segunda-feira, 4 de março de 2019

Londres: a capa do álbum Iron Maiden

Em maio de 2013, Derek Riggs, o lendário artista que tornou-se conhecido por fazer as capas mais clássicas dos álbuns do Iron Maiden, bem como por ser o criador do Eddie, decidiu usar a tecnologia para visitar a rua que o inspirou na criação da capa do primeiro álbum, o homônimo Iron Maiden.


Usando o Google Earth, ele queria saber o quanto a rua mudou nesses mais de 30 anos desde que a desenhou. Então, apontou o software para Endymion Road N4, na saída ocidental norte de Finsbury Park N4, em Londres, e voilá, lá estavam a ponte ferroviária, o muro e as casas. É evidente que a antiga imagem foi feita a noite, quando havia uma grande lua. As árvores também não existiam, mas foi o que mudou nesse 1/3 de século.



Em 2018, quando fui a Londres pela primeira vez, foi um dos lugares que pensei em visitar. Como não houve tempo, retornei ao Brasil sem passar por lá. No entanto, em minha terceira viagem à cidade, no ano seguinte - a segunda foi o bate-volta que fiz para conhecer Paul Day - uma visita ao local estava no topo das prioridades.

Para chegar ao local, eu e Arianne desembarcamos na estação Manor House e caminhamos por um longo percurso, contornando o Finsbury Park, conforme a imagem demonstra. Era uma noite gelada, a temperatura estava próxima de 0º, e é claro que fui vestido adequadamente. Mas, para fazer a foto valer a pena, retirei o casaco. Infelizmente minha câmera não é a melhor para ambientes escuros, então foram longos 4 minutos de tentativas congelantes. Não consegui a foto exatamente como queria, mas ao menos recoloquei o casaco.



Entretanto, nos meses seguintes à minha visita, o local começou a ser desfigurado. O icônico poste que aparece na capa do álbum foi retirado. Mais um pedaço de história que se vai.

Londres: De Lane Lea Studios

O De Lane Lea Studios da Warner Bros é um estúdio de gravação, atualmente sediado em Dean Street, Soho. Em 2021, o estúdio se mudará para novas instalações, no local da antiga livraria Foyles, na Charing Cross Road. No entanto, parte de sua mágica se perderá neste local. 

Embora seja utilizado principalmente para a dublagem de filmes e programas de TV, apenas imagine que por essa porta já passaram artistas do quilate de The Animals, The Beatles, Soft Machine, Queen, The Rolling Stones, Bee Gees, The Who, The Jimi Hendrix Experience, Pink Floyd, Wishbone Ash, Renaissance, Electric Light Orchestra e Deep Purple. O novo local será a quarta lozalização do estúdio. Antes, esteve em 129, Kingsway e em Engineers Way, Wembley, onde o Queen gravou demos em 1971.

Aproveitei a viagem a Londres para visitar os lugares onde a história aconteceu
É claro que dei a volta para descobrir se há alguma saída oculta no fundo do lugar

Londres: Apple Corps

Próximo à estação Picadilly Circus, há um prédio que definitivamente não chama atenção de ninguém, qualquer desavisado passaria em frente sem desconfiar de nada. Para quem conhece a história dos Beatles, entrentanto, sabe que trata-se do edifício comprado pela banda em 1968 para servir como sede da Apple Corps, a companhia multimídia criada por ela. Foi instalado um estúdio no porão, onde foram gravadas as sessões "Get Back" (que mais tarde se tornariam o álbum Let It Be). Já em crise, a última apresentação pública da banda, até então, aconteceu em 1966, no Candlestick Park, São Francisco.

O quarteto de Liverpool concebeu a ideia de retornar às apresentações públicas no início de janeiro de 1969, decidindo que a primeira apresentação deveria acontecer em algum lugar inusitado, como um barco em movimento, um anfiteatro grego ou ainda no centro de artes cênicas Roundhouse, dentre outros. Sem avisos públicos, ao meio dia de 30 de janeiro de 1969, no terraço do edifício, se iniciou a tentativa de retomar os shows ao vivo.

