sábado, 3 de outubro de 2015

Turisas

A bem da verdade, o que o Turisas fez, eu nunca vi banda nenhuma fazer. Após tocar em um show no Carioca Club, que tem capacidade para 1.000 pessoas, com ao menos metade da capacidade preenchida, a banda decidiu sair e atender a todos os fãs que gostariam de conhece-la. Eu, Leo e Ellen estávamos no carro, prontos para seguir a van, pois não sabíamos o hotel, mas não foi necessário. Ali, na frente do Carioca, todos os fãs conseguiram fotos e autógrafos. Nunca vi outra banda fazer isso, nem antes, nem depois.

Quando é alguém como Bruce Dickinson, muitas vezes não quer atender um ou dois fãs, e ainda tem milhares de idiotas para defende-lo: "ah, mas ele não é obrigado", "ah, talvez ele estivesse em um dia ruim"... Quando vejo uma banda como o Turisas atendendo todo mundo, só consigo pensar em responder "vai dar meia hora de bunda... você e o Bruce Dickinson!". "Ah, mas o Turisas é muito menor que o Iron Maiden". Vai dar mais meia hora de bunda, não foi o suficiente! O Iron Maiden só fica em hotéis 5 estrelas, o Turisas fica em hotéis baratos; o Iron Maiden tem seu próprio avião, o Turisas viaja de classe econômica, como todo mundo. Os ganhos financeiros nem se comparam, a vida é muito mais fácil para Bruce Dickinson do que para um integrante do Turisas, então, deixe de babaquice: Bruce é chato e babaca sim! Eles atenderam naquela noite o que ele não atende em um ano!

Mathias Nygard, vocalista do Turisas
Jussi Wickström, guitarrista do Turisas
Jesper Anastasiadis, baixista do Turisas
Jaakko Jakku, baterista do Turisas
Olli Vänskä, violinista do Turisas
Kasper Martenson, tecladista que excursionou com o Turisas. Não é integrante da banda


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

System of a Down

Esse foi um corre que fiz de forma extremamente mal feita e só consegui uma foto, com o gente finíssima baterista John Dolmayan. A banda estava no hotel Emiliano, então fui para lá com Fernando. Assim que chegamos já vimos Dolmayan, que parecia mais ser um fã hospedado do que um músico da banda. Sempre sozinho, sem a companhia de seguranças, entrava e saía do hotel o tempo todo e todas as vezes parava para confraternizar conosco. Foi provavelmente o músico mais humilde que já conheci, especialmente ao considerar o tamanho da banda em que toca.

Não me recordo exatamente porquê, mas Sheila queria que eu estivesse em casa esta noite. Quando saiu do serviço, deu uma passada no hotel e nos encontrou. Estava irritada e exigia que eu fosse para casa com ela. Infelizmente acabei cedendo. Fernando e Fabi permaneceram no corre e conseguiram fotos com todos os músicos pouco tempo depois que saímos, quando a banda saiu para fazer o show. "Ou você namora ou você faz corre", é o que diria Carlos. Eu, como um cara casado, às vezes tinha que abrir concessões que me faziam perder fotos. O System nunca retornou ao Brasil para que eu pudesse ter uma segunda chance.

John Dolmayan é humilde demais e gente boa demais!

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Faith No More

Assim que eu e Daniela chegamos ao hotel Unique, observei que havia diversos fãs esperando pelo Faith No More. É o de sempre: alguém descobre o hotel, publica no grupo de fãs da banda no Facebook ou posta no grupo do Whatsapp. Isso é extremamente broxante. Hotel lotado é igual a chance de naba alta. Desisti de tentar no hotel e fomos ao estacionamento do Espaço das Américas. Isso, entretanto, foi uma má decisão, pois pelo que fiquei sabendo, a banda atendeu os fãs no Unique antes de sair para o show. Paciência, não se pode ganhar todas.

