve nem sinal de Morten. 

Magne Furuholmen foi o único disposto a sair do hotel para atender os fãs

No dia seguinte, Carlos - o vizinho - acompanhou-me ao estacionamento do Espaço das Américas, onde eu julgava ser possível ter algum contato com a banda. Thaís não juntou-se a nós pois estava trabalhando. Quando chegamos, uma surpresa: usaram uma estrutura toda murada para que a banda entrasse no local sem ser incomodada. Nunca vi algo assim com qualquer outra banda ou artista, nem antes nem depois. O corre que todos disseram que seria fácil estava se complicando.

Restava uma última alternativa: aeroporto, no dia seguinte, quando a banda deixaria São Paulo rumo à próxima cidade da turnê, ainda em território brasileiro. Chamei Thaís para ir comigo em Congonhas, mas ela recusou-se, pois estaria no trabalho. Ainda alertei que o vôo era próximo da hora do almoço, então se fizesse direitinho dava pra dar uma enrolada no chefe (afinal, quanto vale o sonho de conhecer um antigo crush? Será que um dia comum de trabalho vale mais?), mas ainda assim não foi. Azar o dela, pois embora apressadamente, todos atenderam.

Como chegamos cedo, eu, Zava, Leandro Caíque, Japonês e Bono decidimos congonhar um pouco, ou seja, ficar no embarque ou no desembarque, abordando qualquer celebridade que passasse aleatoriamente. Encontramos Ricardo Ramalho já congonhando, então ele uniu-se a nós.

O primeiro a passar foi Geraldo Azevedo, que tempos depois formou "O Grande Encontro" com Alceu Valença e Elba Ramalho. Como não o conhecia, não tirei foto. O curioso é que no ano seguinte fiz o corre de "O Grande Encontro" e conheci Elba e Alceu, mas faltou justamente Geraldo Azevedo. Também não tirei com Arnaldo Antunes, ex Titãs, pois não sou fã da banda nem de seu trabalho solo.

O primeiro com quem que eu quis foto foi com George Israel, que tocou com o Kid Abelha. Kid Abelha tocou no primeiro Rock in Rio, então é claro que era uma foto interessante. Nunca vou entender o que se passa na cabeça de Leandro Caíque. Ele abordou George e conseguiu uma foto linda com ele. Quando atendeu a todos, George despediu-se de nós, lhe desejamos boa viagem, e ele entrou na escada rolante que sobe para onde fica o portão de embarque. Alguém me diz por que diabos Caíque subiu com ele? É apenas pelo prazer de ser chato, inconveniente? Fala sério! Tinha que ser o idealizador dos hunters do bem mesmo...

Multi instrumentista, George Israel fez parte do Kid Abelha

Zélia Duncam passou a seguir, mas como já tenho foto com ela, tirei apenas a foto com Marcelo Zava. O segundo com quem tirei foi o ator e político Stepan Nercessian. Pra dizer a verdade eu nem sabia quem ele era, mas Zava o abordou, e ele foi tão gente boa que acabei tirando uma foto também. Depois passou Fabiano, da dupla com César Menotti. Como não sou fã, não tirei foto com ele.

Stepan Nercessian foi tão gente boa quando Zava o abordou, que acabei tirando uma foto também

O A-ha enfim chegou ao aeroporto. Abordei primeiro o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy, pois não tinha referência se ele é ou não mala, então se fosse chato eu teria mais tempo e espaço para tentar convence-lo. É quietão, mas chato não foi. Então entrei no saguão e tirei foto com Morten Harket.

Eu não sabia se o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy é ou não é mala, mas foi de boa
Morten Harket estava com pressa, mas também assinou e tirou fotos

Como estava um dia bom para congonhar, continuamos. O ator Daniel Rocha foi o próximo a passar. Tirei as fotos de Zava e Bono com ele, mas não quis tirar uma com ele. Com o ator seguinte, Marcos Frota, tirei. E tirei também com a próxima que vimos, Nicole Bahls. Foi minha terceira foto com ela, mas nem ligo, poderia tirar mil de boa. Carinhosa como sempre, posou beijando eu e Bono, e sorrindo com Zava e Caíque. Justamente na minha foto, dois aleatórios, que provavelmente esperavam pelo desembarque de algum parente ou amigo, viraram pra ver o que estava acontecendo, dando a impressão de que estavam com uma certa inveja pelo fato da Nicole estar me beijando, por isso ficou uma foto engraçada.

Não sou noveleiro nem assisto TV aberta, mas com certeza lembro do rosto de Marcos Frota, então algum trabalho dele eu vi
Demorei anos querendo conhecer Nicole, mas foi a terceira vez que a encontrei em apenas um ano

Mariana Ximenes foi a próxima a passar pelo portão de desembarque. Foi simpática, mas contou que estava vindo do enterro do ator Domingos Montagner no Rio de Janeiro. As modelos Caroline Trentini e Aline Weber passaram a seguir e não se importaram em falar conosco e tirar uma foto.

