domingo, 17 de março de 2013

Anneke van Giersbergen

Sempre ouvi dizer que Anneke van Giersbergen é uma artista diferenciada no tratamento com os fãs. Sua última vinda a São Paulo foi três anos antes, em 2010, acompanhada pelo guitarrista do Anathema, Daniel Cavanagh. Amigos me convidaram para fazer o corre na ocasião, mas eu estava envolvido com um projeto no trabalho, então não fui. Como é tradição em qualquer show em solo brasileiro, já havia fila horas antes do Blackmore abrir as portas. Quando a van chegou com os artistas para a passagem de som, Anneke simplesmente foi para a galera. Falou com todos, tirou fotos, distribuiu autógrafos. Eu mal conhecia o som que ela fazia, mas esse relato me animou demais, fiquei interessado em conhece-la.

Agora, ela estava novamente na cidade para uma apresentação no Hangar 110. Eu e Sheila fomos até a porta do local com a intenção de conhece-la quando saísse após o show. Diversos nomes conhecidos se interessaram em fazer o mesmo, incluindo Sara, Karina, Samii, Thiago Lino, Fernando e Leo. Foi interessante porque houve vazamento de som, então ouvimos boa parte do show.

Para ser honesto, eu estava focado apenas em Anneke, nem sabia quem eram os músicos que a acompanhavam. Uma das meninas alertou quando o guitarrista saiu para fumar. Eu e Leo fomos falar com ele, que não se importou em tirar fotos conosco. Nem demorou para que Anneke saísse também. Quando percebeu que queríamos falar com ela, imediatamente foi para a galera, com o maior sorriso do mundo. Que mulher absurdamente simpática!

Deste momento em diante, eu faria o possível para me tornar um fã de seu trabalho. Hoje gosto de alguma coisa de sua época no The Gathering e alguma coisa de sua carreira solo, mas não consigo curtir tudo que ela gravou. Mas com certeza prefiro gastar dinheiro com uma artista como ela do que com Megadeth, por exemplo, com aquele Pato Donald do inferno que nunca está a fim de atender seus fãs.

O guitarrista Gijs Coolen não se incomodou de nos atender enquanto fumava
Anneke van Giersbergen é uma das artistas mais fofas que ja conheci, super atenciosa

quarta-feira, 13 de março de 2013

Ian Anderson's Jethro Tull

Nunca fui grande fã de Jethro Tull, sempre achei o som um tanto chato. Porém, quando seu principal integrante, Ian Anderson, veio ao Brasil, com sua própria versão da banda, decidi conhece-lo, principalmente devido aos então recentes vídeos que circularam na internet, de uma apresentação que sua banda fez com Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden. Eu gostei muito do resultado final, então Ian Anderson era alguém que definitivamente eu gostaria de conhecer e conseguir uma foto.

Não me recordo exatamente como descobrimos o hotel, mas ele estava no Grand Mercure São Paulo Ibirapuera. Éramos apenas 4 pessoas no corre: eu, Marcio, Kevin e um amigo de Kevin. Estávamos no hall, sentados em um sofá, quando o guitarrista Florian Opahle sentou-se no sofá encostado ao que estávamos, às nossas costas. Não tínhamos certeza de se era ele mesmo, então perguntamos. Quando ele confirmou, pedimos para que tirasse fotos conosco, o que aceitou imediatamente. Um a um, todos os integrantes foram descendo, os abordávamos, e nos atendiam numa boa.

Florian Opahle, guitarrista do Ian Anderson's Jethro Tull
David Goodier, baixista do Ian Anderson's Jethro Tull e também do próprio Jethro Tull
Scott Hammond, baterista do Ian Anderson's Jethro Tull
Ryan O'Donnell, vocalista do Ian Anderson's Jethro Tull

Quem não gostou muito da estória foi a manager de Ian Anderson - uma argentina bastante chata, responsável por traze-lo ao continente - que tentou a todo custo nos expulsar do hotel. Sem nenhuma educação, falou diretamente conosco, dizendo que estávamos incomodando os músicos - embora ainda estivéssemos batendo papo com Florian, que conversava conosco animadamente.

