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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Mr. Big + Geoff Tate

O grande objetivo deste corre era conseguir uma foto decente com Pat Torpey, que não consegui em 2015 graças ao comportamento inadequado de Anebelle, e também com Matt Starr, o baterista que o substituiu na maioria das músicas nas últimas turnês. Infelizmente, Torpey foi diagnosticado com mal de parkinson em 2014, o que obrigou a banda a recrutar o novo baterista, mas Pat continuava a excursionar, participando como percursionista na maior parte do show, enquanto Matt, na bateria, fazia o que Pat não conseguia mais.

Na véspera do show, fui ao Hilton, onde consegui fotos com três dos músicos mais amigáveis que existe: Billy Sheehan, Eric Martin, do Mr. Big e Geoff Tate, ex Queensrÿche, atualmente no Operation Mindcrime (que nada mais é do que uma segunda versão do Queensrÿche). Ele é sempre atencioso e muito educado com os fãs, um verdadeiro gentleman.

Geoff Tate veio ao Brasil para abrir o show do Mr. Big, com uma banda formada por músicos brasileiros
Billy Sheehan, baixista do Mr. Big
Eric Martin, vocalista do Mr. Big

Dois dias mais tarde, quando a banda saía da cidade para o próximo show, em Belo Horizonte, eu, Karina e Fabi abordamos os integrantes no aeroporto de Congonhas. Felizmente conseguimos com todos, até mesmo com Paul Gilbert, que costuma ser mais chatinho. A foto com Pat foi a última que consegui, ele foi muito amigável, bem diferente de dois anos antes, quando Anebelle estava por perto. Fiquei absolutamente chocado quando, em 7 de fevereiro de 2018, foi anunciado seu falecimento, devido a complicações do mal de parkinson.

Paul Gilbert, guitarrista do Mr. Big
Matt Starr, baterista substitituto do Mr. Big
Pat Torpey, baterista do Mr. Big. Ele faleceu em 2018, aos 64 anos

Também é válido observar que só abordei os músicos com quem ainda não tinha tirado fotos nesta turnê. Todos eles estavam fazendo check-in, mas não sou do tipo que incomoda, pedindo fotos todas as vezes que os encontrar. Se for em turnê diferente, ou se a foto estiver ruim, tudo bem pedir outra. Bom senso sempre!

Essa foto demorou 4 anos para ser completamente autografada, cada ano eu conseguia com um dos músicos


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Paul Gilbert

Eu, Sheila e Ellen nos encontraríamos assim que elas saíssem do trabalho. Nosso ponto de encontro era, se não me engano, na estação Santana, onde pegaríamos um ônibus para Guarulhos, onde aconteceria o workshop do guitarrista do Mr. Big, Paul Gilbert. Não tínhamos ingressos, mas sem problemas, o plano era aborda-lo ao final do evento.

Como sabia que Gilbert estava hospedado no Novotel Center Norte, próximo à estação Carandirú, decidi ir um pouco mais cedo para dar uma passada lá. Se já conseguisse a foto, talvez nem fosse necessário ir à Guarulhos, ao menos eu e Sheila. Sheila me agradeceria, pois poderia descansar para trabalhar no dia seguinte.

No exato momento em que cheguei, ele saiu do hotel, caminhando apressadamente para o carro. Não havia tempo para pegar a câmera. Até abrir a bolsa-carteiro, retirar a câmera, ligar e virar o visor para fazer uma selfie, já teria perdido, ele estava realmente apressado. Fiz o que foi possível: saquei o iPhone 4 - que, todos sabem, tem uma câmera horrível - e o cara que o acompanhava, provavelmente o responsável pelo show em Guarulhos, tirou a foto.

A câmera do iPhone 4 era de dar dó

Não gostei da foto, então mantive o plano de ir ao evento. Sheila perguntou se o vi no hotel, mas menti, respondi que ele já tinha saído quando cheguei. Se soubesse que consegui, faria o possível para me convencer a desistir: "Já conseguiu a foto, já está bom".

Nos encontramos, tomamos o ônibus e descemos em frente ao Internacional Shopping, onde nos encontramos com Leo. Comemos alguma coisa e seguimos. Quando chegamos ao endereço que tínhamos, para nossa surpresa, era uma igreja (?!). Os sites que divulgaram os eventos de Paul Gilbert no Brasil indicavam que em Guarulhos aconteceria na "Escola de música Verbo Vivo", omitindo que o nome correto é "Escola Cristã de música Verbo Vivo". Por isso não estávamos esperando ver uma igreja no local. Leo procurou um lugar para estacionar enquanto eu, Sheila e Ellen fomos averiguar, recebendo, surpresos, a confirmação de que o evento era ali mesmo, em um dos anexos da igreja.

Era uma igreja, né?! Não tinha grande estrutura para receber um evento como aquele. Não entramos, mas assistimos todo o workshop através das cortinas translúcidas das janelas. Quando terminou, os pagantes começaram a sair. Alguns foram embora, outros permaneceram por ali. Descobrimos que era um intervalo, pois ainda haveria o meet & greet pago. Sem problemas, poderíamos esperar um pouco mais. 

Algum tempo depois, o responsável pelo evento convocou quem tinha saído para entrar e participar do meet. Todos entraram mas a porta permaneceu aberta, então também entramos e ficamos em um dos cantos, esperando o meet acabar. Quando acabou, na cara de pau, abordamos Paul Gilbert ainda dentro da sala. O produtor sabia que não éramos pagantes, mas não falou nada. Para nós foi um bônus, mas conseguiríamos do mesmo jeito, se não no local, com certeza no hotel.

Era daqueles dias que tudo dá certo. Assistimos ao evento e participamos do meet & greet sem pagar um centavo
Agora sim, uma foto digna!
Bônus! Aproveitei para tirar uma foto com a guitarrista Lari Basílio, que fez a abertura do evento