quinta-feira, 23 de junho de 2016

Dream Theater

Neste dia, exceto o tecladista Jordan Rudess, todos os músicos estavam chatos. Havia somente eu, Carlos e Jessica no aeroporto de Congonhas, além de Carol, uma amiga que pediu ajuda para conhecer a banda. Como os músicos sempre atenderam, não vi problemas em leva-la, mas não foi uma boa oportunidade. James LaBrie ainda tirou uma foto com Jessica, e John Myung tirou com Carlos e com Jessica, mas foi só. O único que atendeu a todos foi mesmo Jordan Rudess. Corre simplesmente decepcionante!

Jordan Rudess é sempre legal com os fãs. Seus companheiros de banda desta vez decepcionaram com força!

domingo, 12 de junho de 2016

John Pizarelli

Na manhã seguinte ao dia em que enterrei minha mãe, eu já estava no aeroporto de Congonhas fazendo o corre de John Pizarelli. Nem ao menos sou fã de Pizarelli, mas ele é um músico importante de jazz que passava por minha cidade, não havia por que não sair para conhece-lo, tirar uma foto, conseguir um autógrafo.

É assim que sei lidar com a perda, tocando a vida normalmente. A missão de minha mãe acabou, mas a minha continuava. Ficar quieto em casa não ajudaria em nada. Saí para ver vida, para ver os amigos que sempre encontro nos corres. Tive a companhia de Marcelo Zava e de Zé Congonhas.

Dizem que tiro foto com todo mundo, não é verdade. Naquele dia, Zé Congonhas tirou (enquanto estive lá) 8 fotos. Zava tirou 4 e, eu, duas. Passaram algumas bandas que nem sei o nome, alguns MCs... Não iam acrescentar em nada, então não tirei. Eu até teria tirado mais uma, com o Bruno Gagliasso, mas quando Zé o abordou, ele mal tirou a foto e já saiu apressado.

Além do alvo principal do corre, tirei apenas com Lobão. É uma das poucas fotos que me arrependo de tirar, pois minha admiração por ele baseava-se justamente em suas posições políticas - inclusive disse isso para ele - mas com o passar dos anos ele mostrou-se incapaz de mante-las, cada hora diz uma coisa diferente. Enfim, se pudesse "destirar", eu "destirava".

Hoje não tenho admiração nenhuma por Lobão. Ele vai contra tudo o que ele mesmo falava

Quanto a Pizarelli, acredito que ficou surpreso ao ver que alguém o aguardava no desembarque. Sorridente, deu dois autógrafos e tirou três fotos, então seguiu seu caminho. Após isso, eu e Zava retornamos para nossas casas, enquanto Zé passou o resto do dia coletando fotos. Como ele sempre diz: "o importante, para mim, é a quantidade, não a qualidade".


sexta-feira, 10 de junho de 2016

O dia em que minha vida mudou

Minha mãe, então com 64 anos, convivia há anos com câncer de mama, ossos e pulmão. Ela passou a semana internada, mas era algo rotineiro, pois aconteceram várias internações nas semanas anteriores. Era internada, retirava líquidos do pulmão, recebia alta. Algum tempo depois, era internada novamente, era um processo cíclico.

Por volta das 15:00 hs, recebi um telefonema de minha avó materno, dizendo que meu avô sofreu uma queda no quarto e não conseguia se levantar. Ela não era forte o bastante para levanta-lo, então decidiu pedir minha ajuda. Como eu morava há apenas duas quadras de distância, cheguei rápido, o levantei, e retornei para casa, dizendo que, se fosse preciso, bastava me ligar novamente. Ela tinha 84 anos e ele 89.

Mal sentei em frente ao computador, e o celular tocou novamente. Desta vez era uma mensagem do meu pai, dizendo algo como "sua mãe sofreu um ataque, ela está entubada, tem seis médicos em volta dela, me retiraram do quarto". Sabendo que, se fosse lá, eu não poderia ajudar em absolutamente nada, e que talvez fosse mais útil se ficasse perto dos avós, respondi que aguardaria por novas notícias. 