Não houve nenhum tipo de problema em nossas interações com os outros músicos, era o mesmo de sempre: foto, autógrafo, e os deixávamos em paz. Ninguém reclamou para ela, ela que foi intrometida. Como simplesmente a ignoramos, ela se dirigiu aos seguranças do hotel e, depois, à recepção, para tentar nos expulsar mas, mais uma vez, foi ignorada.

Quando Ian Anderson apareceu, surgiu a chance de se vingar. Ele não foi simpático, autografou a minha foto, os álbuns de Kevin e de Marcio, mas disse que tiraria apenas uma foto coletiva. Não curtimos muito mas, fazer o que, estávamos apenas entre amigos, que seja... O problema é que só havia uma pessoa disponível para tirar a foto: a argentina. Posamos, ela tirou a foto e me devolveu a câmera. Rindo, disse "ficou mui grande", e entrou na van, que fechou as portas e partiu para o Teatro Bradesco, onde aconteceria o show.

Argentina filha da puta teve a chance de se vingar e não desperdiçou, acionando propositalmente o máximo de zoom

De noite, após o show, retornamos ao hotel para tentar a foto, já que ela "nos fez o favor" de estragar a que conseguimos. Ian Anderson, mala, passou apressado pelo hall, como se não existíssemos. Naquela época, ainda era possível fazer "corre na conexão". O último show dele no Brasil era em Recife, portanto ele teria que retornar a São Paulo para conseguir sair do país. Absurdo, né?

Um voo de Recife a São Paulo dura 3 horas, mas ele precisava faze-lo para voar à Inglaterra. Isso não fazia sentido nenhum, mas era assim que os voos no Brasil funcionaram até mais ou menos 2017. Foi a Copa de 2014 que mudou isso, embora com atraso - melhor para os viajantes, pior para nós. Hoje ele teria a opção de voar pela TAP de Recife para Lisboa e, lá, tomar um voo a Londres. Muito mais lógico!

Enfim, naquela época era possível encontra-lo no aeroporto de Guarulhos. Para fazer a conexão entre o voo nacional e o voo internacional, ele deveria desembarcar e caminhar ao embarque internacional. Quase ninguém sabia dessa possibilidade, mas nós sabíamos. Kevin me chamou para tentar, mas eu já estava de saco cheio desse mala, então não fui. Ele foi e conseguiu.



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Patricia Marx

No final dos anos 80, a cantora Patricia (hoje Patricia Marx) representava, para mim, o que a molecada atual chama de crush. Ela era meu crush. Eu pagava um pau violento toda vez que a via na TV, cheguei até mesmo a ter dois álbuns dela. Sim, também fui adolescente bobo, de paixões platônicas. Essa era tanta que, quando montei minha primeira banda, Thrashers, convenci os outros integrantes a tocar um cover da música "Festa do Amor", gravada no primeiro álbum de Patricia.



Fizemos um único show, no Orvalho's Bar, em Interlagos, se não me engano em setembro de 1990. É claro que o cover estava no set, e jamais me esquecerei a cara de "wtf?!" dos presentes quando começamos a tocar. Felizmente eles gostaram quando a música acelerou. Abaixo, um vídeo pessimamente gravado, mas que da uma ideia de como foi a desgraceira (eu sou o baterista).


Muitos anos se passaram, quando percebi que agora eu tinha habilidades para conhece-la. Eu já estava casado, acho que ela também, e ela não era mais meu crush mas, em nome do saudosismo, de uma época gostosa da minha vida, passei a monitora-la à espera de uma oportunidade, que aconteceu quando ela anunciou um pocket show no estúdio Espaço Som, na rua Teodoro Sampaio. Foi um corre como qualquer outro, levei até foto para autografar.

