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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Monsters of Rock 2013 - Dia 3 (parte 1)

Se o segundo dia de corre do Monsters of Rock foi totalmente improdutivo, o terceiro foi exatamente o oposto. Cheguei ao Renaissance por volta de 10:30hs e logo já consegui a primeira foto, com o irmão de Rudy Sarzo, o guitarrista Robert Sarzo do Geoff's Tate Queensrÿche. Não demorou para que Sean McNabb, baixista do Dokken, aparecesse e nos atendesse numa boa.

Robert Sarzo, guitarrista do Geoff's Tate Queensrÿche (que hoje passou a chamar-se Operation Mindcrime)
Sean McNabb, baixista do Dokken

Observei que Xavier Muriel, baterista do Buckcherry, estava no lobby do hotel e não dava sinais de que sairia tão cedo, então entrei para falar com ele. Felizmente os seguranças que trabalham no turno da manhã não são insuportáveis como os que trabalham à tarde e à noite, então consegui mais uma foto para a coleção. Quando estava saindo - afinal, não era necessário permanecer dentro do hotel, já que a maioria dos músicos nos atendia fora - vi Eddie Trunk e fui falar com ele novamente. Eu já o tinha visto cinco dias antes, mas é uma figura rara, talvez nunca retornasse ao Brasil, então aproveitei para tirar outra foto e agradecer pelos tuítes que fez após encontrar a mim e ao Alvaro no aeroporto.

Xavier Muriel, baterista do Buckcherry
Foi um prazer rever o gente finíssima Eddie Trunk

O ex baterista do AC/DC, Simon Wright, que agora integrava o Geoff's Tate Queensrÿche foi o próximo a aparecer. Ele é muito gente boa, eu já o conhecia há alguns meses, quando veio ao Brasil com o Dio Disciples. Foi um prazer revê-lo. Enquanto nos atendia, uma das meninas que estava no corre percebeu que um bônus interessante saiu do hotel, caminhando em direção à rua Haddock Lobo que, no trecho do hotel, é uma descida íngreme: Ney Matogrosso. Não sou fã, mas ele foi o primeiro a se apresentar na história do Rock in Rio, primeira atração do primeiro festival em 1985. Era a oportunidade de uma foto histórica, por isso nos apressamos em segui-lo. Na metade da descida conseguimos intercepta-lo. Foi um pouco seco, mas não se importou em tirar fotos.

O baterista Simon Wright, mais conhecido por seu trabalho com o AC/DC, é muito gente boa
O bônus da vez, Ney Matogrosso, foi o primeiro a artista a se apresentar em um Rock in Rio

Retornamos rapidamente ao hotel e uns quinze minutos se passaram sem que nada acontecesse. Então vimos quando Jon Levin, guitarrista do Dokken e Stephen Pearcy, vocalista do Ratt, que já estavam na rua, retornaram. Quase duas horas se passaram sem que nada acontecesse, quando o guitarrista Kelly Gray, do Geoff's Tate Queensrÿche apareceu. Assim que eu gosto, corres sem malas, todos atendendo, todos muito legais.

Jon Levin, guitarrista do Dokken
Stephen Pearcy, vocalista do Ratt
Kelly Gray, guitarrista do Geoff's Tate Queensrÿche
Kelly Gray foi o último integrante do Queensrÿche que consegui. Não vi Geoff Tate neste ano, consegui o autógrafo em outra ocasião

Mais uma hora se passou quando Mick Brown, baterista do Dokken, apareceu. As fotos que tiramos com ele não ficaram boas devido à posição do sol e das árvores do local, projetou muita sombra em nós. Pedimos uma nova sessão de fotos, pois as fotos de todos não ficaram tão boas, no que fomos prontamente atendidos com um sorriso no rosto. Que cara gente boa! Após nos atender, ficou conversando conosco e fumando. Meu amigo Luciano Piantonni tirou uma foto da gente fumando, parecia que eu não estava nem aí para a presença dele. Na verdade, não iria incomoda-lo mais com pedidos de fotos ou autógrafo, quanto a isso já estava plenamente satisfeito.

Esta foi a segunda foto que tirei com Mick Brown, baterista do Dokken, sem a sombra projetada das árvores
Pausa mais do que necessária para fumar um cigarro...

Este relato teve que ser dividido em partes devido a limitações do Blogger. Clique aqui para ler a parte 2.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Eddie Trunk

Eddie Trunk, apresentador do programa "That Metal Show" e lenda do jornalismo de rock, foi escolhido como mestre de cerimônias do festival Monsters of Rock, que aconteceu na Arena Anhembi nos dias 19 e 20 de outubro de 2013. Meus cálculos previam que ele chegaria na véspera do primeiro dia de shows, ou seja, no dia 18. Mesmo assim, eu estava monitorando. Se ele postasse qualquer coisa que indicasse que estava vindo, eu correria para o aeroporto. Como sabia que o Alvaro também queria conhece-lo, faríamos esse corre juntos.

Na noite do dia 15 Eddie tuitou estar a caminho do Brasil. Como eu sabia que viria de Los Angeles, em um voo com aproximadamente 12 horas de duração, calculei, pelo horário da postagem, que o voo correto pousaria em Guarulhos às 09:15hs da manhã do dia seguinte.

A vinda dois dias antes do previsto me pegou de surpresa, admito. Talvez tivesse outras coisas para fazer em São Paulo, talvez quisesse mais tempo para conhecer a cidade, realmente não sei. Mas já que estava a caminho, era hora de "trabalhar". No dia seguinte, acordei cedo. Devo ter saído de casa por volta de 07:00hs, ou até mesmo um pouco antes. Encontrei-me com Alvaro já no aeroporto, e rapidamente nos posicionamos para monitorar quem passasse pelo portão de desembarque. De fãs, apenas nós dois, ninguém mais.

Percebemos que havia um integrante da produção esperando por ele, mas não nos importamos, é normal. Não nos atrapalhou em nada quando Eddie Trunk enfim desembarcou. Fizemos uma abordagem muito educada, foi fácil como roubar doce de criança. Eddie foi muito educado e atendeu numa boa. Eu ainda não tinha feito as fotos para pegar os autógrafos das bandas que viriam ao festival, o que incluía Eddie Trunk. Deste modo, não levei nada para que ele autografasse. No mesmo dia, fez dois tweets onde nos agradeceu por te-lo recepcionado no aeroporto.

Não há problemas em vir mais cedo, Mr. Trunk. Nós recalculamos e te conhecemos do mesmo jeito!
Saudações de São Paulo, Brasil. Acabei de chegar aqui, após um voo de 11 horas. Já conheci alguns fãs no aeroporto
Gostaria de agradecer aos fãs que estiveram no aeroporto brasileiro para me conhecer.
Fantástico! Dia chuvoso aqui, então vou dormir um pouco e sair mais tarde

Assim que postei minha foto com ele no Facebook, Fabi quis saber onde estava hospedado, pois iria ve-lo imediatamente. Como eu tinha outros corres para fazer antes me preocupar com o Monsters, eu a encontrei, depois de revelar as fotos, e deixei com ela a foto do Eddie Trunk, assim já adiantaria o autógrafo. Ela, porém, utilizou uma caneta vagabunda, ficou uma porcaria. 😞