Avisei a Sheila, que respondeu que iria ao hospital quando saísse do trabalho. Por volta das 23:30 hs, sem nenhuma notícia ainda, ela retornou para casa. A ideia era dormir um pouco e retornar na manhã seguinte. É claro que tinha uma certa tensão no ar, então foi difícil adormecer. Conversamos sobre tudo o que aconteceu naquele dia maluco e vimos alguma coisa na TV.

Por volta de 02:30 hs, o telefone tocou. É claro que eu já sabia o que tinha acontecido. Sheila atendeu e perguntou se ele queria que fôssemos encontra-lo imediatamente. Ele respondeu que não era necessário, pois não daria para fazer nada até amanhecer. Ainda assim, achamos que seria o adequado. Nos arrumamos, chamamos o Uber, e fomos.

Quando chegamos, ele estava na recepção do hospital, encolhido em um sofá, quase em posição fetal. Disse que só não havia se matado ainda porque prometeu que cuidaria dos pais dela e dos gatos. Pausa para uma afirmação: ele só cumpriu a primeira promessa, a segunda não. Retomando, eu disse a ele que tínhamos um problema ainda maior do que a morte: contar aos pais dela, afinal, ambos eram vivos. Pior: não sabiam de nada, nem ao menos desconfiavam que estivesse doente.

Minha mãe teve câncer de mama pela primeira vez em 2005. Foram anos de radioterapia, quimioterapia e uma mastectomia até atingir a remissão (ou seja, a fase em que não há sinais de atividade da doença, mas que não é possível definir o paciente como como curado) em 2010. Dois anos depois, o câncer voltou com força total, atingindo a outra mama e ossos.

Ela decidiu esconder sua real situação dos pais. Ao menos uma vez por semana, geralmente no domingo, ela almoçava no apartamento deles e fingia estar bem. Quando sozinha comigo, às vezes reclamava das dores nos ossos, mas na frente dos pais mantinha-se como se nada estivesse doendo. Se por acaso escapasse algum gemido, ela inventava um motivo na hora: "escorreguei no quintal, mas não foi nada, estou quase bem". Muitas vezes tinha falta de ar, então inventava alguma desculpa, tipo "esqueci de alimentar os gatos" e voltava para casa, direto para a máscara ligada ao tubo de oxigênio.

Meus avós, se soubessem, fariam de tudo para salva-la - ela era filha única - mas resta saber se ela queria ser salva. Estava cansada de exames, picadas, infecções, biópsias e todos os tratamentos relacionados ao combate ao câncer. Minha opinião? Dane-se que é minha mãe, a vida é dela, e ela deveria decidir como viver ou morrer, assim como eu pretendo decidir sobre isso quando for a minha vez.

Eu não sou um suicida em potencial, mas existem certas situações que me levariam, sim, a tirar minha vida. Não é o único, mas citarei um exemplo: se eu fosse diagnosticado com esclerose múltipla, me mataria antes que a doença me reduzisse a uma plantinha de aquário pensante, fadado a morrer sufocado porque os músculos que fazem o ar entrar nos pulmões seriam, enfim, paralisados. Não deve ser nada legal não poder nem limpar a própria bunda, com certeza, prefiro um tiro na cabeça. Se tem quem consegue ser feliz vivendo assim, parabéns. Eu não consigo!

Enfim, alguém tinha que dar a notícia aos pais dela. Nós três nos sentíamos capazes de faze-lo, e a ideia era chegar ao apartamento assim que o dia clareasse, para dar a pior notícia da vida deles. Porém, após passar pela agência central do serviço funerário municipal para obter a certidão de óbito, e realizar as contratações necessárias para o sepultamento, soubemos da necessidade da presença de um membro da família no hospital, para dar sequência aos procedimentos da liberação do corpo para o carro funerário, que o conduziria ao cemitério.