Quando chegou, contei um pouco dessa estória para ela, da banda e tudo mais - só não disse sobre a parte dela ser minha paixão juvenil, pois eu não iria pagar esse micão, ainda mais na frente da esposa. Acho que ficou surpresa de encontrar um cabeludo à sua espera, mas ok. Ela perguntou se eu e Sheila assistiríamos à apresentação, mas era um evento para convidados, não havia ingressos a venda para o público em geral. Respondemos que não ficaríamos, e explicamos o porque. Ela pediu para que a menina que controlava o acesso chamasse algum responsável, para incluir nossos nomes na lista de convidados dela: "são meus fãs, eles vão assistir ao meu show sim!".


O som que ela fazia quando cantora-mirim não era metal, mas ao menos era rock, dava para ouvir de boa. O atual era reggae, eu realmente não consigo curtir, mas mesmo assim reconheço o quanto ela foi fofa de nos colocar para dentro. 




terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Olivia Wilde

Eu e Sheila éramos grandes fãs do seriado House, então piramos quando soubemos que Olivia Wilde, que interpretava a Dra. Remy Hadley, mais conhecida como Thirteen, viria ao Brasil. Era uma foto que queríamos muito, e felizmente conhecíamos as pessoas certas que poderiam nos ajudar. Um amigo, paparazzi, tinha a informação de em qual restaurante ela iria jantar. 

Mas havia um grande problema: chovia torrencialmente em São Paulo, e nenhum de nós tinha um guarda-chuva. Ir atrás de um, àquela altura dos acontecimentos, não era uma opção. Olivia estava para chegar e, se perdêssemos, perderíamos também nossa única oportunidade para conhece-la. Decidimos esperar na chuva mesmo, completamente ensopados.

Quando Olivia chegou, um funcionário do restaurante foi até o carro, para conduzi-la ao local sob um guarda-chuva. Quando ela passou por nós, Sheila disse algo como "Olivia, nós estamos aqui tomando chuva apenas para tentar tirar uma foto com você". Inacreditavelmente, ela aceitou parar. O funcionário do guarda-chuva é que deve ter ficado meio puto, pois ele tomava toda a chuva, enquanto garantia que não caísse sequer uma gota em Olivia. Eu estava molhado da cabeça aos pés, mas inacreditavelmente feliz por ter conseguido.



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Theatre Des Vampires

Nunca vi uma banda sofrer tanto quanto o Theatre Des Vampires. Tudo começou em 2012, quando foi anunciada a turnê sul-americana, com passagem por Venezuela, Argentina, Brasil, Guatemala e Colômbia. Quando a banda desembarcou em Caracas para o primeiro show, foi abordada pela polícia local e deportada. Os integrantes ainda tentaram negociar para prosseguir ao próximo destino, Buenos Aires, mas nada feito: foram colocados no mesmo avião em que vieram, retornando para Roma. De volta à Itália, a banda comunicou aos fãs o adiamento da turnê. Felizmente, não demorou tanto para que algumas cidades fossem remarcadas, entre elas, São Paulo.

O ingresso estava barato, mas eu estava realmente sem dinheiro, então decidi ir para a frente do News Club, na rua Augusta, onde aconteceria o show, para tentar conseguir ao menos uma foto com a vocalista Sonya Scarlet. Após esperar por algum tempo, a banda chegou ao local de táxi (wtf?! nunca vi isso!!!), acompanhada por Dewindson, vocalista da banda de abertura, Ravenland. Não havia muitos fãs em frente ao local, mas mesmo assim os músicos apressaram-se em entrar na casa, não consegui aborda-la. 

Mais tarde, fiquei sabendo que a banda estava hospedada em um tal hotel Paris, no Anhangabaú. Eu nunca tinha ouvido falar nesse hotel mas, sem problemas, iria lá ao dia seguinte. Combinei com uma amiga e fomos. Chegando lá, que desgraça! Bem ao lado das escadas rolantes que ligam a rua Cel Xavier de Toledo à Rua Formosa... Sabe aqueles "hotéis" que cobram 20 reais por 2 horas, 30 reais por 3 horas, ou 50 reais por período de 12 horas, utilizados apenas quando você está sem dinheiro e quer dar uma rapidinha?! Pois é, era em um desses que estava o Theatre Des Vampires.