Foram apenas 9 músicas, ou 42 minutos, até o concerto ser finalizado pela Polícia Metropolitana, que exigiu seu encerramento devido à problemas de tráfego e ruído. Ainda que ninguém soubesse naquele momento, esse era o capítulo final dos Beatles como uma banda ao vivo. Foi chamado de Rooftop Concert ("concerto do terraço", em tradução literal).

Em 30 de janeiro de 1969 aconteceu o último show dos Beatles


Eu e Arianne decidimos dar uma passada em frente ao local para tirar algumas fotos, mas nem cogitamos se seria ou não possível subir ao terraço. Para dizer a verdade, ficamos pouco tempo, pois nosso roteiro nesse dia incluía passar por diversos outros locais musicamente relevantes. Me aproximei rapidamente da porta do lugar e observei que, dentro, há uma loja de souvenirs dos Beatles, mas não cheguei a entrar para saber exatamente o que era comercializado.

Pouco mais de 50 anos depois, lá estava eu, em frente ao local onde tudo aconteceu

Stonehenge

Em 2018, no dia em que eu e Ysabella retornamos de Londres para o Brasil, ela me disse que se tivéssemos mais tempo no país, poderíamos visitar Stonehenge. Depois de aprontar tudo o que aprontou, ainda queria ver Stonehenge?! Fala sério! Porém, fiquei com aquilo na cabeça, então quando, no ano seguinte, retornei a Londres, decidi visitar o lugar - obviamente sem Ysabella, que desta vez ficou onde nunca deveria ter saído, no Brasil.

Comprei um pacote com saída da estação rodoviária Victoria, a poucas quadras do hotel onde eu e Arianne estávamos. O check-in para o embarque iniciou às 08:00hs e se estendeu por 15 minutos. É uma viagem de apenas duas horas. Ficaríamos outras duas no local, e depois retornaríamos. Pra dizer a verdade, é legal e tal, mas realmente não sei se compensa quando se sabe que o custo por pessoa é £55 (quase 400 reais na cotação de 17/08/20).

Verdade seja dita: quando chegamos fomos largados à própria sorte. O guia apenas alertou para que ninguém perdesse o horário de retorno, sob risco de perder a condução de volta para Londres.

Próximo ao estacionamento, há o centro de visitantes, um pequeno complexo com uma loja de souvenirs repleta de produtos como livros, jogos, canecas, roupas, imãs de geladeira e tudo o que você imaginar relacionado a Stonehenge. Há também uma loja de conveniência/restaurante com preços não muito convidativos e pouca variedade no menu, mas que ao menos serviu para que eu tomasse uma Coca-Cola e, Arianne, um café.

Como ninguém avisou que havia ônibus gratuitos que interligavam o centro de visitantes ao que todos conhecem como Stonehenge propriamente dito, ou seja, as pedras empilhadas, observamos que uma galera estava fazendo o percurso a pé. Sem frescura, a acompanhamos. Quando, no caminho, percebemos que passava um ônibus atrás do outro, e que em cada um havia alguém que veio conosco de Londres, nos sentimos meio estúpidos, mas ok. É um trajeto de cerca de 2 quilômetros. Garoava, ventava e estava um frio desgraçado.

Não fomos os únicos que decidimos caminhar. Stonehenge fica ainda mais distante que as árvores à direita
Até aqui ainda parecia legal. Depois vi as cordas que cercam o monumento
Fala sério que é tudo cercado! Não da pra chegar mais perto e tirar umas fotos. E ainda tem esse vento do satanás!
Bora voltar a pé?! Definitivamente não!

Quando retornamos ao centro de visitantes, aproveitamos pra comprar alguma bobagem: um jogo, um imã de geladeira, uma miniatura e um livreto. Fim de passeio, retornamos ao ônibus, e à Londres.


