domingo, 19 de fevereiro de 2017
Hugh Jackman
terça-feira, 15 de novembro de 2016
Antonov an-225 Mriya
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| Foto: reprodução da internet |
| Assim como eu, uma galera estava na cabeceira da pista, pronta para acompanhar o pouso |
| O Antonov pousou às 20:40 |
| Caminhei da pista para o terminal 2 enquanto o avião taxiava. Quando cheguei ele já estava estacionado |
| O bico já estava levantado, para dar acesso ao enorme compartimento de carga |
| Tentei fotografar o leme, mas essa câmera não me ajudava nas fotos noturnas |
| Já estava amanhecendo, foi uma longa noite no aeroporto |
| Tentativa de fotografar o trem de pouso |
sábado, 12 de novembro de 2016
A morte de Milton (AWO Concerts)
Na manhã de 12 de novembro de 2016, um sábado, a notícia da morte de Milton se espalhou rapidamente entre os que o conheciam. São as vantagens (ou desvantagens) da era digital. Não tenho muitos detalhes, pois não era mais tão próximo dele nem de sua filha Sthefany, mas basicamente sofreu infarto fulminante. Era, em primeiro lugar, a perda de um amigo, ainda que não fôssemos mais próximos, mas também o fim do sonho de vê-lo recuperar-se financeiramente e voltar a produzir shows, que era o que ele realmente gostava de fazer. Eu não sei exatamente sua idade quando se foi, mas estimo cerca de 55, jovem demais para morrer.
Graças a ele, tive a oportunidade de conhecer bandas e artistas que com certeza não conheceria se dependesse de outros produtores. Por exemplo, quem diabos traria ao Brasil o quase desconhecido Nick Simper, baixista original do Deep Purple, que tocou entre 1968 e 1969 - quando eu nem nascido era - e gravou os três primeiros álbuns, para tocar no Blackmore quase jogado às moscas?! Absolutamente ninguém! A AWO também foi responsável pela única vinda do Dio Disciples ao Brasil, em 2013; pela primeira tour do UFO no Brasil em 2010 e do Y&T em 2013 - a qual me arrependo pra caralho de ter pulado o corre. Em outras palavras, somente raridades que nenhuma outra produtora teve coragem de bancar. Milton não se importava de assumir o prejuízo, desde que ele próprio assistisse ao show. Abaixo, alguns flyers de shows produzidos pela AWO:
Miltão, esteja onde estiver, espero que esteja em paz, e com a consciência de que fez muita gente feliz, pois trouxe bandas que ninguém teve coragem. E que sua amada filha Stephany, de quem você era inseparável quando vivia entre nós, também esteja bem e em paz. Não é nada fácil ficar orfã com apenas 17 anos.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
Peppino di Capri
terça-feira, 8 de novembro de 2016
Roberto Rivellino
domingo, 16 de outubro de 2016
Aerosmith
No dia seguinte, retornei. Esperava ver alguns fãs em frente ao local, como na noite anterior, mas nada do imaginei foi tão surreal e assustador quanto o que encontrei. Cerca de 500 fãs se amontoavam, não estou brincando, havia ao menos 500 pessoas no local. Como parecia impossível conseguir qualquer contato, desisti e voltei para casa. Fiquei chocado ao descobrir que algum tempo depois Steven Tyler saiu e atendeu todo mundo. Cara, eram 500 pessoas!!!!
| De Joey Kramer eu não esperava outra atitude, pois é sempre gente boa! |
| Uma pena que não consegui o autógrafo, mas ainda assim saí no lucro: foto com Joe Perry é algo raro |
Logo depois, vimos quando o carro com Steven Tyler saiu do hotel. Imaginamos que talvez ele pudesse atender na volta, mas um segurança, que é meu amigo, me chamou em um canto e avisou que parte dos integrantes decidiu mudar para outro hotel, o Renaissance. Não entendi porque, isso é totalmente incomum, mas agradeci e segui para lá.