Embora eu não tenha concordado completamente, ficou decidido que, na abordagem aos avós, a presença de meu pai era absolutamente necessária, já que ele era o único condutor legalmente habilitado - se algum deles passasse mal, bastaria coloca-lo no carro, que ele dirigiria ao Hospital São Camilo, distante apenas cinco quadras de onde residiam. Sheila também tinha mais tato do que eu para falar. Então, coube a mim aguardar no hospital. Eles me deixaram lá e seguiram para o apartamento.

O carro funerário já estava à minha espera. Pensei que teria que assinar algum papel, resolver alguma burocracia, mas que nada! O motorista, que estava sozinho, precisava de mim para... colocar o corpo no caixão!!!! Inacreditável! Fiquei chocado, mas ok, se era necessário, iria fazer. Ele me levou a uma sala, onde havia um saco para cadáveres em cima de uma maca. Você já carregou um peso inerte e disforme de 70, 80 quilos?! É pesado pra caralho! Tentamos ser minimamente cuidadosos, mas não havia onde pegar, escorregava. Na prática, o que fizemos foi quase que derruba-la da maca para o caixão. Nunca pensei que teria que viver uma cena como essa.

Segui com o papa-defunto, ops, motorista, no banco de carona do carro funerário. Por todo o caminho ele tentou vender diversos serviços adicionais, mas eu não estava interessado. A bem da verdade: não era minha mãe quem ele transportava, era o que restou dela. Minha mãe partiu, estava sabe-se lá onde agora. Eu não me importava nem um pouco se ela ficaria bonita no velório ou se o corpo começaria a soltar líquidos. Porém, meu pai ligou para meu celular, ficou sabendo das ofertas, e aceitou algumas. Portanto, antes de seguir ao cemitério, fomos a uma funerária, onde perguntaram se eu gostaria de acompanhar os procedimentos, mas preferi ir embora e esperar no cemitério. Apenas paguei e deixei o corpo para que fizessem o que quer que tivesse sido combinado.

O carro trazendo o corpo "embelezado" chegou exatamente no mesmo momento em que avistei os avós, Sheila e meu pai descendo do carro. Minha avó veio até mim e perguntou onde estava a filha dela, eu apontei para o carro logo ao lado dela. Ela viu o caixão e desabou no choro, foi uma cena bem triste. Funcionários do cemitério vieram, o carregaram e deixaram na sala de velório. Aproveitei o momento para ir à lanchonete do lugar para tomar um café. Eu e Sheila já estávamos acordados há quase 24 horas.

Era necessário retornar, pois meu avô fazia hemodiálise três vezes por semana, e aquele era dia de sessão. Não daria para esperar pela próxima, que ocorreria em três dias, pois seriam cinco dias sem fazer, seria muito. Então, meu pai o levou, e aproveitou para passar em casa para limpar a sujeira dos gatos e também para alimenta-los. Eu os acompanhei. Antes de sair, entretanto, minha avó me chamou e me deu 50,00. Olhei com cara de "wtf?", e ela me disse para comer alguma coisa com o dinheiro. Então, aproveitei que teria que esperar a sessão acabar para comer um lanche no Mc Donalds.

Após buscar meu avô, retornamos. Eu não avisei ninguém, não fiz um telefonema sequer, apenas postei uma despedida no Facebook, o que rendeu centenas de condolências - agradeço a cada uma delas. Um de meus melhores amigos, Rômulo, viu a postagem e se dirigiu ao cemitério, onde passou conosco o dia todo, até o enterro, que foi às 16:00 hs. Depois, como Sheila ainda não havia comido nada, ele nos levou à Pizza Hut, onde comemos, e nos deixou em casa.