Havia um bar em frente, então sentamos em volta de uma mesa, pedimos uma coca-cola, e ficamos aguardando pela saída da banda para o aeroporto. De vez em quando, toda a banda, incluindo Sonya, aparecia na (mesma) janela. Será que o produtor teve coragem de colocar todos no mesmo quarto?! Não posso afirmar isso, mas por tudo que vi, eu não duvidaria!

O hotel à esquerda e o bar que ficamos à direita. Observe a Torre Eiffel pintada na parede do hotel Paris

Quando a banda saiu, os músicos apenas autografaram a foto que levei, e entraram na van. Ou não entenderam que queríamos tirar foto com eles, ou já estavam tão de saco cheio com tudo o que estava acontecendo, que simplesmente ligaram o foda-se. Sonya foi a única que parou para nos atender com foto e autógrafo.


Mais tarde, conversei com Karina, que foi ao show. Ela disse que havia no máximo 40 pessoas dentro da casa. Isso não pagaria nem as passagens para trazer a banda ao Brasil, certeza que o prejuízo que o produtor teve com esse show foi monstruoso, mas fica a pergunta: não seria melhor cancelar  e assumir o prejuízo, do que fazer a banda vir e submete-la a condições tão precárias de transporte, hospedagem e sabe-se lá o que mais?!

Karina continuou, dizendo que a casa de shows não era boa, com palco muito baixo, quase que um tablado: "os caras tocaram quase no nível do chão, mano". O som estava bom, mas houve um atraso considerável. A previsão é que o show iniciasse às 18:00 hs, mas a banda principal se apresentou somente às 22:00 hs. Curiosamente, essa foi a última passagem da banda no Brasil, e não há nenhuma previsão de retorno. Por que será?!


sábado, 2 de fevereiro de 2013

Eluveitie

Logo cedo, eu e Sheila acordamos no navio, tomamos café da manhã e fomos ao teatro, onde aguardamos nossa liberação. Quando finalmente ocorreu, desembarcamos, e no próprio terminal de cruzeiros tomamos um ônibus para São Paulo. De noite... corre! O Eluveitie estava em São Paulo, e eu não perderia a oportunidade. Como mencionei no texto anterior sobre a banda, tornou-se uma de minhas bandas prediletas. Além do mais, ainda faltava a foto com o Ivo Henzi, que não me atendeu no ano anterior. O outro guitarrista, Siméon Koch, saiu e foi substituído por Rafael Salzmann.

Os músicos estavam no hotel Braston da rua Martins Fontes. Foi um corre extremamente tranquilo, pois conforme os músicos desciam para ir ao show eram abordados e atendiam numa boa. O grande desfalque foi Anna Murphy, que nem veio ao Brasil por estar se recuperando de um problema de saúde não especificado pela banda no comunicado oficial. Foi também a última vez que vi Meri Tadić, que saiu da banda ainda em 2013 e Patrick Kistler, que saiu em 2014.

Chrigel Glanzmann é um músico completo com voz gutural. Toca mandola, tin whistle, flauta, gaita, violão, bodhrán e sitar
Ivo Henzi, guitarrista do Eluveitie de 2004 a 2016
Rafael Salzmann, guitarrista do Eluveitie
Kay Brem, baixista do Eluveitie
Merlin Sutter, baterista do Eluveitie de 2004 a 2016
Meri Tadić, violinista do Eluveitie de 2003 a 2013
Patrick Kistler, que tocou gaita de fole e Tin & low whistles (espécie de flauta irlandesa) no Eluveitie de 2008 a 2014

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Blaze Bayley

Blaze Bayley se apresentou em São José dos Campos, distante apenas 81 quilômetros de São Paulo, e achei que poderia ser uma boa ideia assistir ao show lá. O ingresso estava apenas 30,00, enquanto em São Paulo, alguns dias depois, no Blackmore, estava 70,00. Poderia ir eu e a Sheila e não daria o preço de um ingresso em São Paulo. Claro, teríamos que nos deslocar até lá, mas sem problemas, é sempre um passeio. Era uma cidade que não conhecíamos, por que não?! Além do mais, eu e Sheila faríamos um cruzeiro de uma semana dois dias após o show em São José dos Campos, então quando Blaze se apresentasse em São Paulo, estaríamos em alto mar.