Nesse dia havia a Comic Con londrina com convidados interessantes, incluindo George Lazenby (James Bond), Tom Baker (Doctor Who), Robert Englund (A Nightmare on Elm Street), Peter Mayhew (Star Wars) e Jack Gleeson (Game Of Thrones). Até pensei em tentar fazer o corre, mas em Londres meus "poderes" são limitidos, pois não conhecia hunters ingleses que poderiam ajudar e não tinha ideia de em qual hotel eles poderiam estar. Talvez se o tempo estivesse bom até animasse a ir ao local do evento dar uma investigada - novamente, estava um frio polar, que corre porra nenhuma.

Quando cheguei ao hotel, me enfiei debaixo das cobertas e estava muito bom assim. Menos de 2 meses depois, em 20 de abril, Peter Mayhew, que interpretou o Chewbacca nos episódios clássicos de Star Wars, faleceu vitimado por ataque cardíaco. É aí que bate o arrependimento...

sábado, 2 de março de 2019

Cambridge

Meu interesse inicial nesta cidade, distante 102 quilômetros ou 01:20 hs de viagem de Londres, foi a existência do prédio onde funcionaram os Spaceward Studios, onde o Iron Maiden gravou o lendário "The Soundhouse Tapes". Consegui o endereço graças a uma imagem encontrada na internet. Nada que uma pesquisa no Google não revelasse. De manhã, não tão cedo, saímos da estação Victoria, em Londres, chegando em Cambridge por volta das 11:00.


Também encontrei um website dedicado ao estúdio, que encerrou suas atividades em 1988. A ideia era ver de perto o local onde a mágica aconteceu. Ali foi dado o pontapé inicial para que a banda de pubs se tornasse a gigante que é e conquistasse o planeta. Eu também queria reproduzir a foto da última noite de 1978, quando Steve Harris, Dave Murray, Paul Di'Anno, Doug Sampson e Paul Cairns e seu cachorro posaram em frente ao local. Embora também tenha participado das gravações, Cairns jamais foi creditado, até porque ficou pouco tempo na banda, cerca de 3 meses, e com certeza não estava mais quando o EP foi lançado.


A cidade não tem rodoviária, e o ponto final dos ônibus que chegam (ou ponto inicial dos que saem) é em torno de uma praça chamada Parker's Piece. A boa notícia é que o estúdio está em uma rua localizada a menos de 250 metros do local onde os ônibus estacionam, então basta uma breve caminhada para encontrar o hoje restaurante com muita história para contar. A mudança entre 1978 e 2019 realmente foi sutil.


Embora significasse a perda de um dia em Londres, achei por bem retornar somente de noite. Antes de chegar, estudei algumas coisas que eu e a Arianne poderíamos fazer nos arredores, alguns lugares que valeriam a pena visitar. Passamos uns bons 15 minutos curtindo o lugar onde jaz o famoso estúdio. Tiramos muitas fotos, mas agora era hora de caminhar e conhecer o que mais a cidade poderia nos proporcionar.

Saímos caminhando, visualmente guiados por dos pontos mais altos da cidade, a Igreja Great St Mary's, de mais de 800 anos. No caminho, passamos pelo Market Square, um mercado ao ar livre com diversas opções de comidas, roupas, flores, souvenirs... Não resistimos aos waffles belgas e paramos para experimentar.


De lá, fomos à já citada igreja, que é do lado. Por 4 libras você pode subir os 123 degraus que levam à torre, com provavelmente a melhor vista da cidade.


Desatentos com o passar do tempo, fomos caminhando devagar. Passamos pela famosa Universidade de Cambridge que, entre outras coisas, abriga uma capela fundada por Henrique VIII. Também passamos pelo relógio Corpus (ou Grasshopper). Trata-se de um disco de ouro de 24 quilates de cerca de um metro de diâmetro, que não possui ponteiros nem números. Há um gafanhoto gigante pousado no topo, chamado Chronophage - que em grego significa “comedor de tempo”. Foi inaugurado em 2008 pelo grande físico Stephen Hawking, já falecido.


