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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Ian Anderson's Jethro Tull

Fui neste corre repetido, em que eu já tinha foto com todos, de uma banda que não sou tão fã, apenas para dar uma força para Samii, que ainda não tinha foto com Ian Anderson. Eu e ela ficamos algumas vezes desde que retornei de Belém, então ajuda-la a conseguir era o mínimo que eu poderia fazer por ela.

Samii enfim conseguiu sua foto com Ian Anderson e com todos os músicos da banda dele

Acabei nem tirando foto com todos os integrantes, faltou com o baixista David Goodier, mas não me importei, pois já tinha foto com ele. O guitarrista Florian Opahle devia estar de saco cheio de ver a minha cara, pois estava sorrindo na foto que tiramos em 2012, quando o encontrei pela primeira vez; em 2015 estava um pouco mais sério, agora estava com cara de cu. De qualquer forma, ele saiu da banda pouco depois desse show.

Desta vez o mala estava bonzinho, pois a foto rolou sem problemas
Florian Opahle ja devia estar de saco cheio de ver a minha cara
Scott Hammond tem cara de bonzinho e é bonzinho mesmo, sempre atende numa boa
John O'Hara também sempre atendeu sem problema nenhum

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Ian Anderson's Jethro Tull

Minha vingança contra o líder do Jethro Tull demorou 2 anos e meio mas aconteceu. Fui ao aeroporto de Congonhas com o Marcio e combinei com ele que eu não iria abordar Ian Anderson de uma maneira muito tradicional, mas que ele deveria estar pronto para tirar minha foto. Quando Ian desembarcou, sozinho, parecia um tanto perdido, sem saber direito para onde deveria ir. Eu o cutuquei e simplesmente apontei para uma direção. Sem entender nada, ele olhou e Marcio tirou a foto. Incrivelmente, pareceu uma foto posada, mas não foi o que aconteceu. Eu não pedi, não agradeci, apenas apontei, ele virou, e a foto aconteceu. E sim, eu levei a foto que ele autografou dois anos antes.

Ian Anderson nos deixou sem foto em 2013, mas em 2015 levou o troco. 1x1

O resto da banda desembarcou aos poucos. Como para mim só faltava com John O'Hara, fui tirando foto com os músicos conforme desembarcavam. Quando consegui a foto com ele, nem esperei pelo baixista David Goodier.

Florian Opahle, guitarrista do Ian Anderson's Jethro Tull
Scott Hammond, baterista do Ian Anderson's Jethro Tull
John O'Hara, tecladista do Ian Anderson's Jethro Tull

Ao sairmos do aeroporto, eu e Marcio tomamos um ônibus que nos deixou próximos ao Largo São Francisco. Como ele tinha que fazer alguma coisa na Galeria do Rock, o acompanhei, pois poderia tomar o ônibus para casa em um ponto perto da Praça da República. Quando estávamos passando pelo Viaduto do Chá, vimos uma movimentação anormal. Parecia a gravação de algum programa, algo assim. Nos aproximamos e ficamos surpresos ao constatar que era Ellen Rocche. No intervalo entre as cenas, ela atendia alguns fãs, mas eram muitos, não dava pra atender a todos. Então, como eu já tinha com ela, apenas pedi para ela tirar uma foto com o Marcio. Ela aceitou. Desta vez, tirei foto dela, não com ela. Sem problemas, eu já tinha. Que mulher, meus amigos, que mulher!


Mais uma curiosidade a respeito desse corre: alguns dias antes, uma menina, Jéssica, comentou em uma foto minha no Instagram algo como "eu sempre vejo suas fotos, como você consegue?". Não sei porquê, resolvi responder - geralmente eu apenas ignoro, apenas imagine quantas pessoas me perguntam isso o tempo todo.

Ela queria fazer o corre do Ian Anderson comigo, mas eu tinha outra ideia: como ele tocaria no mesmo local que tocou em 2013, concluí que ficaria no mesmo hotel, então eu conseguiria no aeroporto e ela no hotel. Um cara difícil desses, não era uma boa ideia levar quem eu nem conhecia. Entretanto, errei feio: ele não ficou lá e não descobri onde ficou.

Para me desculpar, eu disse que ela poderia tentar quando ele voltasse de Belo Horizonte para sair do país. Como Kevin também tentaria na conexão de saída, eu os apresentei virtualmente, e eles se encontraram no aeroporto. Conseguiram.