Sorriso está lindo, mas Mariana Ximenes retornava de um enterro

Passou outra mulher muito bonita na sequência. Alertei Marcelo Zava, que logo a reconheceu: era Anitta. Havia um grupo de doze fãs esperando por ela. Comigo, Zava e Caíque, quinze. Ela atendeu quase todos. Quando faltava somente eu e mais um, desistiu de atender e correu para o carro. Fiquei sem, mas que se dane, não sou fã.

Anitta e Zava. É linda, mas seu talento é completamente irrelevante para mim.

sexta-feira, 11 de janeiro de 1985

Rock in Rio 1 (1985)


O primeiro Rock In Rio foi muito especial, pois colocou o Brasil na rota dos shows internacionais, que até então eram raríssimos e esporádicos, somente de bandas gigantes, como Queen (1981), Van Halen (1983) e Kiss (1983). Um show de uma banda internacional em uma cidade como São Paulo ou Rio de Janeiro era um evento tão raro, que tornava-se o assunto do ano, só se falava nele.

Imagine como foi para mim, com 12 anos, saber que minha banda favorita viria ao país, apenas dois meses depois de ouvi-la pela primeira vez. Conhecer o som do Iron Maiden foi quase como conhecer o amor de minha vida. Tanto que, 36 anos depois, aqui estou eu, mais fã do que nunca. Desde então tive todas as mulheres da minha vida - coincidentemente meu primeiro beijo foi em 1985.

O Brasil ainda vivia o regime militar, a moeda era o desvalorizado cruzeiro. Uma ligação internacional não era direta: era necessário falar com a telefonista, que seria capaz de completar a chamada. Em um mundo muito diferente do que existe hoje, dominado pelas gravadoras, o Brasil não era um mercado atrativo nem rota obrigatória na turnê de qualquer banda. O Rock In Rio não mudou isso imediatamente. Em 1985, excluindo o Rock In Rio, o show do ano foi Quiet Riot. Em 1986, Venom/Exciter. Apenas em 1989, quando o Motörhead e o Metallica vieram, a coisa começou a caminhar, mas com certeza quem abriu essa porta foi o festival de 4 anos antes.

Por essas e por outras, o primeiro Rock In Rio foi tão importante para mim. Quando desenvolvi a habilidade para fazer corres, decidi que conheceria o máximo possível das bandas e artistas que tocaram no festival, não importa se sou fã ou não. Foram 29 atrações, 14 internacionais, 15 nacionais - mas conto como se fosse 16 pois, embora fosse contado como um só, o show de Baby Consuelo e Pepeu Gomes contou com apresentações individuais, primeiro Baby, depois Pepeu; portanto considerei que foram dois shows.

Das 30 atrações, conheci ao menos um integrante de 22. Duas bandas completas com a formação da época: Iron Maiden e Scorpions. Provavelmente, no futuro, eu ainda conheça Ivan Lins, Lulu Santos e Rita Lee e consiga fotos com outros integrantes que tocaram no festival com Kid Abelha (Paula Toller), Paralamas do Sucesso (Herbert Vianna) e Blitz (Fernanda Abreu). Entre as internacionais, talvez acabe conhecendo Rod Stewart e integrantes do The B-52's, além de AC/DC (Brian Johnson) e Yes (Jon Anderson). Mais do que isso é difícil, muito difícil. Al Jarreau faleceu em 2017, Nina Hagen e The Go-Go's nunca vieram ao Brasil desde que comecei a fazer corres, em 2008.
  1. AC/DC - conheci 3 integrantes que tocaram no festival, Angus Young, Cliff Willims e Simon Wright. Levei naba de Brian Johnson. Não tive chance com Malcom Young
  2. Al Jarreau 
  3. Alceu Valença - conheci 
  4. Baby Consuelo - conheci
  5. Barão Vermelho - conheci um integrante que tocou no festival, Frejat
  6. Blitz - conheci dois integrantes que tocaram no festival, Evandro Mesquita e Juba
  7. Eduardo Dusek - conheci
  8. Elba Ramalho - conheci
  9. Erasmo Carlos - conheci
  10. George Benson - conheci
  11. Gilberto Gil - conheci
  12. Iron Maiden - conheci a formação completa que tocou no festival
  13. Ivan Lins 
  14. James Taylor - conheci
  15. Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens - conheci um integrante que tocou no festival, George Israel
  16. Lulu Santos 
  17. Moraes Moreira - conheci
  18. Ney Matogrosso - conheci
  19. Nina Hagen
  20. Os Paralamas do Sucesso - conheci um integrante que tocou no festival, João Barone
  21. Ozzy Osbourne - conheci 3 integrantes da formação que tocou no festival, incluindo Ozzy Osbourne, Tommy Aldridge e Don Airey (tecladista do Deep Purple, que excursionou com Ozzy em 1984 e 1985)
  22. Pepeu Gomes - conheci
  23. Queen - conheci 2 integrantes que tocaram no festival, Brian May e Roger Taylor
  24. Rita Lee
  25. Rod Stewart
  26. Scorpions - conheci a formação completa que tocou no festival
  27. The B-52's
  28. The Go-Go's
  29. Whitesnake - da formação que tocou no festival, conheci apenas o principal integrante de todas as formações: David Coverdale 
  30. Yes - conheci 3 integrantes da formação que tocou no festival: Tony Kaye, Chris Squire e Alan White. Levei naba de Jon Anderson
Todas as bandas internacionais se apresentaram duas vezes, exceto o Iron Maiden, que abriu uma brecha na World Slavery Tour para encaixar a apresentação no primeiro dia do Rock In Rio, mas no dia seguinte já voou para New York. Entre as nacionais, todas se apresentaram duas vezes, exceto Ney Matogrosso, Ivan Lins e Rita Lee.