Sheila enfim me contou como foi com os avós. 06:00 hs, ela e meu pai tocaram a campainha. Os avós já estavam acordados, tomando café da manhã. Minha avó abriu a porta e só viu os dois com cara de velório. Já entrou em desespero imediatamente, achando que havia acontecido algo ou com minha mãe ou comigo, afinal, não estávamos ali. Sheila pediu para a avó se sentar, contou o que aconteceu, diz que ela não conseguia nem responder... Já meu avô não teve reação alguma. Simplesmente disse algo como "então ela morreu?", sentou e ficou quieto... Enfim, a vontade de viver de minha avó acabou naquele dia. Ela se deixou morrer cinco meses depois, mas isso é outra estória.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Eros Ramazzotti

Eu, Carlos e Marcelo Zava estávamos na área de desembarque do aeroporto de Congonhas, esperando por Eros Ramazzotti, que chegaria de Curitiba. Na época, se somasse todo o nosso tempo de corre, teríamos, arredondando, mais ou menos 60 anos, 30 do Carlos, 20 do Zava e 10 meus.

O tráfego de pessoas no desembarque estava intenso demais. Procurávamos monitorar todos os passageiros, mas era difícil. De repente, um deles nos chamou atenção: alto demais, cara de gringo, jeito de músico: não era Eros, mas poderia ser alguém da banda dele. Quando passou por nós, virei a cabeça por um instante e reconheci uma amiga que trabalha em uma grande produtora de São Paulo. Fui falar com ela, que disse que Eros também passou, meio disfarçado com um capuz. Perguntei se ainda estava no aeroporto, mas ela disse que ele entrou na van e seguiu para o hotel.

60 anos de experiência em corre e o cara simplesmente passou na nossa frente e não vimos nada!!!  Um não ver é ok, mas os três não verem nada é um pouco demais para minha cabeça. Mas aconteceu... Não me recordo exatamente o porquê, mas desistimos, não fomos no hotel. Outra oportunidade surgiria três anos depois. No entanto, os shows agendados para São Paulo e Rio de Janeiro foram cancelados pouco antes de acontecer, pois o cantor se submeteu a uma cirurgia.


domingo, 29 de maio de 2016

Pioneiros do Metal Nacional

Anthares, Vírus, Centúrias e Salário Mínimo se apresentaram na Arena Metal, no festival "Pioneiros do Metal Nacional". Três dessas bandas participaram do antológico SP Metal, coletânea lançada em 1984 pelo selo Baratos Afins, então é claro que eu prestigiaria o evento, não apenas pelos shows, mas principalmente para conseguir fotos. Três anos antes, tentei conseguir fotos com o Salário Mínimo, mas falhei miseravelmente.

Cada vez que a apresentação de uma banda terminava, eu ia para a parte de trás do palco e aguardava pela saída dos músicos. No começo, funcionou bem. Primeiramente consegui com os dois músicos do Centúrias com quem eu ainda não tinha fotos: Eduardo Boccomino e Júlio Principe. Sozinho no corre, tive que fazer selfie, o que definitivamente detesto.

Eduardo Boccomino, guitarrista do Centúrias
Júlio Principe, baterista do Centúrias

A apresentação seguinte foi do Vírus. Mais uma vez corri para trás do palco e consegui com quatro dos cinco integrantes: Flávio Ferb, Renato RT, Fernando "Piu" e Lucio Del Ciello. O baixista não saiu pelo mesmo lugar que os outros.

Flávio Ferb, vocalista do Vírus
Renato RT, guitarrista do Vírus
Fernando "Piu", guitarrista do Vírus
Lucio Del Ciello, baterista do Vírus
Contracapa do SP Metal, agora autografada

Acredito que minha experiência não serviu de nada neste dia. Eu sempre procuro saídas secretas, alternativas; sempre espero que sejam feitas coisas diferentes para evitar contato com fãs. Os músicos do Salário Mínimo deixaram o palco pela frente, desceram simplesmente pulando, assim como provavelmente fez o baixista do Vírus. Logo, como eu estava na saída atrás do palco, não consegui foto com ninguém. Mais um fiasco. 😒

Quanto ao Anthares, não esquentei muito a cabeça, pois já tinha fotos com todos da banda desde o ano anterior.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Nazareth

Durante algum tempo, o Nazareth veio ao Brasil quase todos os anos, apresentando-se somente em cidades do sul do país, ignorando cidades tradicionais como São Paulo ou Rio de Janeiro. Isso, claro, era obra do produtor sulista que contratava a banda. Infelizmente eu não manjava de conexão na época, então não consegui encontrar os músicos nenhuma vez.

