sábado, 27 de maio de 2023
Paula Toller, a maior mala do Brasil
sábado, 7 de novembro de 2020
Paula Toller
Eu sempre soube que Paula Toller é mala. Muitos amigos tem foto com ela, mas todos, sem exceção, dizem que é chata. Marcelo Zava, por exemplo, contou que uma vez sabia que ela desembarcaria em Congonhas, e que aproveitou para levar dois CDs para autografar. Ela disse que só assinaria um, e que ele teria que escolher em qual deles queria. No fim ela assinou os dois, mas apenas porque Zé Congonhas, que não levou nada para assinar, tirou o outro CD da mão de Zava e deu para ela assinar. Sem alternativa, assinou. Mas que estresse desnecessário, né não?!
Carlos diz que, quando a encontrou, também no aeroporto, estava à espera de outra banda, mas havia dois fãs de Paula que queriam tirar foto com ela e, claro, ele também tiraria, como bônus. Os fãs fizeram a abordagem assim que ela passou pelo portão de desembarque, mas ela sugeriu que fosse uma foto coletiva. "Mas estamos só nós dois aqui", retrucaram. "Pois é, mas depois o fotógrafo também vai querer tirar, então serão 3 fotos". Puto da cara com a atitude imbecil, Carlos respondeu "Não, eu nem sei quem é você, só vou tirar as fotos deles, mas não quero foto com você".
Por isso, torci o nariz quando Anebelle me chamou para acompanha-la no corre da Paula Toller, que se apresentou no Teatro Santander, em show com isolamento social. Porém, como ela me ajudou no corre do Salt Bae, pareceu justo retribuir, embora eu soubesse que a naba seria certa. Se Paula já é chata em situações normais, imagine tendo a desculpa do COVID. Ah, dane-se, pelo menos eu sairia de casa... Bora!
Nossa experiência dizia que Paula ficaria no Hilton ou no Hyatt. Combinamos que tentaríamos antes do show no Hilton. Se não fosse lá, tentaríamos depois do show no Hyatt. Quando chegamos, ficamos de boa em frente ao hotel, quando fomos abordados por um segurança que não conhecíamos: "Posso ajudar?". Para não entregar nossa intenção, enrolei, dizendo que já me hospedei diversas vezes no hotel (o que é verdade) e estava com saudade, então vim dar uma volta por ali.
Algum tempo depois, Paula saiu do hotel e embarcou em um veículo. Anebelle nem a viu, pois estava desatenta, olhando para outro lado. Eu demorei demais para reconhece-la de máscara, pois já tinha visto diversas loiras mascaradas e todas pareciam mais ou menos iguais. Quando tive certeza que era ela, não havia mais tempo, pois já estava entrando no carro. Decidimos, então, ir ao Mc Donald's, já que teríamos longas horas de espera pela frente. Ao passarmos pelo tal segurança, ele disse "eu sabia que vocês estavam aqui pela Paula Toller", o que confirmou que era ela mesmo. Conversamos um pouco com ele, que se mostrou gente boa e não disposto a nos atrapalhar.
Comemos, retornamos e, de fato, foram longas horas de espera. Nesse meio tempo, conversei com um dos seguranças antigos, que me confirmou que entre os funcionários, nenhum morreu, embora ele conheça outras pessoas vitimadas pela doença. Então, ao menos no mundo dos corres, o COVID não trouxe mudança alguma: ninguém morreu. Eu soube do falecimento de alguns seguranças que trabalham com bandas, mas nenhum trabalhava com as bandas que costumo conhecer.
Quando Paula chegou já era quase uma hora da manhã. Anebelle fez a abordagem, mas Paula não reagiu. Ficou olhando para ela, sem dizer nada. A mulher que a acompanhava (assessora? empresária?) falou por ela, dizendo que se Anebelle quisesse uma foto, teria que ser com distanciamento social. Eu tirei a foto dela, quase um metro distante da Paula. Depois ela tirou a minha, unicamente para eu ter uma prova de que realmente estava fazendo corre, já que passei quase 12 horas fora de casa, e isso evitaria confusão com a Arianne. Porém, nada neste mundo me fará postar a foto real. Postarei essa com efeito de transformação em desenho, porque assim sempre poderei negar que fiz esse corre. Que ridículo, foto com distanciamento social!
terça-feira, 13 de outubro de 2015
A-ha
Thaís, vizinha e amiga de Facebook, sempre via minhas fotos com as bandas. Às vezes comentava alguma coisa, geralmente pessoalmente. Até então nunca me pediu nada, mas desta vez pediu-me para ajuda-la a conhecer o A-ha. De acordo com ela, Morten Harket era seu amor platônico há pelo menos 30 anos. Morten é conhecido por ser absurdamente legal com os fãs. Carlos sempre conta que em 2012 ele veio ao país com um show solo e centenas de fãs decidiram esperar por ele no aeroporto. "Eu contei, era mais de cento e trinta. Pensei logo que seria impossível rolar alguma coisa, mas ele fez questão de atender um por um, foto e autógrafo, nunca vi nada assim".