11 de janeiro

Ney Matogrosso, o encontrei sem querer em duas oportunidades, ambas em 2013
Fiz o corre do Erasmo Carlos em 2017
Fiz o corre do Pepeu Gomes em 2015, e o reencontrei em 2016, com os Novos Baianos
Fiz o corre dos Novos Baianos em 2016, ocasião em que conheci Baby Consuelo
Encontrei duas vezes com David Coverdale, vocalista do Whitesnake, em 2011 e 2016
Felizmente estou perdendo a conta de quantas vezes me encontrei com Steve Harris, baixista do Iron Maiden
Fiz o corre do Queen em 2015, quando conheci o guitarrista Brian May
12 de janeiro

Ivan Lins, nunca o encontrei
Fiz o corre do Grande Encontro em 2016, ocasião em que conheci Elba Ramalho
No corre do M. Night Shyamalan, em 2017, FOTASSA (pingo d'agua na lente) com Gilberto Gil
Al Jarreau. Tentei encontra-lo em 2014, mas não tive sorte. Faleceu em 2017, então não tive segunda chance
Fiz o corre do James Taylor em 2017
Fiz o corre do George Benson em 2016
13 de janeiro

Fiz o corre do Call The Police em 2017, ocasião em que conheci João Barone, baterista do Paralamas do Sucesso (2017)
Lulu Santos. Nunca o encontrei
Fiz o corre da Blitz em 2012, quando conheci Evandro Mesquita (voz, guitarra e violão)
The Gogo's, nunca vieram ao Brasil desde que comecei a fazer corres
Nina Hagen, nunca veio ao Brasil desde que comecei a fazer corres
Rod Stewart. Nunca fiz o corre, mas hunters mais experientes dizem que é mala

14 de janeiro 


O quarto dia de festival teve apenas 4 atrações, duas nacionais inéditas e duas internacionais que faziam a segunda apresentação, George Benson e James Taylor.

Fiz o corre dos Novos Baianos em 2016, ocasião em que conheci Moraes Moreira, que faleceu em 2020
Fiz o corre do Grande Encontro em 2016, ocasião em que conheci Alceu Valença

15 de janeiro

Durante o corre do A-ha, em 2015, encontrei George Israel, saxofonista do Kid Abelha e os Abóboras Selvagens
Encontrei Eduardo Dusek aleatoriamente no Aeroporto de Congonhas, em 2018
Encontrei Frejat, do Barão Vermelho, aleatoriamente no Aeroporto de Congonhas, em 2017
Encontrei duas vezes com Klaus Meine, vocalista do Scorpions, em 2012 e 2019
Fiz o corre do AC/DC em 2009, quando conheci o guitarrista Angus Young

16 de janeiro

O sexto dia de festival teve 5 atrações: uma nacional e uma internacional inéditas, duas nacionais  e uma internacional que faziam a segunda apresentação, Os Paralamas do Sucesso, Moraes Moreira e Rod Stewart.

Nos últimos anos, todo ano Rita Lee lança um livro. Sempre falo que vou conhece-la, mas nunca vou
Em 2018, participei do meet & greet do Ozzy Osbourne

17 de janeiro

Com uma semana de festival, restavam apenas duas apresentações inéditas, uma delas da banda Yes, a única inédita do dia.

Fiz o corre do Yes em 2013, quando conheci o baixista  Chris Squire

18 de janeiro

Enfim a última inédita.

Ao menos conscientemente, jamais fiz um corre do The B52's