Chegamos a mais um dos lugares que planejamos visitar, o museu Fitzwilliam, com entrada gratuita. Estávamos curtindo bastante, logo ao entrar demos de cara com diversas armaduras, espadas e outros artefatos medievais. A alegria, entretanto, durou pouco, pois em menos de 5 minutos avisaram que todos teriam que sair, pois o museu estava fechando. Conhecemos apenas o que está exposto próximo à entrada e ficou um fortíssimo gosto de "quero mais", mas infelizmente não teríamos mais um dia na cidade.


Só nos restava conhecer um último lugar: a casa onde viveu o pai da teoria da evolução, Charles Darwin, onde, é claro, fiz a palhaçada de fingir tirar uma foto com ele. Com certeza ele já passou por onde estou abraçando. Só cheguei com alguns anos de atraso.


Começava a anoitecer, estava bem frio. Decidimos finalizar nosso tour, encontrar uma cafeteria, e ficar de boa até a hora de retornar para Londres.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Eluveitie

Quando, em maio de 2016, foram anunciadas as saídas de Ivo Henzi, Merlin Sutter e Anna Murphy do Eluveitie, pensei: "Ferrou, a banda acabou! Vamos ver se presta o som da nova banda que os 3 vão montar". Para mim, era o fim do Eluveitie. Que nada, Chrigel Glanzmann conseguiu montar uma banda ótima, talvez ainda melhor do que era com os três que abandonaram o barco. Particularmente, gostei muito dos álbuns lançados até agora com a nova formação: "Evocation II - Pantheon" e "Ategnatos". Por outro lado, não gostei nem um pouco do som do Cellar Darling, a banda montada pelos dissidentes.

Portanto, quando o Eluveitie veio ao Brasil, era hora de tentar conseguir fotos com os 5 integrantes com quem eu ainda não tinha fotos: a vocalista Fabienne Erni, que também toca harpa e mandola; o guitarrista Jonas Wolf; o baterista Alain Ackermann; Michalina Malisz, que toca hurdy-gurdy; e a violinista Nicole Ansperger, que não veio ao Brasil em 2015.

No textos enviados à imprensa e outros canais de divulgação, a produtora EV7 Live ressaltava que "a banda suíça de folk metal já veio em outras ocasiões, mas é a primeira vez que se apresentará no Brasil completa, com nove pessoas no palco. Nas visitas anteriores, os shows foram com a formação reduzida". Dupla fake news.

Era a primeira vez que a banda viria com 9 integrantes porque Anna Murphy foi substituída por duas integrantes, Fabienne Erni e Michalina Malisz, transformando a banda de octeto para noneto. Em 2013 e 2015, sim, a banda de então 8 integrantes tocou desfalcada: em 2013, Anna Murphy adoeceu pouco antes da turnê sul-americana e não veio ao Brasil, e em 2015, Nicole Ansperger e Kay Brem não vieram, e nenhum anúncio sobre as ausências foi feito antes ou depois dos shows pelo país.

Nos duas primeiras vezes em que a banda veio ao Brasil, em 2012 e 2013, todos os 8 integrantes estavam no palco. Por fim, neste show de 2019, anunciado como sendo a primeira vez que a banda teria 9 pessoas no palco, a banda tinha apenas 8 integrantes, pois mais uma vez Kay Brem não veio, sabe-se lá porquê.

Sobre o corre: eu não tinha a menor ideia de em qual hotel a banda poderia estar. Fui ao show com Arianne. Quando terminou, Fabienne Erni, fofíssima, foi até a porta de acesso dos artistas no Carioca Club e atendeu tanto quanto pode, parando apenas quando foi chamada pelos outros integrantes para que a banda pudesse deixar o local.

Fabienne: linda, gente boa, com uma voz incrível: que vontade coloca-la em um potinho e leva-la para casa 😆


Com a banda entrando na van, decidi apelar: corri até lá e falei com o tour manager, que é meu amigo. Perguntar é algo que dificilmente faço, mas nessa noite não houve jeito, era isso ou perder. Com a informação, tomei um táxi com Arianne, chegamos logo depois da banda. Alguns integrantes já haviam subido, então tratei de abordar quem eu não tinha.