Por isso, mesmo o A-ha sendo um nome grande, julguei que não haveria problemas em levar Thaís. Ela foi com seu filho Carlos, o mesmo que levei poucos meses antes ao corre do Sílvio Santos. O bom é que eu e Sheila ganhamos carona na ida e na volta. Fomos ao hotel Unique, mas somente o tecladista Magne Furuholmen saiu para encontrar os fãs. Todos conseguimos fotos, mas não houve nem sinal de Morten.
| Magne Furuholmen foi o único disposto a sair do hotel para atender os fãs |
No dia seguinte, Carlos - o vizinho - acompanhou-me ao estacionamento do Espaço das Américas, onde eu julgava ser possível ter algum contato com a banda. Thaís não juntou-se a nós pois estava trabalhando. Quando chegamos, uma surpresa: usaram uma estrutura toda murada para que a banda entrasse no local sem ser incomodada. Nunca vi algo assim com qualquer outra banda ou artista, nem antes nem depois. O corre que todos disseram que seria fácil estava se complicando.
Restava uma última alternativa: aeroporto, no dia seguinte, quando a banda deixaria São Paulo rumo à próxima cidade da turnê, ainda em território brasileiro. Chamei Thaís para ir comigo em Congonhas, mas ela recusou-se, pois estaria no trabalho. Ainda alertei que o vôo era próximo da hora do almoço, então se fizesse direitinho dava pra dar uma enrolada no chefe (afinal, quanto vale o sonho de conhecer um antigo crush? Será que um dia comum de trabalho vale mais?), mas ainda assim não foi. Azar o dela, pois embora apressadamente, todos atenderam.
Como chegamos cedo, eu, Zava, Leandro Caíque, Japonês e Bono decidimos congonhar um pouco, ou seja, ficar no embarque ou no desembarque, abordando qualquer celebridade que passasse aleatoriamente. Encontramos Ricardo Ramalho já congonhando, então ele uniu-se a nós.
O primeiro a passar foi Geraldo Azevedo, que tempos depois formou "O Grande Encontro" com Alceu Valença e Elba Ramalho. Como não o conhecia, não tirei foto. O curioso é que no ano seguinte fiz o corre de "O Grande Encontro" e conheci Elba e Alceu, mas faltou justamente Geraldo Azevedo. Também não tirei com Arnaldo Antunes, ex Titãs, pois não sou fã da banda nem de seu trabalho solo.
O primeiro com quem que eu quis foto foi com George Israel, que tocou com o Kid Abelha. Kid Abelha tocou no primeiro Rock in Rio, então é claro que era uma foto interessante. Nunca vou entender o que se passa na cabeça de Leandro Caíque. Ele abordou George e conseguiu uma foto linda com ele. Quando atendeu a todos, George despediu-se de nós, lhe desejamos boa viagem, e ele entrou na escada rolante que sobe para onde fica o portão de embarque. Alguém me diz por que diabos Caíque subiu com ele? É apenas pelo prazer de ser chato, inconveniente? Fala sério! Tinha que ser o idealizador dos hunters do bem mesmo...
| Multi instrumentista, George Israel fez parte do Kid Abelha |
| Stepan Nercessian foi tão gente boa quando Zava o abordou, que acabei tirando uma foto também |
| Eu não sabia se o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy é ou não é mala, mas foi de boa |
| Morten Harket estava com pressa, mas também assinou e tirou fotos |
| Não sou noveleiro nem assisto TV aberta, mas com certeza lembro do rosto de Marcos Frota, então algum trabalho dele eu vi |
| Sorriso está lindo, mas Mariana Ximenes retornava de um enterro |
| Anitta e Zava. É linda, mas seu talento é completamente irrelevante para mim. |
sexta-feira, 11 de janeiro de 1985
Rock in Rio 1 (1985)
Das 30 atrações, conheci ao menos um integrante de 22. Duas bandas completas com a formação da época: Iron Maiden e Scorpions. Provavelmente, no futuro, eu ainda conheça Ivan Lins, Lulu Santos e Rita Lee e consiga fotos com outros integrantes que tocaram no festival com Kid Abelha (Paula Toller), Paralamas do Sucesso (Herbert Vianna) e Blitz (Fernanda Abreu). Entre as internacionais, talvez acabe conhecendo Rod Stewart e integrantes do The B-52's, além de AC/DC (Brian Johnson) e Yes (Jon Anderson). Mais do que isso é difícil, muito difícil. Al Jarreau faleceu em 2017, Nina Hagen e The Go-Go's nunca vieram ao Brasil desde que comecei a fazer corres, em 2008.