Quando cheguei, muitos já se amontoavam em frente ao local. Qual é o problema dos fãs de Aerosmith?! Não sabem ficar quietos, parece que só ficam felizes quando conseguem espalhar a informação, tornando o corre muito mais difícil para todos. Porém, a banda ainda ficaria mais dois dias em São Paulo, então abandonei esse corre e fui fazer outro, do Andrea Bocelli.
Conseguimos determinar que Joe Perry e Joey Kramer permaneceram no Unique, enquanto os demais mudaram para o Renaissance. Como meu alvo era Brad Whitford, passei o dia seguinte inteiro no Renaissance, mas nada aconteceu. De noite, entretanto, houve uma movimentação muito estranha: todos os integrantes da equipe da banda saíram e se reuniram em frente ao hotel.
No meio daquele monte de gente, duplas ou solitários eventualmente se afastavam e caminhavam na rua Haddock Lobo, descendo em sentido à rua Oscar Freire. Concluí que iriam jantar em algum lugar, que poderia ser o mesmo local onde os músicos jantariam, e que fizeram daquela maneira para não despertar a atenção dos fãs.
Chamei Rafaela, que estava fazendo o corre comigo e disse para me seguir discretamente. Quando mais uma dupla começou a descer a rua, nós a seguimos. Eu estava correto: todas as duplas encontraram-se no interior do Figueira Rubaiyat, um dos mais caros e requintados restaurantes de São Paulo. Para mim, estava bem claro que Steven Tyler & cia também estariam lá.
Eu nem me mexi, pois entendo perfeitamente, era muita gente, causaria um tumulto enorme em frente ao local. A maioria dos fãs, entretanto, não sabem fazer corre, agiram como verdadeiros imbecis ao seguir o vocalista até a van, tentando forçar selfies ou enfiar algo para autografar na cara dele. Não deve ser fácil ser Steven Tyler.
sábado, 17 de setembro de 2016
Glenn Hughes + Circus Maximus
Não representávamos nenhuma ameaça, não tentamos entrar nenhuma vez, mas ainda assim ele ativou o fechamento automático da porta, apenas para tirar nossa visão do que acontecia dentro do hotel. Até então, a porta estava aberta o tempo todo. Revoltado, Zava decidiu ficar passando de um lado para o outro, apenas para ativar o sensor, fazendo a porta abrir, nos possibilitando ver o que rolava.
O segurança pediu para ele parar, e Zava perguntou se ele não tinha nada melhor pra fazer, além de encher nosso saco. Ele, então, pediu para Zava se retirar da área do hotel, e esperar na calçada. Zava se recusou, dizendo que ali era uma área pública, e que se quisesse que ele saísse, era só tentar tira-lo. Baixinho, o segurança arregou.
Mais tarde, um senhor saiu com um cachorro, permitindo que ele "se aliviasse" no jardim do hotel. O mesmo segurança foi reclamar, mas o senhor o mandou tomar no cu, alegando que era dono de dois apartamentos e que, desta maneira, também o pagava, inclusive para limpar a sujeira do cachorro dele. Hahaha, chupa! Adoro quando segurança folgado se fode!
Mais uma vez a foto com Glenn Hughes não rolou, mas como sempre, os músicos que o acompanharam nos atenderam. Eu e Zava desistimos quando a van saiu, levando a banda para o show. Poderíamos retornar ao término da apresentação, mas julgamos que seria perda de tempo. Por outro lado, um amigo nosso, Zé, que fez parte da equipe de produção que trouxe Glenn Hughes ao Brasil em 2010, foi e conseguiu a foto com Glenn, unicamente porque Pontus o reconheceu e o levou até ele. Não fosse o fato de produzir o show em 2010, não teria conseguido. Não consegui entender porque ele estava tão chato neste ano.
| Soren Andersen (guitarrista) e Pontus Engborg (baterista) do Glenn Hughes |
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| Nesta oportunidade, consegui os autógrafos de Soren e Pontus. Glenn assinou somente em 2018 |
Como bônus, consegui duas fotos com integrantes do Circus Maximus, que também estavam no hotel, já que vieram ao Brasil pela mesma produtora.
| Lasse Finbråten, tecladista do Circus Maximus |
| Truls Haugen, baterista do Circus Maximus |