Quando chegamos, encontramos com Ellen e foi o de sempre: horas de espera. Sabe-se lá como, a banda chegou antes de nós, então nossa melhor chance era esperar que algum músico saísse para fumar. Se ninguém saísse, a única alternativa seria esperar pelo término do show. Por sorte, o único músico com quem eu ainda não tinha foto saiu para fumar, o tecladista Roddy Bottum. Finalizei o corre, enquanto Ellen e Daniela tentaram um pouco mais.

O único músico que vi desta vez era justamente aquele com quem eu ainda não tinha uma foto

domingo, 13 de setembro de 2015

Queen + Adam Lambert

Desde que conheci Wesley, há alguns anos, ele sempre disse que Adam Lambert era seu maior ídolo, o artista que mais gostaria de conhecer. Sua admiração era tanta que tentou imitar o topete que Lambert usava - mas com certeza ficou bem mais parecido com Ricky Martin, que foi como o apelidei. 😆

Quando o Queen enfim retornou ao Brasil, eu e Marcelo Zava acreditávamos que os músicos ficariam hospedados no hotel Unique. Fomos, mas estava tudo quieto demais, sem nada que indicasse que poderia ser lá. Nossa segunda tentativa foi o hotel Fasano. Tão logo chegamos, já havia uma concentração de fãs em frente ao hotel. A banda, entretanto, ainda não havia chegado do aeroporto.

O grande problema era a concentração do público LGBT, que estava em peso, porque queria conhecer o vocalista Adam Lambert, que é assumidamente gay e defensor da causa. Embora seja um público complicado por padrão - há os que sabem se comportar, mas a maioria prefere gritar, ir em bando, espalhar o hotel etc. - entre eles, havia um, Mário, que é completamente problemático. Ele não sabe ser civilizado, berra, se joga em cima de quem quer que seja. Já apanhou até mesmo de segurança, no aeroporto, no Lollapaloza 2016, ao se jogar em cima da vocalista do Florence + The Machine.

Quando a banda chegou, Carlos foi o único esperto entre todos nós. O primeiro a descer da van foi justamente Adam Lambert. Todos, incluindo eu e Zava, tentamos falar com ele. Enquanto isso, Carlos ficou impassível. Quando Brian May desceu, passou quase despercebido. Apenas Carlos o abordou, e conseguiu foto e autógrafo sem dificuldade.

Na maior boa vontade, Lambert até tentou atender em meio aos berros, quando Mário literalmente jogou-se sobre quem estava mais próximo ao vocalista. Isso o assustou, ele parou de atender e entrou no hotel. Zava, que é um cara grande e com tendência a ser briguento, ainda não conhecia Mário, mas o ameaçou imediatamente: "você é louco?! O cara estava atendendo de boa e você faz isso? Se chegar perto dele novamente, vou encher sua cara de porrada!". Realmente dava vontade, mas nem cogitei em fazer o mesmo. O problema é que bater num merda desses faria com que ele alegasse homofobia - tudo é homofobia hoje em dia.

Brian May ainda estava em frente ao hotel. Quando percebemos, tentamos falar com ele, mas não deu muito certo. Também assustado com a confusão criada por Mario, tentou entrar no hotel o mais rápido que pôde, mesmo sendo ignorado pelo público LGBT, que queria apenas ver Adam Lambert. Eu e Fernando conseguimos uma foto, mas Brian nem ao menos olhou para a câmera. A foto de Zava ficou ainda pior. Não sei como ou porquê mas a câmera adicionou alguns efeitos na imagem, como se fossem raios - e mais uma vez Brian May não olhou para a câmera.

FOTASSA!
Mais FOTASSA ainda!

No dia seguinte, retornei cedo ao hotel com Sheila. Felizmente a ameaça surtiu efeito, pois Mário não apareceu para jogar-se novamente em cima de Adam Lambert. Fomos os primeiros a chegar, por volta das 07:00hs. Nossos amigos de corre chegaram na sequência, incluindo Wesley, Marcio e Chapeleta. Civilizadamente organizamos uma fila, avisando a cada um que chegava que havia uma fila. Todos respeitaram.