- AC/DC - conheci 3 integrantes que tocaram no festival, Angus Young, Cliff Willims e Simon Wright. Levei naba de Brian Johnson. Não tive chance com Malcom Young
- Al Jarreau
- Alceu Valença - conheci
- Baby Consuelo - conheci
- Barão Vermelho - conheci um integrante que tocou no festival, Frejat
- Blitz - conheci dois integrantes que tocaram no festival, Evandro Mesquita e Juba
- Eduardo Dusek - conheci
- Elba Ramalho - conheci
- Erasmo Carlos - conheci
- George Benson - conheci
- Gilberto Gil - conheci
- Iron Maiden - conheci a formação completa que tocou no festival
- Ivan Lins
- James Taylor - conheci
- Kid Abelha & Os Abóboras Selvagens - conheci um integrante que tocou no festival, George Israel
- Lulu Santos
- Moraes Moreira - conheci
- Ney Matogrosso - conheci
- Nina Hagen
- Os Paralamas do Sucesso - conheci um integrante que tocou no festival, João Barone
- Ozzy Osbourne - conheci 3 integrantes da formação que tocou no festival, incluindo Ozzy Osbourne, Tommy Aldridge e Don Airey (tecladista do Deep Purple, que excursionou com Ozzy em 1984 e 1985)
- Pepeu Gomes - conheci
- Queen - conheci 2 integrantes que tocaram no festival, Brian May e Roger Taylor
- Rita Lee
- Rod Stewart
- Scorpions - conheci a formação completa que tocou no festival
- The B-52's
- The Go-Go's
- Whitesnake - da formação que tocou no festival, conheci apenas o principal integrante de todas as formações: David Coverdale
- Yes - conheci 3 integrantes da formação que tocou no festival: Tony Kaye, Chris Squire e Alan White. Levei naba de Jon Anderson
| Ney Matogrosso, o encontrei sem querer em duas oportunidades, ambas em 2013 |
| Fiz o corre do Erasmo Carlos em 2017 |
| Fiz o corre do Pepeu Gomes em 2015, e o reencontrei em 2016, com os Novos Baianos |
| Fiz o corre dos Novos Baianos em 2016, ocasião em que conheci Baby Consuelo |
| Encontrei duas vezes com David Coverdale, vocalista do Whitesnake, em 2011 e 2016 |
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| Felizmente estou perdendo a conta de quantas vezes me encontrei com Steve Harris, baixista do Iron Maiden |
| Fiz o corre do Queen em 2015, quando conheci o guitarrista Brian May |
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| Ivan Lins, nunca o encontrei |
| Fiz o corre do Grande Encontro em 2016, ocasião em que conheci Elba Ramalho |
| No corre do M. Night Shyamalan, em 2017, FOTASSA (pingo d'agua na lente) com Gilberto Gil |
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| Al Jarreau. Tentei encontra-lo em 2014, mas não tive sorte. Faleceu em 2017, então não tive segunda chance |
| Fiz o corre do James Taylor em 2017 |
| Fiz o corre do George Benson em 2016 |
| Fiz o corre do Call The Police em 2017, ocasião em que conheci João Barone, baterista do Paralamas do Sucesso (2017) |
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| Lulu Santos. Nunca o encontrei |
| Fiz o corre da Blitz em 2012, quando conheci Evandro Mesquita (voz, guitarra e violão) |
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| The Gogo's, nunca vieram ao Brasil desde que comecei a fazer corres |
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| Nina Hagen, nunca veio ao Brasil desde que comecei a fazer corres |
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| Rod Stewart. Nunca fiz o corre, mas hunters mais experientes dizem que é mala |
14 de janeiro
| Fiz o corre dos Novos Baianos em 2016, ocasião em que conheci Moraes Moreira, que faleceu em 2020 |
| Fiz o corre do Grande Encontro em 2016, ocasião em que conheci Alceu Valença |
| Durante o corre do A-ha, em 2015, encontrei George Israel, saxofonista do Kid Abelha e os Abóboras Selvagens |
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| Encontrei Eduardo Dusek aleatoriamente no Aeroporto de Congonhas, em 2018 |
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| Encontrei Frejat, do Barão Vermelho, aleatoriamente no Aeroporto de Congonhas, em 2017 |
| Encontrei duas vezes com Klaus Meine, vocalista do Scorpions, em 2012 e 2019 |
| Fiz o corre do AC/DC em 2009, quando conheci o guitarrista Angus Young |
16 de janeiro
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| Nos últimos anos, todo ano Rita Lee lança um livro. Sempre falo que vou conhece-la, mas nunca vou |
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| Em 2018, participei do meet & greet do Ozzy Osbourne |
17 de janeiro
Com uma semana de festival, restavam apenas duas apresentações inéditas, uma delas da banda Yes, a única inédita do dia.
| Fiz o corre do Yes em 2013, quando conheci o baixista Chris Squire |
18 de janeiro
Enfim a última inédita.
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| Ao menos conscientemente, jamais fiz um corre do The B52's |