Quando Sheila saiu do trabalho, nos encontramos na rodoviária da Barra Funda, onde compramos as passagens, e rapidinho chegamos à cidade. Nos encontramos com Kevin. Morador de Taubaté, distante apenas 42 quilômetros de São José dos Campos, para ele também era jogo prestigiar o show, pela distância e pelo valor do ingresso. Logo que o encontramos, ele disse que havia descoberto o hotel. Perguntamos como e ele, que estava de carro, respondeu que mapeou os hotéis das proximidades e passou em frente a alguns deles. A van estava estacionada em frente a um deles.

Sei bem que Blaze sempre atende todos os fãs após o show, mas gostei da idéia de ir ao hotel. Terminaria tarde e teríamos que retornar à São Paulo ou até pernoitar na cidade, mas não tínhamos hotel reservado, então teríamos que procurar por um. Sheila poderia estar cansada e pedir para irmos embora sem ver o Blaze e/ou banda, como aconteceu em 2011. Além do mais, essa era a formação acústica, com Thomas Zwijsen e Anne Bakker, e eu não sabia se seria oportunidade única para conhece-los, então preferia não correr o risco. Entramos no carro e Kevin nos levou. 

Era o Modena Hotel, um típico hotelzinho de cidade do interior, localizado em um prédio baixo, com apenas 4 andares. Mal entramos e Blaze, banda, e o produtor, Silvio, já desceram, de saída para a casa de shows. Foi fácil como roubar doce de criança.

A van estacionada em frente ao hotel foi o único sinal que Kevin precisou para descobrir o hotel
Thomas Zwijsen, conhecido por seu projeto Nylon Maiden, agora acompanhava a formação acústica de Blaze
Anne Bakker, a violinista caladona que acompanhava Thomas e Blaze
Pela quarta vez, eu e Blaze Bayley

Após atender a todos, Silvio convocou os músicos e despediu-se de nós, perguntando se iríamos ao show. Mas é claro que sim! De uma forma ou de outra, eu sempre dava um jeito de prestigiar o Blaze Bayley. O hotel era bastante próximo ao local da apresentação, então em menos de cinco minutos todos estávamos lá, eles de van, nós de carro. Era um barzinho ainda menor que o Manifesto, com o palco poucos centímetros acima do solo, com uma divisória muito baixa separando o público dos artistas. Tive a sorte de ficar próximo onde Anne Bakker se posicionou na maior parte do tempo, então pude acompanha-la bem de perto.

Esta foi a vista que tive na maior parte do show. Anne toca com uma postura bonita de ver
Blaze e Thomas também não estavam longe, foi um show bem intimista
Setlist no chão, para que Anne soubesse a ordem correta da execução das músicas
Detalhe da tatoo que Blaze tem no braço esquerdo, homenageando a esposa Debbie, falecida em 2008, vitimada por um câncer

Após o show, realmente não ficamos para tirar fotos com os músicos. Kevin disse que iria a São Paulo, onde pernoitaria em um hotel, pois tinha que fazer algumas coisas no centro da cidade na manhã seguinte. Demos uma contribuição na gasolina e aproveitamos a carona. Em São Paulo, porém, aconteceu o show do Tankard. Nosso amigo Ricardo Pacheco veio do Rio de Janeiro com a esposa Fátima para prestigiar essa apresentação. Decidimos passar no hotel onde eles estavam para dar um "oi". Quando chegamos, ele nos disse que a banda estava hospedada no mesmo hotel, mas que os caras já tinham chegado e provavelmente estavam dormindo. Paciência, sem bônus desta vez...