Algumas horas depois, o baterista Roger Taylor saiu do hotel para atender a galera. Ele estava impressionado que estávamos organizados, inclusive comentou algo conosco sobre isso, já que éramos os primeiros da fila - que, a essa altura, já tinha umas cinqüenta pessoas. Ele atendeu cerca de quinze, depois desistiu e retornou ao hotel. Achei estrelismo desncessário, pois em momento nenhum houve bagunça, gritos, aglomeração, muito pelo contrário. Ao menos consegui minha foto e rabisco.

Roger Taylor foi simpático conosco, mas não teve paciência para atender todos que o aguardavam em fila

O segundo a sair para nos ver foi Adam Lambert. A fila manteve-se e ele atendeu a todos individualmente. Enfim ocorreu o encontro com o qual Wesley sonhou por anos, e sim, é claro que o deixamos falar com Adam antes de nós.

O momento mais aguardado na vida de "Ricky Martin"
Adam Lambert foi o único que atendeu todos os fãs como deveria neste dia

Por fim, quando Brian May saiu para atender, foi impossível manter os fãs na fila. Virou uma zona! Todos foram para cima dele, que não estava nem aí e tirou uma foto coletiva. Claro que eu e Sheila não nos contentamos e acabamos conseguindo fotos individuais - ou quase isso.

Não costumo participar de fotos coletivas, mas era Brian May. Se não conseguisse outra com ele, esta teria que servir
É... quase consegui uma foto individual

O Queen ainda ficou em São Paulo por alguns dias, mas eu já estava satisfeito com o que consegui. Wesley, por motivos óbvios, retornou todos os dias. Zava apareceu no hotel depois que saímos e também conseguiu. Esse corre deixou doidos meus amigos chilenos, pois alegam que em Santiago a banda só entrava e saía do hotel pela garagem e parecia querer evitar os fãs a todo custo. Até mesmo no aeroporto houve esquema especial para que não conseguissem.

sábado, 29 de agosto de 2015

Sérgio Moro

O então juiz e principal nome da Operação Lava-Jato, Sérgio Moro, participaria de uma palestra na Academia Paulista de Direito Criminal (APDCRIM), versando sobre o mecanismo de colaboração premiada. A entrada para o evento custava 20,00 ou a doação de 5 quilos de ração para cães. O material recolhido foi doado para o abrigo "Latido Feliz de Suzano", de acordo com o site da academia.

Esse corre eu tive que fazer sozinho: simplesmente ninguém quis me acompanhar, e olhe que chamei vários amigos. Curiosamente, tempos depois, (quase) todos os que fazem corres queriam uma foto com ele.

Cheguei cedo para estudar quais seriam as possibilidades de entrada do juiz que, na época, já tinha diversos inimigos. Com certeza não seria tão fácil. Uma viatura de polícia apareceu apenas para verificar se estava tudo tranquilo, o oficial disse que o juiz já estava chegando. Em frente ao local, apenas uma senhora idosa aguardava por ele. Chatinha, ela puxou conversa e não parava de falar. Disse que queria entregar um livro para Moro. Já previ que ela seria capaz de me causar problemas para conseguir a foto. Eu tentei ensina-la a usar a câmera, mas ela disse que já sabia.

Quando o carro com Moro chegou e ele desembarcou, a senhora "voou" em cima dele. Completamente sufocante, não calava a boca, e o juiz deixou claro que estava incomodado, apressando os passos em direção à entrada. Quando passava por mim, o jeito foi apelar, então eu disse que vim de muito longe apenas para tirar uma foto com ele. Ele parou, mas a senhora, que tanto sabia bater foto, não conseguia de jeito nenhum, ela apertava o botão e nada, apertava e nada... Moro me disse algo como "desculpe, tenho que entrar", então peguei a câmera das mãos dela e fiz uma selfie. Melhor do que nada... 