Nesse dia, descobri que Chrigel e Nicole são um casal. Os dois conversavam sentados em uma mureta no hotel, me aproximei e abordei somente Nicole, pois já tenho algumas fotos com Chrigel. Percebi que ele se chateou um pouco por eu não fazer questão de falar com ele, mas ou eu tirava foto repetida ou tirava com quem eu ainda não tinha.

Nicole me atendeu sem problemas, apesar de eu ter interrompido sua conversa com Chrigel

Michalina passou ao meu lado, eu a chamei, mas ela fingiu que não ouviu, estava muito próxima para não ouvir. Fabienne, que caminhava ao lado dela, disse algo como "ele quer falar com você, acho que quer uma foto". Com expressão que dizia claramente "que saco!", ela viu que era somente eu e Arianne, mas pediu para tirar apenas uma foto. Como Arianne não queria, tirou apenas comigo. Tudo o que Fabienne tem de simpática, ela teve de antipática.

Michalina foi bem antipática. Espero te-la conhecido num dia ruim, ela ainda não é ninguém para querer ser mala


Quando achei que todos os outros músicos já haviam subido, percebi que alguns deles foram a um bar próximo ao hotel, mas foi algo rápido, pois já retornavam. O baterista Alain Ackermann estava entre eles, então o abordei, dizendo que gostei muito das mudanças de som que ele trouxe para o Eluveitie. Tivemos uma rápida conversa sobre isso, e ele me atendeu de boa.

Gente fina, Alain Ackermann deu uma nova sonoridade à banda

Dos meus objetivos, só não consegui foto com o guitarrista Jonas Wolf. Terei que fazer o corre novamente quando a banda retornar ao Brasil, mas não me importo. Eu adoro Eluveitie, hoje é com certeza uma das bandas que mais ouço.

O que aconteceu depois disso é que foi realmente bizarro: Os shows em Belo Horizonte, Brasília e Curitiba foram cancelados. De acordo com a EV7, o primeiro por vontade da banda e os outros dois por decisão da produtora. Houve troca de acusações entre banda e produtora pelas redes sociais. A produtora alegou motivos esdrúxulos, dando a entender que o show do Belo Horizonte foi cancelado porque não havia o chá que a banda pediu no camarim.

É claro que a internet não perdoou!

No fim, a banda anunciou que se apresentaria de graça no Rio de Janeiro - cidade que nem constava originalmente da turnê - para todos os fãs que tivessem ingressos das apresentações canceladas, numa tentativa de minimizar as perdas causadas pelos cancelamentos. Quem não tivesse ingresso pagaria apenas R$60,00 para entrar no evento que, de acordo com o comunicado, serviria apenas para cobrir os custos das produtoras No Class e On Stage, que assumiram o evento na cidade carioca.

Seja o que aconteceu, foi depois do meu encontro com a banda em São Paulo. O clima estava bom no hotel, todos pareciam felizes, exceto Michalina. Após essa data, a produtora começou a dar mancada atrás de mancada, e várias bandas que viriam através dela ao Brasil cancelaram os shows, incluindo Dead Kennedys, Glenn Hughes, Uhiah Heep e Combichrist. O show de Stryper e Narnia em São Paulo aconteceu, porém sem a presença da terceira banda anunciada, Tourniquet. Além disso, o show de Brasília foi cancelado. Isso abre espaço para que cada um possa concluir quem deve ser o errado nessa confusão.


quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

The Outfit

O vocalista do Cockney Rejects, Jeff Turner, veio com sua outra banda, The Outfit, para um show no Bourbon Street Music Club, e aproveitou para fazer uma sessão de autógrafos no Atrox Casul Club. Eu, Jéssica e Carlos fomos para tirar uma foto e pegar um autógrafo. Quando chegamos, movimentação zero, somente nós, a banda e os funcionários da loja. Estava tão de boa que fomos recepcionados fora da loja, onde as fotos aconteceram. Ele ficou tão feliz com nossa presença e interação com ele, que nos presenteou com uma camiseta e um CD (que foi devidamente autografado).

Jeff Turner, vocalista do Cockney Rejects e do The Outfit
The Outfit