Em 2011, Kevin convidou-me para viajar com ele a Curitiba, de ônibus, onde faríamos o corre. Pra variar eu estava sem grana, então não fui. Kevin foi sozinho e voltou com fotos e autógrafos de todos. Não acompanha-lo me fez perder a chance de conhecer o vocalista Dan McCarfferty, que anunciou sua aposentadoria em 2013, devido ao agravamento de sua doença pulmonar obstrutiva crônica, mais conhecida como DPOC. McCarfferty liderou a banda por 45 anos, era um nome importante para conhecer, mas infelizente não tive a oportunidade. 

Alguns anos se passaram sem que a banda retornasse ao país. Exceto a Latam, todas as companhias aéreas brasileiras tinham um bug que sabíamos explorar muito bem: permitiam acesso ao check-in online apenas fornecendo o nome e sobrenome do passageiro. Isso, para nós, era o paraíso. Era só ter o nome completo de algum dos músicos, informação facílima de encontrar na internet, e usar os dados para logar. Em tese, era possível fazer qualquer coisa, como remarcar ou cancelar voos, mas isso não nos interessava, queríamos apenas saber em qual voo a banda estava vindo, então bastava logar para conseguir a informação exata.

Sabíamos o voo que traria os músicos do Nazareth, então eu, Carlos, Jessica, Leo e Ellen fomos para Congonhas. O voo pousou, os passageiros desembarcaram, mas nem sinal da banda. Confuso, acessei o aplicativo e loguei novamente no check-in usando os dados de um dos músicos. Para minha surpresa, a vinda naquele voo que monitoramos estava como cancelada, mas outro voo foi marcado, no mesmo dia, desta vez com pouso em Guarulhos. Com a nova informação, corremos até o carro do Leo e fomos todos para lá. Foi a primeira vez que encontramos uma banda no que hoje é chamado de terminal 1 - na época era terminal 4.

Todos da banda foram receptivos, especialmente Pete Agnew, baixista do Nazareth desde 1968. Eu nasci em 1972.

Carl Sentance, vocalista do Nazareth
Jimmy Murrison, guitarrista do Nazareth
Pete Agnew, baixista do Nazareth desde 1968
Lee Agnew, baterista do Nazareth

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Ronaldo Giovanelli

Ronaldo foi um dos grandes goleiros do Corinthians, provavelmente o melhor que já vi com a camisa alvinegra. Também foi o goleiro que começou jogando em 12 de junho de 1993, quando o Palmeiras foi campeão após sacolar por 3x0 no tempo normal e 1x0 na prorrogação. Neste jogo, Ronaldo foi expulso ao fazer falta em Edmundo. Ok, ele conseguiu levar Tonhão para o vestiário também, ao simular uma agressão do zagueiro. Fazia dezesseis anos - quase dezessete - que o Palmeiras não conquistava um título.

Por tudo isso, decidi fazer "o corre do Ronaldo", o que significa que saí de casa apenas para encontra-lo - não foi o que chamo de bônus, que é quando durante um corre aparece alguém inesperado. Como Ronaldo participaria de um bate papo na Kiss FM, fui sozinho para a portaria do prédio da rádio e aguardei. Quando ele apareceu, tirei uma selfie. Fácil como roubar doce de criança.

Ronaldo sempre foi alegria, tanto para corinthianos, como para palmeirenses