Desespero puro, mas ao menos ele olhou para a câmera

Acabei tirando uma foto deles também... Ficou linda! A minha ficou uma porcaria! Mas que Fdp!!! Queria ter um  pouquinho mais de maldade no coração, para não enviar a foto para o e-mail que ela me passou. Mas enviei 😞

Tempos depois, Moro foi nomeado Ministro da Justiça pelo Presidente Jair Bolsonaro. Ele saiu do governo com uma atitude de moleque mimado, "atirando" no homem que lhe deu a maior oportunidade de sua vida. Isso fez com que uma foto que eu prezava tanto acabasse se tornando uma foto qualquer. Dane-se o Moro...

Minha foto deveria ser assim, se eu estivesse com alguém que sabe tirar fotos


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Nicolas Sarcozy

A cantora Carla Bruni, italiana de ascendência francesa, veio ao Brasil para fazer um show no Teatro Bradesco. Seu marido, o ex presidente francês Nicolas Sarcozy, a acompanhou, não apenas como marido, mas também para cumprir agenda de compromissos, que incluiu um encontro com o então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e um encontro com o ex presidiário Lula.

O alvo do corre era Bruni, mas Sarcozy era um bônus interessantíssimo, apesar de suas posições políticas que contrastavam fortemente com as minhas. Foi, entretanto, mais fácil conseguir encontrar com ele do que com ela. Eu e um amigo passamos a tarde toda em frente ao Fasano, onde o casal se hospedou. Não houve sinal dela, que provavelmente saiu pela garagem sem que percebêssemos, ou foi cedo demais, ainda antes de chegarmos, passando a tarde inteira no local do show. 

Encontramos Sarcozy quando ele retornou ao hotel, após um dos compromissos. Fernando o abordou, e ele aceitou parar para nos atender. Estava acompanhado de dois seguranças que, provavelmente armados, não ligaram muito para nossa presença, já que em momento algum demonstramos ser uma ameaça à segurança do ex presidente.


Quando percebemos que Bruni já não estava mais no hotel, seguimos ao Teatro Bradesco, onde planejávamos tentar algo em alguns locais onde os artistas costumam passar para entrar no teatro. A presença do ex presidente estragou o plano, já que a segurança estava reforçada demais, e passagens geralmente acessíveis em dias de shows comuns estavam propositalmente bloqueadas. 

Depois do show, Fernando retornou ao hotel e conseguiu a foto quando Bruni chegou do show. Eu desisti, pois não seria muito sensato de minha parte estar casado e ficar sabe-se lá até que horas na rua para tentar uma foto que, embora bastante legal, seria apenas uma "figurinha" nova para a coleção.

Três anos mais tarde, tal como Lula, Sarcozy também foi detido por irregularidades no financiamento de campanha em 2007.


sábado, 22 de agosto de 2015

Nuclear Assault

Alerta de spoiler: este é muito mais um relato sobre as tretas dos corres, do que sobre o corre propriamente dito:

Este foi o corre que separou definitivamente o Mestre dos hunters do mal. Eu não trocava mais ideia com ele desde 2013, quando deixou de falar comigo porque sua então namorada, que não vai com a minha cara, pediu. Carlos fazia corres com ele desde os anos 80, então de vez em quando insistia em ajuda-lo. Conta que, em 1998, quando o Iron Maiden veio ao Brasil com a turnê do Virtual XI, a banda ficou no hotel Transamérica, na Marginal Pinheiros.

Sabendo disso, Carlos hospedou-se com um amigo que não mora mais no Brasil. Havia um pacote barato de hospedagem por todo o final de semana, mas Mestre estava sem dinheiro para dividir a conta com eles. Os dois disseram que não haveria problema pois, quando ele aparecesse, seria registrado como convidado. Entretanto, o Mestre chegou com alguém que Carlos descreve como "um moleque bobo, que ninguém gostava". Folgado, o tal ainda perguntou com quem ele tinha que falar, pois o Mestre havia lhe dito que ele também seria colocado como convidado. Carlos chamou o Mestre de canto imediatamente:

- Porra, eu te disse que você era convidado, não era para trazer mais ninguém, ainda mais esse cara.