Esse foi o primeiro corre de Jéssica, ela fez corres comigo e com Carlos até o final de 2021, quando mudou-se para Lisboa.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Ian Anderson's Jethro Tull

Nunca fui grande fã de Jethro Tull, sempre achei o som um tanto chato. Porém, quando seu principal integrante, Ian Anderson, veio ao Brasil, com sua própria versão da banda, decidi conhece-lo, principalmente devido aos então recentes vídeos que circularam na internet, de uma apresentação que sua banda fez com Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden. Eu gostei muito do resultado final, então Ian Anderson era alguém que definitivamente eu gostaria de conhecer e conseguir uma foto.

Não me recordo exatamente como descobrimos o hotel, mas ele estava no Grand Mercure São Paulo Ibirapuera. Éramos apenas 4 pessoas no corre: eu, Marcio, Kevin e um amigo de Kevin. Estávamos no hall, sentados em um sofá, quando o guitarrista Florian Opahle sentou-se no sofá encostado ao que estávamos, às nossas costas. Não tínhamos certeza de se era ele mesmo, então perguntamos. Quando ele confirmou, pedimos para que tirasse fotos conosco, o que aceitou imediatamente. Um a um, todos os integrantes foram descendo, os abordávamos, e nos atendiam numa boa.

Florian Opahle, guitarrista do Ian Anderson's Jethro Tull
David Goodier, baixista do Ian Anderson's Jethro Tull e também do próprio Jethro Tull
Scott Hammond, baterista do Ian Anderson's Jethro Tull
Ryan O'Donnell, vocalista do Ian Anderson's Jethro Tull

Quem não gostou muito da estória foi a manager de Ian Anderson - uma argentina bastante chata, responsável por traze-lo ao continente - que tentou a todo custo nos expulsar do hotel. Sem nenhuma educação, falou diretamente conosco, dizendo que estávamos incomodando os músicos - embora ainda estivéssemos batendo papo com Florian, que conversava conosco animadamente.

Não houve nenhum tipo de problema em nossas interações com os outros músicos, era o mesmo de sempre: foto, autógrafo, e os deixávamos em paz. Ninguém reclamou para ela, ela que foi intrometida. Como simplesmente a ignoramos, ela se dirigiu aos seguranças do hotel e, depois, à recepção, para tentar nos expulsar mas, mais uma vez, foi ignorada.

Quando Ian Anderson apareceu, surgiu a chance de se vingar. Ele não foi simpático, autografou a minha foto, os álbuns de Kevin e de Marcio, mas disse que tiraria apenas uma foto coletiva. Não curtimos muito mas, fazer o que, estávamos apenas entre amigos, que seja... O problema é que só havia uma pessoa disponível para tirar a foto: a argentina. Posamos, ela tirou a foto e me devolveu a câmera. Rindo, disse "ficou mui grande", e entrou na van, que fechou as portas e partiu para o Teatro Bradesco, onde aconteceria o show.

Argentina filha da puta teve a chance de se vingar e não desperdiçou, acionando propositalmente o máximo de zoom

De noite, após o show, retornamos ao hotel para tentar a foto, já que ela "nos fez o favor" de estragar a que conseguimos. Ian Anderson, mala, passou apressado pelo hall, como se não existíssemos. Naquela época, ainda era possível fazer "corre na conexão". O último show dele no Brasil era em Recife, portanto ele teria que retornar a São Paulo para conseguir sair do país. Absurdo, né?

Um voo de Recife a São Paulo dura 3 horas, mas ele precisava faze-lo para voar à Inglaterra. Isso não fazia sentido nenhum, mas era assim que os voos no Brasil funcionaram até mais ou menos 2017. Foi a Copa de 2014 que mudou isso, embora com atraso - melhor para os viajantes, pior para nós. Hoje ele teria a opção de voar pela TAP de Recife para Lisboa e, lá, tomar um voo a Londres. Muito mais lógico!

Enfim, naquela época era possível encontra-lo no aeroporto de Guarulhos. Para fazer a conexão entre o voo nacional e o voo internacional, ele deveria desembarcar e caminhar ao embarque internacional. Quase ninguém sabia dessa possibilidade, mas nós sabíamos. Kevin me chamou para tentar, mas eu já estava de saco cheio desse mala, então não fui. Ele foi e conseguiu.