- Mas ele é meu amigo.

- Não interessa! Com ele você não vai ficar aqui com a gente. Mande ele embora!

Contrariado, Mestre recusou-se, voltando para casa resmungando e praguejando. Retornou ao hotel no dia seguinte, sem o chato. Carlos continua o relato:

"Desde sempre o Mestre decide fazer corres com aqueles que não sabem, ou com aqueles que ninguém gosta, porque atrapalham o rolê. Lembro de uma vez, há muito tempo, que o Destruction... o Destruction ou o Grave Digger, uma das duas bandas, tocou no Palace. O Mestre apareceu no corre com um torcedor do Grêmio que nem sabia o que estava fazendo ali. A gente fazendo corre e ele querendo falar do Grêmio". "Esses são os amigos do Mestre, se tem alguém que a gente não gosta, mais cedo ou mais tarde acabará fazendo corres com ele". Não é a toa que hoje o Mestre anda com os hunters do bem, e passa o dia inteiro postando sobre "pessoas que não dão valor à amizade, pois preferem fotinho com banda", sempre salientando que se essas pessoas "precisarem de uma bolsa de sangue, ele não irá ajudar". 😆

Retornando ao Nuclear Assault, o produtor que trouxe a banda tinha por padrão deixar os músicos sempre no mesmo hotel: Paulista Wall Street, na Bela Vista. Todas as bandas que ele trazia ficavam lá. Portanto, era algo automático: quando a produtora dele trazia uma banda, bastaria ir para esse hotel, nada mais simples e fácil. Porém, sua esposa estava prestes a dar a luz, o que poderia acontecer a qualquer momento. Por isso, desta vez ele decidiu utilizar outro hotel, na rua Monte Alegre, que ficava quase vizinho ao apartamento onde mora com ela. Se houvesse qualquer emergência, ele poderia pega-la e sair rapidamente para o hospital. Como Carlos é amigo, ele o avisou sobre a mudança.

Sabendo que o Mestre iria para a Bela Vista automaticamente, Carlos o convidou para fazer o corre conosco, mas ele disse que já tinha marcado com os amigos dele. Eram 7 ou 8 moleques bobos, que começaram a fazer corres há pouco tempo (e, aliás, nem fazem mais) e ainda estavam deslumbrados com a novidade. Meu Deus do Céu, quem em sã conciência aparece no hotel de uma banda com um batalhão desses??? Carlos tentou dissuadi-lo, mas Mestre não recuou:

- Vamos só nós, Mestre. Depois que a gente conseguir as fotos você pode passar o hotel para os seus amigos.

- Não, são meus amigos, eu combinei com eles, então vou vou com eles...

Sendo assim, Carlos deixou que o Mestre e seus amigos fossem para o hotel errado. Eles ficaram o dia todo, mas não viram ninguém. Quando chegou em casa e viu nossas fotos com a banda, fez um textão no Facebook: "Esconderam o ouro! Com amigos como esse, quem precisa de inimigos?! bla bla bla". Essa foi a última tentativa de reaproximação com o Mestre de nossa parte.

Quando ao corre, não há muito o que dizer. Quando chegamos, os músicos já estavam na recepção, prontos para sair para a passagem de som, então rapidamente eu, Sheila e Ellen conseguimos as fotos e autógrafos, e finalizamos. Carlos foi mais tarde, e Mestre poderia estar com ele, mas preferiu estar com os amigos no hotel errado, paciência...

John Connelly, vocalista e guitarrista do Nuclear Assault
Eric Burke, guitarrista do Nuclear Assault
Dan Lilker, baixista do Nuclear Assault
Glenn Evans, baterista do Nuclear Assault